“There Will Never Be a Peaceful World Until You Are Peaceful” (Mooji)

And since most of us are never peaceful, though pretending that we are, hiding the war inside, we lie to ourselves and we lie to the world. A "better world" of liars would be even worse than this one. It's like Dostoevsky's "Dream of a Ridiculous man"... It's either a revolution of the soul, or… Continue lendo “There Will Never Be a Peaceful World Until You Are Peaceful” (Mooji)

Chestov sobre Spinoza e Dostoiévski

Dostoievsky não era um historiador; não era obrigado a acreditar que tudo o que começa aqui tem de acabar cá. Lembramo-nos que ele procurava realizar o que lhe era mais caro, o seu capricho, na segunda dimensão do tempo, fora da história. Lá, julgava ele, a parede deixa de ser uma parede, «dois vezes dois… Continue lendo Chestov sobre Spinoza e Dostoiévski

“Carta a propósito de certos impasses” (E.M. Cioran)

VOCÊ CENSUROU muitas vezes em mim aquilo a que chama o meu "apetite de destruição". Saiba, porém, que eu nada destruo: registo, registo o iminente, a sede de um mundo que se anula, e que, através da ruína das suas evidências, corre em direcção ao insólito e ao incomensurável, em direcção a um estilo espasmódico.… Continue lendo “Carta a propósito de certos impasses” (E.M. Cioran)

“A melancholic exile: Emil Cioran and the feeling of nostalgia” (Paolo Vanini)

Abstract: This article aims to investigate the relationship between nostalgia, solitude, and skepticism in Emil Cioran’s thought. In the first place, we will examine how the concepts of Sehnsucht, saudade and dor are interpreted by Cioran as similar forms of radical nostalgia. In the second place, we will see how the skeptical attitude of doubting… Continue lendo “A melancholic exile: Emil Cioran and the feeling of nostalgia” (Paolo Vanini)

“Não basta abrir a janela” (Alberto Caeiro)

Não basta abrir a janelaPara ver os campos e o rio.Não é bastante não ser cegoPara ver as árvores e as flores.É preciso também não ter filosofia nenhuma.Com filosofia não há árvores: há ideias apenas.Há só cada um de nós, como uma cave.Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora;E um sonho… Continue lendo “Não basta abrir a janela” (Alberto Caeiro)

“O Esteta Hagiógrafo” (E.M. Cioran)

Não é um sinal de bênção haver estado obcecado pela existência dos santos. Mistura-se a esta obsessão um gosto pelas enfermidades e uma avidez de depravações. Só nos inquietamos pela santidade se tivermos sido decepcionados pelos paradoxos terrestres; buscam-se então outros, de teor mais estranho, impregnados de perfumes e de verdades desconhecidos; confia-se em loucuras… Continue lendo “O Esteta Hagiógrafo” (E.M. Cioran)

Colóquio “Emil Cioran, pensador incontornável do século XX”

Decorrerá no próximo dia 11 de outubro, a partir das 18h30, no El Corte Inglés de Lisboa, e terá como convidados os professores Ciprian Valcan da Universidade "Tibiscus" de Timisoara, Ricardo Gil Soeiro e Paulo Borges da Universidade de Lisboa. O Colóquio "Emil Cioran, pensador incontornável do século XX" é o segundo projeto da série… Continue lendo Colóquio “Emil Cioran, pensador incontornável do século XX”

Colóquio “Emil Cioran, pensador incontornável do século XX”

Lisboa, 11 de outubro de 2019 El Corte Inglés Sala Âmbito Cultural, Piso 6 Programação 18h30-18h40 – Sessão inaugural: - Tânia Pires, Comunicação e Meios, El Corte Inglés - Daniel Nicolescu, Director do Instituto Cultural Romeno em Lisboa 18h40-19h10 – Paulo Borges - Saudade e nostalgia do absoluto em Fernando Pessoa e Emil Cioran 19h10-19h15… Continue lendo Colóquio “Emil Cioran, pensador incontornável do século XX”

G.K. Chesterton, por Gustavo Corção

O GLOBO, Rio de Janeiro, 06 de junho de 1974 Graças à vigilância de Antônio Olinto, na sua “Porta de Livraria” de O Globo, chego ainda a tempo para saudar o centenário de G. K. Chesterton, o incomparável escritor inglês que mais indelevelmente me marcou a alma nos dias em que andei perdido pelo mundo… Continue lendo G.K. Chesterton, por Gustavo Corção