“Aprimoramento do ser humano: notas filosóficas sobre o problema da diferença antropológica” – Peter SLOTERDIJK

A antropologia filosófica também nos ensinou que o ser humano é exatamente aquele ser que não possui atributos além daqueles que ele mesmo se atribui. O conceito da antropotécnica não designa outra coisa senão o fato de que nenhum homo sapiens caiu do céu, que essa criatura só pode ser obtida por meio de efeitos tecnógenos. Graças à pesquisa antropológica, sabemos hoje que também a imagem do corpo do homo sapiens só podo ser explicada por um efeito evolucionário que os antropólogos chamam “desligamento do corpo”. Isso quer dizer: O ser humano recua, desde cedo em seu devir, para um escudo de distância, que lhe permite desviar a pressão da seleção imediata da natureza. Por trás desse escudo, esse ser se insere numa evolução especial que os biólogos chamam neotenia: uma preservação de formas juvenis e até mesmo fetais até a fase adulta. Homo sapiens é, para dizê-lo claramente, um feto de um hominídeo que alcançou a maturidade sexual, mas fixado num estado inicial crônico e biológico, que se beneficia do curioso privilégio de não poder se tornar adulto — e não ter que se tornar adulto. Ele resulta de um fenômeno de retardação de tipo especial, e quem falar de homo sapiens sem falar do sua neotenia, de sua imaturidade organísmica, de sua fixação num estado semifetal e eo ipso de sua relação precário com o tempo, não faz jus ao tema.

Quero esboçar o problema em seis ou sete vinhetas antropotécnicas, que mostram o que está em jogo quando as pessoas trabalham em pessoas — quando pessoas transformam a pessoa em objeto de produção, em objeto de modificações conscientes e intencionais. Quero começar com o caso mais notável — com um experimento mental, feito recentemente pelo escritor francês Didier van Cauwelaert em seu romance macabro O evangelho segundo Jimmy. Esse livro trata de pesquisadores norte-americanos que se aproximam de uma seita evangélica fundamentalista e chegam à conclusão de que o retorno de Cristo é um evento importante demais para aguardá-lo no modo da espera passiva. Por vezes, os norte-americanos se destacam com uma abordagem técnica também em questões metafísicas, e por isso esse evento que, na terminologia dos que esperam, é chamado de The Second Coming se transforma necessariamente em um projeto tecnológico.

Para isso, são necessárias apenas três coisas além da tecnologia genética: em primeiro lugar, acesso ao sudário de Turim, em segundo lugar, acesso ao sudário de Oviedo e, em terceiro lugar, acesso à túnica sagrada de Tréveris.

É fácil explicar a razão disso. Existem, como sabemos, alguns cientistas — não sei se são cientistas infiltrados que trabalham a o Vaticano ou para os adversários ou para outros grupos de interesses sombrios — que afirmam que todos esses três tecidos contêm o mesmo sangue, mesmo que esses tecidos provenham de séculos diferentes. Além disso, alguns autores alegam que tudo Indicaria que o sangue é autêntico — porque existem evidências de que esses panos tinham envolvido o corpo de Cristo. Consequentemente, existem também indícios de que os norte-americanos substituiriam a busca pelo gral europeu pelo projeto de reconstruir o sangue de Cristo a partir do DNA. Se quisermos praticar a antropotécnica no nível da alta tecnologia, por que não o fazer no objeto mais ambicioso? Se quisermos clonar, devemos clonar Jesus Cristo. Perdemos a paciência de esperar pelo retorno — com Iodo o direito, pois entendemos o ardil da razão segundo o qual alguns portadores materiais do DNA de Cristo foram conservados exatamente até o momento em que o sequenciamento completo do genoma humano e uma restauração do coro de Jesus por meio da clonagem se tornaram possíveis. Esse é, em resumo, o conteúdo dessa bala tecnognóstica de bandidagem que saiu da pistola do autor francês de histórias em quadrinhos do ano de 1994. Após o grande sucesso de seu romance, o mesmo autor desferiu um segundo golpe ao publicar as consequências reais de sua ficção. Nesse segundo livro, ele afirma — no estilo de um documentário — ter recebido a visita de um professor norte-americano após a publicação de seu livro sobre Jesus. Esse professor afirmava ser exatamente aquele que, há tempos estava trabalhando no mesmo projeto, que, agora, estava prestes a ser bem-sucedido. Esse exemplo demonstra o que a antropotécnica poderia significar em seu extremo: o ser humano produz Deus —uma bela blasfêmia tecnognóstica. Temos sentimentos muito menos blasfemos quando lemos a narrativa que abre o Livro do Gênesis — uma narrativa que aborda o projeto da produção do ser humano do outro lado. Quando Deus produz o ser humano, o nosso ambiente cultural considera isso um tanto normal. Mas por quê? Na antropologia cristã, vinculamos o conceito do ser humano desde sempre à concepção de que ele é algo produzido. Isso não nos causa nenhuma dor teológica nem antropológica. Não objetamos a essa história apesar de se tratar de um mito de artesão. Se lermos com alguma atenção a narrativa bíblica do sexto dia, percebemos que Deus é um oleiro e que a criação do ser humano ocorre em dois atos, o primeiro é cerâmico, o segundo, metacerâmico — a metafísica começa com a metacerâmica. Primeiro se produz uma forma oca, depois essa forma recebe o sopro da vida pessoal. Ou seja: Quando falamos sobre o ser humano em terminologia cristã, sempre nos encontramos na esfera das fantasias dos produtores e artesãos. Consequentemente não podemos nos queixar se, posteriormente, essa mesma gramática gerar novas figuras, mesmo que com agentes diferentes. Essas figuras seguem o esquema segundo o qual um ente poderoso age ativamente sobre a matéria humana — sendo que a antropotécnica de Deus age como madrinha do trabalho humano no ser humano.

Um terceiro exemplo ilustra a relação entre a semântica cristã e o tecnognosticismo moderno. Apenas poucas pessoas no Ocidente sabem que, durante a Revolução de Outubro na Rússia, houve um grupo de antropotécnicos metafisicamente ambicionado e inspirado por um autor chamado Nicolai Fedorov, que alcançou o auge de sua atividade por volta de 1920. Seus membros se chamavam biocosmistas ou imortalistas. Sua ideia dominante era que o comunismo não poderia ser realizado enquanto não fosse suspensa a propriedade privada da duração de vida. Eles acreditavam ter descoberto que a razão mais profunda da desigualdade entre os seres humanos consistia no fato de que cada indivíduo recebia uma temporalização especial de sua existência —e essa temporalização era atribuída pelo gerador insuportável do acaso ou destino, que chamamos história. Ao mesmo tempo em que Martin Heidegger tentava pensar o ser da existencialidade a partir da morte vindoura, a partir da qual ele pretendia extrapolar a historicidade humana, os tecnognósticos russos desenvolveram um programa para a realização mais radical do comunismo — na base da exigência da imortalidade para todos os participantes desse grande experimento. Segundo eles, todo comunismo verídico precisa postular essa premissa, caso contrário, ocorreria sempre a queda de volta para a privacidade ruim da posse de tempo de vida.

Se voltarmos um passo a mais na história do motivo antropotécnico, nós nos deparamos com uma figura de pensamento que poderíamos chamar a ensino humanista primitivo da autoplástica humana. Aqui, devemos mencionar primeiramente o nome do hermético e estudioso universal Pico della Mirandola, que entrou na história como autor do Discurso sobre a dignidade do ser humano, um escrito que é citado sempre que alguém tenta reconstruir os inícios daquela ideia ousada segundo a qual os seres humanos seriam criaturas que instituem inícios e, portanto, autores de novos efeitos no mundo. Isso motiva Pico a fazer com que o Criador sublime distribua todos os atributos entre as criaturas. Quando finalmente se volta para Adão, para o homo que criou da terra, Ele percebe que já gastou todos os atributo disponíveis. Tudo que podia dar já foi dado, resta uma criatura sem atributos. Agora, Deus transforma essa deficiência em uma vantagem, dizendo a Adão: Entre todas as criaturas, tu serás aquela que cria a si mesma. A ti eu dou dignidade como teu próprio inventor. E aqui surge a fórmula decisiva: A partir de agora, és o plastes et factor de ti mesmo, teu próprio formador e escultor, dotado com a capacidade de agir sobre ti mesmo da forma como bem quiseres. Tu mesmo decidirás o que será de ti. Tu serás a causa quando te elevares ao divino, mas se te formares no nível do animal, tu também serás a causa disso. Essa é uma das primeiras passagens em que aparece a ideologia moderna do ser humano sem atributos. Nela, o ser humano é definido como o animal sem dote. Consequentemente, o ser humano recebe uma competência autodemiúrgica total — nascida da unidade dialética de privação e dom.

Pico della Mirandola escreve num tempo em que a concepção demiúrgica do ser humano ainda é absolutamente minoritária. Encontramo-nos no final do século XV, no auge da onda de recepção da Imitatio Christi, publicada pouco antes por Tomás de Kempis. Esta trata justamente não da criatividade do ser humano — é antes a passividade humana que, sob o signo do “misticismo” e da imitação de Cristo, alcança o nível mais alto de mestria. Essa tradição se dirige especialmente ao prazer da paixão entre as pessoas burguesas nas cidades florescentes. Os cidadãos do início da Modernidade são convocados a se apresentar como especialistas de seu próprio sofrimento, prescrevendo-lhes o padrão da imitação de Cristo como caminho ideal pela vida. Também aqui o ser humano é visto completamente como uma criatura que deve se transcender e que interpreta sua tensão vertical por meio da imitatio Christi. De forma alguma, porém, isso não deve ser entendido como programa de criatividade, assim como o cristianismo raramente fala de criatividade. Ele não tem uma imagem criativa (ou melhor: criacionista) do ser humano. Para o cristianismo, o ser humano não é interessante por ser esteticamente virulento, por ter uma tendência de compor óperas ou de pintar pinturas. O que vale é unicamente que o ser humano se avalie segundo a tarefa de se tornar semelhante a Cristo, que, por sua vez, se tornou semelhante a Deus ao se entregar completamente a ele — não havia tempo para a arte como tal. A imitatio Christi oferece um treinamento abrangente da paixão, cujo objetivo foi descrito pelos conceitos gregos da theosis, do tornar-se Deus, ou da henosi, da união ou unificação, para a qual os latinos sugerem o nome unia.

Se nos aventurarmos numa região de autoinfluências antropotécnicas mais superficiais, tocamos aquele campo que, desde sempre, representa a região nuclear da ação do ser humano sobre o ser humano, ou seja, a região que os gregos chamavam paideia, em termos modernos, a pedagogia. No tempo de fundação da ciência da educação moderna no século XVII, quando agia o grande Comênio e surgiram os primeiros antropógogos — os primeiros pedagogos ainda se chamavam líderes de homens, não só líderes de crianças – foi proclamada a produção do ser humano por meio da educação como primeira obrigação do cidadão e do mestre. Sob os verbetes da formação e educação, foram estudados procedimentos graças aos quais os filhos da burguesia e da nobreza deveriam se livrar dos preconceitos estamentais de suas origens — para se tornarem, pela primeira vez, seres humanos e nada além de seres humanos. Um dos pedagogos mais interessantes do século XVII, um homem chamado Becher, proclamou que, em sua prática educacional, os nobres não teriam conseguido ultrapassar a fase da geração de “bestas nobres”. Por que bestas? Porque, por meio do adestramento de sua casta, são formadas como meras cópias de seus ancestrais, sem passar pela alquimia enobrecedora da educação humanista do início da burguesia. Também aqui se evidencia a tese segundo a qual o ser humano ainda não é como de ser, mas que ainda precisa ser produzido por um processo pedagógico de elevação.

Se olharmos para o projeto da clonagem de Cristo a partir daqui, percebemos o quanto já descemos para o nível do pragmático. Agora, antropotécnica deve ser apenas mera pedagogia. Mesmo assim, a pedagogia é uma atividade que, pelo menos quando é praticada de forma ambiciosa, que reconhece o ser humano como um ser que pode se superar a si mesmo não apenas virtualmente, porque seu chamado é o desdobramento e a elevação de suas forças. Minha vida, então, nada mais seria do que minha transformação no melhor livro que posso ser. Se dermos um passo adiante, adentramos as águas mais rasas do autotratamento antropotécnico. Nessa categoria cito, resumindo como um grupo, coisas que, talvez, nem sempre devem ser unidas: a protética, o atletismo e a cosmética. Com esses três conceitos expressamos novamente o fato de que os seres humanos agem sobre seres humanos — em relações próprias e relações alheias. Mas mesmo que se trate de formas rasas da antropotécnica, isso ainda não diz nada sobre sua dispensabilidade. Quando uso a expressão “raso”, eu o faço em comparação com as fortes tensões verticais que citei nos exemplos iniciais, mas ela não contém qualquer juízo sobre a dispensabilidade dessas coisas — Pois o que seria o ser humano de hoje sem suas próteses? O que seríamos sem os dentes artificiais, o que seríamos sem os cabelos falsos, o que seríamos sem os óculos, sem os quais a nossa vida como homo academicus ou como homo sapiens tuebingensis não seria possível? O ser humano, o feto neotenizado de primatas, depende da ajuda de técnicas culturais de suplementação para se tornar representável e apresentável, diante de si mesmo e diante e outros.

As cirurgias cosméticas transformam o ser humano literalmente em plastes e fictor de sua aparência. Isso o leva até o limite em que muitas pessoas chegam a ter o pensamento aparentemente blasfemo, mas atualmente já bem introduzido, de que elas já não querem mais se aceitar da forma como foram entregues pelo Criador. Com uma olhada no espelho elas se convencem de ter uma razão e também o direito de, com a ajuda da cirurgia cosmética, trabalhar em si mesmas — e Pico della Mirandola observa e aprova tudo. Podemos entender isso se nos lembrarmos do fato segundo o qual o ser humano é um ser condenado à aparição, ao ser percebido. E se levarmos em consideração que tanto o homem quanto a mulher possuem partes do corpo que estão mais sujeitas à gravidade do que outras — não há nada mais lógico do que tentar se opor a essa gravidade. A intervenção cosmético-cirúrgica se impõe assim que chegamos à convicção de que gravidade e dignidade humana são contraditórias.

Apenas aqui, onde a curva antropotécnica já se tornou muito rasa, quero introduzir o conceito da eugenia, em torno do qual foi gerada muita agitação artificial. Eugenia significa literalmente a arte do bem-nascer. Se assim não fosse, inúmeros pais e mães da burguesia não teriam batizado suas filhas com o lindo nome Eugênia. E se, antigamente, a arte do bem-nascer tivesse possuído uma conotação pejorativa, o cristianismo não teria tido papas chamados Eugênio (entre os séculos VII e XV houve quatro com esse nome). A eugenia, a arte do bem-nascer, visa à tentativa de melhorar as condições da reprodução humana.

Na história da humanidade, a técnica, se é que podemos chamá-la assim, não conseguiu ultrapassar o limiar do mero favorecimento — e isso dizia respeito apenas às modalidades de reunir os parceiros de procriação. Hoje, porém, tudo indica pela primeira vez que, em breve, seremos capazes de realizar determinadas modificações também no estilo de uma eugenia direta. A eugenia virou um tema a partir do momento em .que o Esclarecimento começou a se ocupar com o tema popular da procriação. Ela é filho legítimo do Esclarecimento no que diz respeito à pergunta sobre o que aconteceria se um ser humano, à plena luz do dia, se visse confrontado com o problema da procriação. E como em todos os outros campos também, o Esclarecimento exige mais luz. O primeiro a articular esse pensamento foi Platão, que se contentou com a exigência de que a escolha do parceiro deveria ser feita de olhos abertos. O ato amoroso não pode ocorrer no escuro, não devemos fechar os olhos se já chegamos ao ponto em que não conseguimos desistir dos conhecidos atos preparativos para a procriação. Platão estabelece a notável condição de que a procriação deve ser um tokos en kalo, uma procriação no belo — e esta já é toda a definição da eugenia. Ela expressa o pensamento: Quando sentimos que algo belo está sendo criado, podemos fazer o que queremos. Essa regra já deveria bastar para nos incentivar a transmitir aspectos bem-sucedidos de beleza. Só que, na escolha de seus parceiros, os seres humanos fazem a mesma experiência como em todas as outras áreas: Na maioria, não podemos ter o que queremos, razão pela qual aceitamos algo diferente — e recuamos para a meia-luz ou para a escuridão total. Podemos supor que a procriação resultante disso no “não tão belo assim” ou no feio se reflete também no perfil bioestético do homo sapiens. A eugenia é um tema que, ao longo de milênios, contanto que se tornasse explícito, foi praticado sobretudo dentro da política de diferença aristocrática. Já havia naqueles tempos algo como uma seleção aristocrática de procriação e certa prática incestuosa das camadas mais altas. Mas a partir do século XIX, a eugenia mudou de lado político e se tornou o tema preferido do socia-lismo. Deveríamos observar aqui que jamais houve uma eugenia nazista efetiva — aquilo que ouvimos sobre isso hoje em dia são, em sua maioria, simples equívocos. O que realmente ocorreu no contexto do movimento nazista em grande escala foram programas de eutanásia declarados, injustamente associados ao conceito da eugenia. Eram, em sua tendência e seu efeito, programas de extinção, e até mesmo o conceito da eutanásia foi distorcido; e seu sentido original, invertido. Uma tendência ampla na história das ideias comprova, porém, que, a partir do século XIX, houve uma tendência em prol do socialismo eugênico, uma tendência ousada de exigir beleza para todos — algo que deveria ser considerado uma exigência revolucionária. Precisamos insistir no fato histórico: a eugenia foi principalmente um motivo da esquerda — e toda a literatura nazista sobre o tema não pesa tanto quanto uma página dos respectivos escritos de George Bernard Shaw ou dos eugênicos comunistas.

Talvez o leitor tenha percebido que consegui não usar o conceito do sobre-humano neste discurso — espero que você reconheça a minha proeza. Tenho uma boa razão para evitar essa expressão. Acredito que esse conceito simplesmente se dissolveu na lista que apresentei até agora. Ele desdobrou seus significados e suas tendências completamente nos exemplos citados, de modo que não existe mais nenhum resto semântico essencial que não tenha sido tratado aqui de forma implícita. Isso significa simplesmente que o conceito do “sobre-humano” é propriedade antiga e imprescindível da tradição cristã. Apenas no tempo de hoje, em que se iniciou uma reformação pós-metafísica do cristianismo, existe a pretensão de gerar uma forma puramente humana de cristianismo para livrar os fiéis das tensões verticais que, antigamente, fundamentavam a sua dignidade.


SLOTERDIJK, Peter, “Aprimoramento do ser humano: notas filosóficas sobre o problema da diferença antropológica”, Pós-Deus. Trad. de Markus A. Hediger. Petrópolis: Vozes, 2019, p. 190-205.

“Menschenverbesserung” [Manuscrito de uma palestra no contexto do Studium Generale de Tübingen, WS 2006/2007]. In: BAUMANN, U. (org.), Was bedeut Leben? Frankfurt a.M., 2008.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s