„Dialectica indolenţei”: erezie şi idiotism împotriva tiraniei pozitivităţii toxice – Rodrigo MENEZES

ARCA - Revistă de literatură, eseu, arte vizuale, muzică, Anul XXXIII, nr. 1 (366), 2022. (versão portuguesa) „Am vrut să suprim în mine motivele pe care le invocă oamenii pentru a exista şi pentru a făptui. Am vrut să devin cum nu se poate mai normal ‑ şi iată‑mă căzut în prostraţie, precum idioţii, şi… Continue lendo „Dialectica indolenţei”: erezie şi idiotism împotriva tiraniei pozitivităţii toxice – Rodrigo MENEZES

“Cioran: ilusões, essências, desilusões” – Rodrigo MENEZES

Enquanto permanece enfeitiçado e apaixonado pelas Ilusões em sua juventude, Cioran evoca, em oposição àquelas, as Essências, dando indícios de querer pensar metafisicamente uma Alma imortal (substancial, essencial, “divina”), assim como "Deus", "eternidade", "absoluto". A oposição platônica entre Ilusões e Essências, no Livro das Ilusões, revela um Cioran ainda incapaz de tirar as últimas consequências… Continue lendo “Cioran: ilusões, essências, desilusões” – Rodrigo MENEZES

“Do ennui ao êxtase: Cioran e o sentimento religioso da existência” – Rodrigo MENEZES

Quanto mais perco minha fé no mundo, mais estou em Deus, sem crer nele. – Será uma doença misteriosa, ou uma nobreza do espírito e do coração, que te faz ser ao mesmo tempo cético e místico?CIORAN, Amurgul gândurilor [O Crepúsculo dos Pensamentos] (1940) A acusação de “irracionalismo” oculta, muitas vezes, a defesa de um… Continue lendo “Do ennui ao êxtase: Cioran e o sentimento religioso da existência” – Rodrigo MENEZES

“Essa maldita, essa esplêndida Rășinari”: o “paraíso terrestre” da infância de Cioran

Emil Cioran nasceu em 8 de abril de 1911, em Răşinari, pequeno vilarejo dos Cárpatos, uma região montanhosa na Transilvânia. Tecnicamente, ele não nasceu na Romênia. Antes de ser romeno, Cioran é transilvano. A Transilvânia (Ardeal em romeno; Erdely em húngaro) pertencia, à época do seu nascimento, ao Império Austro-húngaro, não fazendo parte do grande… Continue lendo “Essa maldita, essa esplêndida Rășinari”: o “paraíso terrestre” da infância de Cioran

“Ne te quaesiveris extra: Bloom, Cioran e a autodependência” – Rodrigo Menezes

Apenas dura aquilo que foi concebido na solidão, diante de Deus, quer sejamos crentes quer não.CIORAN, Do inconveniente de ter nascido, p. 54. Crer em Deus nos dispensa de crer em qualquer outra coisa – o que é uma vantagem inestimável. Sempre invejei os que creem nele, ainda que crer-se Deus me pareça mais fácil do… Continue lendo “Ne te quaesiveris extra: Bloom, Cioran e a autodependência” – Rodrigo Menezes

“Mas, Cioran, atman ou anatman? Eis a questão” – Rodrigo MENEZES

“Na história há dois fenômenos que representam para mim o ponto mais elevado: a metafísica indiana e a música alemã. […] Se houvesse um processo, no qual o homem fosse acusado, poderia se defender com esses dois fenômenos. Pessoalmente, através da metafísica indiana consegui penetrar mais profundamente nos problemas filosóficos, e, com a música alemã,… Continue lendo “Mas, Cioran, atman ou anatman? Eis a questão” – Rodrigo MENEZES

“John Gray e o equívoco do gnosticismo” – Rodrigo MENEZES

Em A alma da marionete (The Soul of the Marionette, 2015), John Gray dava indícios de compreender equivocadamente o assim-chamado "gnosticismo": a gnose da heresia gnóstica surgida no cristianismo primitivo, nos primeiros séculos da nossa era, e ressurgida na Idade Média, entre os cátaros e outros grupos religiosos sectários. Ele escreve: Hoje em dia, muitas… Continue lendo “John Gray e o equívoco do gnosticismo” – Rodrigo MENEZES

“A filosofia no quarto de despejo” – Mauro TRINDADE

Revista Manchete, 15 de julho de 1995 E. M. Cioran, considerado o maior pensador de nosso tempo, vivia como um estudante pobre em Paris Depois de décadas a assombrar um sótão na rive gauche de Paris, o soturno e brilhante filósofo Emil Michel Cioran encerrou no dia 20 de junho passado sua brava lula contra… Continue lendo “A filosofia no quarto de despejo” – Mauro TRINDADE

“Cioran: uma mente desconcertante” – Paulo Jonas Lima PIVA

Discutindo Filosofia, ano 1, nr. 2. Conhecido como filósofo do nada, o romeno Emil Cioran produziu uma obra carregada de fina ironia e tiradas polêmicas Muitas são as tentativas de definir o pensamento estilhaçado, iconoclástico e desconcertante do pensador romeno Emil Mihai Cioran. Rei dos pessimistas, o niilista por excelência do século XX, um Nietzsche… Continue lendo “Cioran: uma mente desconcertante” – Paulo Jonas Lima PIVA

“Notas sobre a filosofia da sensibilidade em Ponty e Cioran” – Roberto Pereira Veras & Ricardo Pereira Veras

Revista Reflexões, Fortaleza, ano 3, nº 5, julho-dezembro de 2014 Resumo: Este artigo intenta mostrar por meio do método hermenêutico, o posicionamento filosófico de Maurice M. Ponty (1908-1961), e Emil M. Cioran (1911-1995) em relação à importância da sensibilidade como elemento fundante do conhecimento na contemporaneidade. Para tanto, iremos estabelecer um confronto entre a obra… Continue lendo “Notas sobre a filosofia da sensibilidade em Ponty e Cioran” – Roberto Pereira Veras & Ricardo Pereira Veras