Exilados inconvenientes e habitantes do estilo: Emil Cioran e Lima Barreto – Rodrigo Adriano Machado 🇧🇷

https://www.youtube.com/watch?v=F_I-D90JLs8&list=PLxUGladvZCEGR6wshOGeWCf7cEWlzUL9q&index=27 O exílio é um termo que denota mais do que um afastamento no plano geográfico e psicossocial: imposto por questões externas — perseguição política ou marginalização cultural — ou auto imposto por necessidades internas de um indivíduo procurando se preservar. É também, como trataremos de investigar no decorrer do ensaio, um lugar existencial que… Continue lendo Exilados inconvenientes e habitantes do estilo: Emil Cioran e Lima Barreto – Rodrigo Adriano Machado 🇧🇷

José Henrique Conceição, Mestre em Teoria Literária pela UNB e morador em situação de rua, escreve livro

https://www.youtube.com/watch?v=8Txthx4cCGU&t=75s Cerca de três anos depois do nosso primeiro encontro, voltamos a falar com o professor José Henrique Conceição. Há 13 anos ele vive nas ruas e orienta pessoas que buscam ajuda para formatar projetos de mestrados e doutorado. O professor Mestre pela UNB reuniu seu conhecimento em um livro que está disponível em PDF… Continue lendo José Henrique Conceição, Mestre em Teoria Literária pela UNB e morador em situação de rua, escreve livro

“Lima Barreto: a forma da Angústia” – Andrea Saad Hossne

Revista Cult, 11 de março de 2003 O sujeito dessa experiência,dotado de sensibilidade e talento,faz da palavra, no jornal e naliteratura, uma arma dedesmascaramento. No dia em que completava sete anos de idade, Lima Barreto foi levado por seu pai aos festejos que tomaram o Rio de Janeiro em decorrência da abolição da escravatura. No ano seguinte,… Continue lendo “Lima Barreto: a forma da Angústia” – Andrea Saad Hossne

“De inutensílios e dessantidades: a palavra poética em Manoel de Barros e Cioran” – Rodrigo MENEZES

Ninguém é pai de um poema sem morrer.Manoel de Barros Se leio um livro e ele torna o meu corpo tão frio que nenhum fogo seria jamais capaz de me aquecer, eu sei que aquilo é poesia. Se eu sinto, fisicamente, como se o topo de minha cabeça tivesse sido arrancado, eu sei que aquilo é poesia.Emily Dickinson CIORAN NÃO TEVE a oportunidade de conhecer este gigante, e… Continue lendo “De inutensílios e dessantidades: a palavra poética em Manoel de Barros e Cioran” – Rodrigo MENEZES