“A religião dinâmica” – Henri BERGSON

Lancemos um olhar retrospectivo sobre a vida, cujo desenvolvimento acompanhamos noutra ocasião até o ponto em que a religião dela devia sair. Grande fluxo de energia criadora lança-se na matéria para obter dela o que pode. Na maior parte dos pontos ele se deteve; essas pausas se traduzem ao nosso ver por outros tantos aparecimentos… Continue lendo “A religião dinâmica” – Henri BERGSON

“Misticismo cristão” – Henri BERGSON

O misticismo completo é, com efeito, os dos grandes místicos cristãos. Deixemos de lado, por ora, o seu cristianismo, e consideremos neles a forma sem matéria. Não é dubitável que em maioria tenham passado por estados que se assemelham aos diversos pontos de chegada do misticismo antigo. Mas eles apenas passaram: encurvando-se sobre si mesmos… Continue lendo “Misticismo cristão” – Henri BERGSON

Revista Ayllu de la SIAF: número especial Cioran [17 textos en PDF]

Revista Ayllu - Sociedad Iberoamericana de Antropología Filosófica, vol. 3, nr. 2, 2021. Cioran un rumano universal - Catalina Elena Dobre El primer Cioran y las Rumanias en transición - Marius Lazurca La poetique du fragment dans l’œuvre de Cioran - Monica Garoiu El joven Cioran y la crítica al modelo cultural francés - Ciprian… Continue lendo Revista Ayllu de la SIAF: número especial Cioran [17 textos en PDF]

“O Suplício (II)” – Georges BATAILLE

Derrisão! que me digam panteísta, ateu, teísta!… Mas grito ao céu: “não sei nada”. E repito com uma voz cômica (grito ao céu, às vezes, deste jeito): “nada, absolutamente”. O extremo do possível. – No final, aí estamos. Mas tão tarde?… Como, sem o saber, chegamos aí? (em verdade, nada mudou) por um desvio: um… Continue lendo “O Suplício (II)” – Georges BATAILLE

“O Suplício (I)” – Georges BATAILLE

Há nas coisas divinas uma transparência tão grande que escorregamos para o fundo iluminado do riso mesmo a partir de intenções opacas. Vivo de experiência sensível e não de explicação lógica. Tenho do divino uma experiência tão maluca que rirão de mim se falar dela. Entro num beco sem saída. Nele, toda possibilidade se esgota,… Continue lendo “O Suplício (I)” – Georges BATAILLE

“From Nietzsche to Ayn Rand” – John GRAY

Few thinkers were more different than Henry Sidgwick and Friedrich Nietzsche. Sidgwick was unfailingly conscientious in his pursuit of truth, Nietzsche an intellectual adventurer who came to doubt the value of truth. Yet the two converged on a vital point. Once theism is left behind, not only much of religious morality but ‘morality’ itself must… Continue lendo “From Nietzsche to Ayn Rand” – John GRAY

Variaciones sobre Dios en «El Ocaso del Pensamiento» (Amurgul gândurilor, 1940), de Cioran

En Ese Maldito Yo [Aveux et Anathèmes, 1987], su último libro, Cioran escribe: "Abuso de la palabra Dios, la utilizo con frecuencia, con demasiada frecuencia. Lo hago cada vez que alcanzo un extremo y necesito un vocablo para nombrar lo que hay después. Prefiero Dios a lo Inconcebible." El Ocaso del Pensamiento (Amurgul gândurilor, 1940),… Continue lendo Variaciones sobre Dios en «El Ocaso del Pensamiento» (Amurgul gândurilor, 1940), de Cioran

“Iluminismo, Romantismo e Misticismo a partir da obra de Kant” – André Luiz Pinto da Rocha

Revista Terceira Margem - Programa de Pós-Graduação em Ciência da Literatura da UFRJ,  v. 20, n. 33 (2016). Resumo: O objetivo desse artigo é analisar a instauração da filosofia contemporânea tendo como enfoque dois movimentos, a Ilustração e o Romantismo. A filosofia kantiana será levada em conta, em especial, a analítica do Belo. A tese então… Continue lendo “Iluminismo, Romantismo e Misticismo a partir da obra de Kant” – André Luiz Pinto da Rocha

Alkemie nr. 28: L’Horrible (2021)

Sommaire Lucie DoubletL’horrible intuition de Georges Bataille /The Horrible Intuition of Georges Bataille. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85 María José Sánchez UsónPenser « l’horrible » / Conceiving “the Horrible”. . . . . . . . . . . .… Continue lendo Alkemie nr. 28: L’Horrible (2021)

“A alma enferma” – William JAMES

Em nosso último encontro, consideramos o temperamento equilibrado, o temperamento que tem uma incapacidade constitucional para o sofrimento prolongado, e no qual a tendência para ver as coisas por um prisma otimista é como a água de cristalização em que se coloca o caráter do indivíduo. Vimos que esse temperamento pode tomar-se a base de… Continue lendo “A alma enferma” – William JAMES