“Wuthering Heights”: o romance gótico que inspirou canções de Kate Bush e Genesis | O Jardim Sonoro

Você acorda do meio de uma noite fria com batidas na sua janela e, quando a abre, há uma mulher com a mão gelada pedindo pra entrar. Seria uma assombração? Essa é a história que inspirou as músicas da Kate Bush e do Genesis, além da poderosa versão do Angra. Conheça essa história macabra retirada… Continue lendo “Wuthering Heights”: o romance gótico que inspirou canções de Kate Bush e Genesis | O Jardim Sonoro

“High Castle Teleorkestra: um grupo musical insólito, diferente de tudo o que você já ouviu (e imaginou)” – Rodrigo MENEZES

Insólito designa, segundo a etimologia, tudo o que é inusual e foge ao ordinário. [...] A palavra mesma me diz ao mesmo tempo mais e menos: sugere algo raro, com efeito, mas de uma rareza especial e incisiva que não se resume a uma simples mediana na avaliação estatística da frequência dos seres. [...] Após… Continue lendo “High Castle Teleorkestra: um grupo musical insólito, diferente de tudo o que você já ouviu (e imaginou)” – Rodrigo MENEZES

“Spleen” de Baudelaire – Léo FERRÉ 🎶

Léo Ferré chante Baudelaire (1967) é um álbum do cantautor francês, com poemas musicados de Baudelaire. Ferré já havia lançado álbuns dedicados a outros poetas, como Les Chansons d'Aragon (1961), dedicado ao surrealista Louis Aragon, além de Verlaine et Rimbaud (1964). Léo Ferré (1916-1993) foi um poeta anarquista, músico e cantautor francês. Na música, tornou-se conhecido como compositor… Continue lendo “Spleen” de Baudelaire – Léo FERRÉ 🎶

“Always look on the bright side of life” – Eric IDLE

"Always Look on the Bright Side of Life" is a comedy song written by Monty Python's Eric Idle. It is featured in the original soundtrack for Monty Python's Life of Brian (1979), and has become a popular singalong at public events such as football matches and funerals. https://www.youtube.com/watch?v=SJUhlRoBL8M Some things in life are badThey can… Continue lendo “Always look on the bright side of life” – Eric IDLE

“O nosso inquérito sobre o fado” – Fernando PESSOA

O ʺNotíciasʺ Ilustrado, 14 de abril de 1929, p. 14. O fado será ou não uma canção nacional? — os seus intuitos são moralisadores, ou pelo contrario antingirão uma feição dissolvente? — ha vantagem em dar ao fado o desenvolvimento necessario a elege-lo como uma especialisação artistica, etnica, ou musical? — turistico, poetico, saudosista, invocativo,… Continue lendo “O nosso inquérito sobre o fado” – Fernando PESSOA

“A dor não está sozinha” – Scott WALKER

"Não é Deus, mas a Dor quem desfruta das vantagens da ubiquidade", escreveu Cioran em Silogismos da amargura. Este aforismo, que sugere a noção de um "pandolorismo", serve perfeitamente de comentário a "Phrasing", assombrosa canção de Scott Walker na qual se repete o verso Pain is not alone [A dor não está sozinha], quase como… Continue lendo “A dor não está sozinha” – Scott WALKER

“Salina” – The Book of Knots 🎼

A música perfeita para um naufrágio; o naufrágio como tema por excelência desta canção do (já extinto) grupo norte-americano de rock experimental The Book of Knots [O Livro de Nós]. Para acompanhá-la visualmente, uma colagem de naufrágios cinematográficos, com inspiração na teoria de Hans Blumenberg do Naufrágio com espectador como metáfora de um paradigma da… Continue lendo “Salina” – The Book of Knots 🎼

“Le Moribond” – Jacques BREL

Jacques Romain Georges Brel (1929-1978) foi um cantautor belga. Além de cantar, também atuou no teatro e no cinema francês. Tornou-se internacionalmente conhecido pela música Ne me quitte pas. https://www.youtube.com/watch?v=j56jRGkZwOI Adieu l’Émile, je t’aimais bienAdieu l’Émile, je t’aimais bien, tu saisOn a chanté les mêmes vinsOn a chanté les mêmes fillesOn a chanté les mêmes… Continue lendo “Le Moribond” – Jacques BREL

La Doïna | Institutul Cultural Român din Madrid

Il faut s'arracher à ses origines, à la superstition de la « tribu ». Je suis roumain, très bien ; cependant je ne peux absolument pas supporter la musique populaire roumaine (doïna exceptée). En revanche, la musique hongroise me remue, me bouleverse, m'atteint jusque dans mon sang. Les Hongrois sont nos ennemis. Mais en un… Continue lendo La Doïna | Institutul Cultural Român din Madrid

“Evocando a María Liliana Herrera A.” – Olga Lucía BETANCOURT

Espacio M. Liliana Herrera A. 🇨🇴

Texto presentado en ocasión del  conversatorio La Balada: ¿género literario o música para planchar?, realizado para celebrar los 30 años de la publicación del libro de Liliana: La Balada: Una Aproximación

Como en este coloquio se quiere hacer un homenaje a la memoria de María Liliana, y especialmente a que se cumplen 30 años de la publicación de su primer libro: “La Balada, una Aproximación”, entonces mi evocación me lleva a su recuerdo, a nuestro amor por la música, compartido en encuentros en las Tabernas, o “Fuentes de Soda” como se les llamaba en esa época, y donde sólo se escuchaba la balada.

Puedo decir que fue a través de ella, de su sensibilidad y esa pasión que ponía en todo lo que amaba, mi aproximación a este género musical.

Primero fue Sandro, en cuyas composiciones descubrió elementos poéticos en el lenguaje, dramáticos en el dolor de vivir…

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