Fernando Pessoa and the Terrible Paradox of Self-Awareness | Pursuit of Wonder

https://www.youtube.com/watch?v=6qU1sDBU9Cs In this video, we explore a mysterious yet beautiful work of literature produced by one of the most interesting writers of the twentieth century: The Book of Disquiet by Fernando Pessoa. The story of the book itself is perhaps as unsettling as its contents. RELATED CONTENT:

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“Agora que nada mais importa” – Golgona ANGHEL

Golgona Anghel é licenciada (2003) em Estudos Portugueses e Espanhóis na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e doutorada (2009) em Literatura Portuguesa Contemporânea na mesma universidade. Atualmente, é bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia e desenvolve um projeto de pós-doutoramento sobre cinema e literatura, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas… Continue lendo “Agora que nada mais importa” – Golgona ANGHEL

“Português X Romeno: semelhanças e diferenças” – Ermil DIACONESCU

🇵🇹 Neste vídeo convido o coach de línguas Ermil Diaconescu para compararmos as características do Português e do Romeno. https://www.youtube.com/watch?v=dokL0U7fIPI CONTEÚDO RELACIONADO:

Resenha: “A religião gnóstica” de Hans Jonas (primeira edição portuguesa) – Rodrigo MENEZES

Surge pela primeira vez em língua portuguesa, publicado pela editora da Universidade de Lisboa, com tradução de Ana Maria Pereirinha, o seminal livro de Hans Jonas sobre gnosticismo, fruto do seu doutorado orientado por Martin Heidegger, no qual Jonas se propunha a fazer uma leitura existencialista da heresia gnóstica e, inversamente, uma leitura gnóstica do… Continue lendo Resenha: “A religião gnóstica” de Hans Jonas (primeira edição portuguesa) – Rodrigo MENEZES

“A certeza: sintoma de ignorância ou de loucura” – Fernando PESSOA

A certeza — isto é, a confiança no carácter objectivo das nossas percepções, e na conformidade das nossas ideias com a «realidade» ou a «verdade» — é um sintoma de ignorância ou de loucura. O homem mentalmente são não está certo de nada, isto é, vive numa incerteza mental constante; quer dizer, numa instabilidade mental… Continue lendo “A certeza: sintoma de ignorância ou de loucura” – Fernando PESSOA

“Um poeta impulsionado pela filosofia” – Fernando PESSOA

Eu era um poeta impulsionado pela filosofia, não um filósofo dotado de faculdades poéticas. Adorava admirar a beleza das coisas, descortinar no imperceptível, através do que é diminuto, a alma poética do universo. A poesia da terra nunca morre. É possível dizermos que as eras transactas foram mais poéticas, mas podemos dizer (...) Há poesia… Continue lendo “Um poeta impulsionado pela filosofia” – Fernando PESSOA

“O Antropoceno – um naufrágio com espectador?” – Bernhard SYLLA

EIBEA 2019. Encontro Iberoamericano de Estudos do Antropoceno. Atas (pp. 217-234). Braga: Centro de Ética, Política e Sociedade. [PDF] RESUMO: O filósofo alemão Hans Blumenberg publicou, em 1979, uma análise detalhada sobre a “metáfora existencial” (“Daseinsmetapher”) do naufrágio com espectador. Esta análise enquadra-se, na vasta obra de Blumenberg, por um lado, num conjunto de estudos… Continue lendo “O Antropoceno – um naufrágio com espectador?” – Bernhard SYLLA

“Uma geração que herdou a descrença na fé cristã” – Bernardo SOARES

L. do D. Pertenço a uma geração que herdou a descrença na fé cristã e que criou em si uma descrença em todas as outras fés. Os nossos pais tinham ainda o impulso credor, que transferiam do cristianismo para outras formas de ilusão. Uns eram entusiastas da igualdade social, outros eram enamorados só da beleza,… Continue lendo “Uma geração que herdou a descrença na fé cristã” – Bernardo SOARES

“Uma voz como um suspiro” – Fernando PESSOA

Uma voz como um suspiro: Quem sabe se aindaNão é mais profundoDo que o pensamentoO enigma do mundo! Quem sabe, quem sabe!Horror, ai horror!Se também ser basta,Voraz pensador! Mais frio, mais doidoO mistério seráDo que tu achaste!Se ainda haverá, Além do Além,Horror mais horror!Também deliraste,Oh monstro de Dor! Depressa, depressa,Lembremos enfim:Pensar é viver,Mistérios e dor,Sonhar… Continue lendo “Uma voz como um suspiro” – Fernando PESSOA

“Ah quanta melancolia!” – Fernando PESSOA

Ah quanta melancolia!Quanta, quanta solidão!Aquela alma, que vazia,Que sinto inútil e friaDentro do meu coração! Que angústia desesperada!Que mágoa que sabe a fim!Se a nau foi abandonada,E o cego caiu na estrada —Deixai-os, que é tudo assim. Sem sossego, sem sossego,Nenhum momento de meuOnde for que a alma emprego —Na estrada morreu o cegoA nau… Continue lendo “Ah quanta melancolia!” – Fernando PESSOA