“Baudelaire: fragmentação e melancolia em meio à multidão” – Joselaine Brodani MEDEIROS

Instrumento – Revista de Estudo e Pesquisa em Educação, v. 11, n. 1, jan./jun. 2009

Resumo: Charles Baudelaire pode ser considerado o poeta das cidades e da modernidade. Viu e sentiu o progresso na França do século XIX e foi um revolucionário para o seu tempo. A cidade e suas galerias infinitas, com pessoas que se encontram e se desencontram constantemente, tornaram-se protagonistas de sua obra. Em 1857, saiu a primeira edição de As Flores do Mal. Como inicialmente não obteve sucesso, o poeta caiu em depressão. Essa obra, no entanto, é muito relevante e representa o caos, a desumanização, o tédio, o vazio, a fragmentação e a morte na cidade moderna.

Palavras-chave: Poesia. Modernidade. Cidade. Fragmentação

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