“Nagarjuna e a Fabricação do seu Prestígio pelos Missionários Budistas” (Otávio da Cunha Botelho)

Observador Crítico das Religiões

por Octavio da Cunha Botelho

 Considerações iniciais 

O caso analisado abaixo não é único na história das religiões. Muitos são os exemplos de visionários e de interpretes religiosos que não adquiriram prestígio e influência em sua terra natal, mas, em virtude do trabalho de marketing e de propaganda de missionários, conseguiram um extraordinário prestígio em regiões estrangeiras. O Cristianismo, por exemplo, teve um destino, até certo ponto, semelhante. Os casos como estes são exemplos de como as religiões, em sua maioria, surgem e crescem mais como resultado da persuasão e da propaganda do que de qualquer outra forma de comunicação.  Pois, é grande o número de pessoas que acreditam mais no que os outros dizem ou relatam do que no que elas mesmas são capazes de perceber, sem a intermediação de alguém.

Contrariando o que pregam os adeptos budistas do Mahayana, bem como divulgam os admiradores, Nagarjuna

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