É da “essência” da Música ser alegre ou triste? E outras questões ociosas

Duas controvérsias, duas confrontações filosóficas, ambas envolvendo Clément Rosset, a primeira com Georges Bataille acerca da universalidade ou não-universalidade do saber trágico, conforme fundado (ou não) numa consciência que Rosset supõe universal e “naturalmente” trágica, a despeito do concurso de toda ilusão, teológica ou ideológica, e a segunda com Cioran acerca da essência ou natureza da Música, se alegre (Rosset) ou triste (Cioran). Buscando uma síntese dialética entre ambos, recorro à profilaxia pragmática de Richard Rorty (“Contingência, Ironia, Solidariedade”), argumentando que – afetação romântica e metafísica à parte – a Música não é, em si, nem uma coisa nem a outra (pois a Música, como o mundo ou o “Ser”, não fala), sendo em todo caso a arte superior por excelência, a única capaz de verdadeira transfiguração e redenção. ¡Azúcar!

Texto: “A Música é essencialmente triste ou alegre? Uma questão ociosa” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

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