“A religião dinâmica” – Henri BERGSON

Lancemos um olhar retrospectivo sobre a vida, cujo desenvolvimento acompanhamos noutra ocasião até o ponto em que a religião dela devia sair. Grande fluxo de energia criadora lança-se na matéria para obter dela o que pode. Na maior parte dos pontos ele se deteve; essas pausas se traduzem ao nosso ver por outros tantos aparecimentos… Continue lendo “A religião dinâmica” – Henri BERGSON

“Misticismo cristão” – Henri BERGSON

O misticismo completo é, com efeito, os dos grandes místicos cristãos. Deixemos de lado, por ora, o seu cristianismo, e consideremos neles a forma sem matéria. Não é dubitável que em maioria tenham passado por estados que se assemelham aos diversos pontos de chegada do misticismo antigo. Mas eles apenas passaram: encurvando-se sobre si mesmos… Continue lendo “Misticismo cristão” – Henri BERGSON

“O Suplício (II)” – Georges BATAILLE

Derrisão! que me digam panteísta, ateu, teísta!… Mas grito ao céu: “não sei nada”. E repito com uma voz cômica (grito ao céu, às vezes, deste jeito): “nada, absolutamente”. O extremo do possível. – No final, aí estamos. Mas tão tarde?… Como, sem o saber, chegamos aí? (em verdade, nada mudou) por um desvio: um… Continue lendo “O Suplício (II)” – Georges BATAILLE

“O Suplício (I)” – Georges BATAILLE

Há nas coisas divinas uma transparência tão grande que escorregamos para o fundo iluminado do riso mesmo a partir de intenções opacas. Vivo de experiência sensível e não de explicação lógica. Tenho do divino uma experiência tão maluca que rirão de mim se falar dela. Entro num beco sem saída. Nele, toda possibilidade se esgota,… Continue lendo “O Suplício (I)” – Georges BATAILLE

“From Nietzsche to Ayn Rand” – John GRAY

Few thinkers were more different than Henry Sidgwick and Friedrich Nietzsche. Sidgwick was unfailingly conscientious in his pursuit of truth, Nietzsche an intellectual adventurer who came to doubt the value of truth. Yet the two converged on a vital point. Once theism is left behind, not only much of religious morality but ‘morality’ itself must… Continue lendo “From Nietzsche to Ayn Rand” – John GRAY

“Iluminismo, Romantismo e Misticismo a partir da obra de Kant” – André Luiz Pinto da Rocha

Revista Terceira Margem - Programa de Pós-Graduação em Ciência da Literatura da UFRJ,  v. 20, n. 33 (2016). Resumo: O objetivo desse artigo é analisar a instauração da filosofia contemporânea tendo como enfoque dois movimentos, a Ilustração e o Romantismo. A filosofia kantiana será levada em conta, em especial, a analítica do Belo. A tese então… Continue lendo “Iluminismo, Romantismo e Misticismo a partir da obra de Kant” – André Luiz Pinto da Rocha

“A alma enferma” – William JAMES

Em nosso último encontro, consideramos o temperamento equilibrado, o temperamento que tem uma incapacidade constitucional para o sofrimento prolongado, e no qual a tendência para ver as coisas por um prisma otimista é como a água de cristalização em que se coloca o caráter do indivíduo. Vimos que esse temperamento pode tomar-se a base de… Continue lendo “A alma enferma” – William JAMES

Catecismo Positivista, Nuevo Ateísmo, Pecado Original – John GRAY

Comte expuso los dogmas del nuevo credo en el libro Catecismo positivista (1852). Diseñó unos atuendos especiales, con botones en la espalda para que nadie pudiera ponérselos sin la ayuda de otras personas, pues así se promovería el altruismo (palabra que Comte inventó). Y previó la figura de un Sumo Pontífice de la Humanidad, que… Continue lendo Catecismo Positivista, Nuevo Ateísmo, Pecado Original – John GRAY

Schopenhauer, el pecado original y el pelagianismo de los filósofos | Parerga y Paralipomena

Todo presunto proceder sin supuestos en la filosofía es una fanfarronada: pues siempre hay que tomar algo como dado para partir de ello. Esto es, en concreto, lo que significa el δόϛ μοι ποῦ στῶ1 que constituye la condición indispensable de toda actividad humana, también del filosofar; porque en lo intelectual no podemos flotar en… Continue lendo Schopenhauer, el pecado original y el pelagianismo de los filósofos | Parerga y Paralipomena

“Dos teologías negativas: Baruch Spinoza y Lev Shestov” – John GRAY

No es fácil trazar la línea que separa el ateísmo de la teología negativa. Un ateo que niegue que Dios alguno crease el mundo podría afirmar la existencia de un Dios que está presente en el mundo, que lo impregna, pero del que poco o nada puede decirse en positivo. Convencido de que ese Dios… Continue lendo “Dos teologías negativas: Baruch Spinoza y Lev Shestov” – John GRAY