Oswaldo Guayasamín e a pintura da miséria universal

Oswaldo Guayasamín nasceu em Quito, capital do Equador, em 6 de julho de 1919. Formou-se na Escola de Belas Artes, em Quito, como pintor e escultor. Realizou sua primeira exposição quando tinha 23 anos, em 1942.

Guayasamín recebeu, em 1952, aos 33 anos, o Grande Prémio da Bienal de Espanha. Mais tarde ganharia o Grande Prémio da Bienal de São Paulo. Suas últimas exposições foram pessoalmente inauguradas no Museu do Palácio de Luxemberg em Paris, e no Museu Palais de Glace, em Buenos Aires, em 1995.

Sua arte tem sido exibida nos museus em todas as capitais da América e em muitos países da Europa, por exemplo, em Leningrade (L’Ermitage), Moscou, Praga, Roma, Madrid, Barcelona e Varsóvia. Ele realizou 180 exposições individuais, e sua produção foi frutífero em pinturas, murais, esculturas e monumentos.

Guayasamín tem seus murais expostos em Quito (Governo e Legislativo Palácios; Universidade Central; Conselho Provincial), Madrid (Barajas), Paris (sede da UNESCO), São Paulo (Parlamento Latino-americano). Em seus monumentos “A la Patria Joven” (para o país Young) (Guayaquil, Equador); “A la Resistencia” (a resistência) (Rumiñahui), em Quito.

Sua obra humanista, marcada como expressionista, reflete a dor ea miséria que a maior parte da humanidade tem sofrido, e denuncia a violência que cada ser humano tem que viver no presente 20 monstruoso. Século marcado por guerras mundiais, guerras civis, genocídio, dos campos de concentração, as ditaduras e torturas. Ele trabalhava em sua obra “A Capela do Homem”, quando morreu, em 10 de março de 99, aos 79 anos.

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