Deus e os robôs: como a Inteligência artificial pode transformar a religião

Precisamos realmente nos ocupar com a sugestão de que os inventores da inteligência artificial teriam ocupado a posição vacante do Deus criador? Que, por isso, deveriam contar com a rebelião de suas criaturas? Existe um pecado original das máquinas? As máquinas devem crer em seu humano, ou haverá um a-humanismo dos robôs?

Peter Sloterdijk, Pós-Deus

A Inteligência Artificial está mudando a forma como interagimos com tudo – de alimentação a viagens, cuidados com a saúde e, por que não, religião.

Especialistas afirmam que as principais crenças globais estão discutindo seu relacionamento com a AI, e algumas delas estão começando a incorporar essa tecnologia em seu dia a dia.

Padres-robô podem recitar orações, dar sermões e até mesmo confortar pessoas que passam por uma crise espiritual.

A repórter Sofia Bettiza, da BBC, foi descobrir se o relacionamento da Inteligência Artificial com a religião é apenas um truque, uma distração, ou se realmente pode transformar as relações entre os fiéis e sua fé.

Os androides David e Gigolo Joe consultam “Dr. Know”, personagem virtual do filme Inteligência artificial (2001), de Stanley Kubrick e Steven Spielberg, uma inteligência artificial oracular, personificada como um “velhinho sábio e barbudo”.

Mais: “Obsolescência Humana Programada, o Crepúsculo da Inteligência e a Espiritualidade das Máquinas” – Peter SLOTERDIJK, Pós-Deus. Trad. de Markus A. Hediger. Petrópolis: Vozes, 2019.

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