“Maurice Blanchot e o espaço do imaginário: algumas aproximações” – Renato SUTTANA

Letras de Hoje - Estudos e Debates de assuntos de linguística, literatura e língua portuguesa, v. 48 n. 2 (2013). Resumo: Neste trabalho, abordamos noção de espaço, aplicado ao estudo da obra literária, conforme se configura nos escritos de Maurice Blanchot. Tomando como base, principalmente, as suas reflexões sobre as obras de Joubert, Borges, Kafka… Continue lendo “Maurice Blanchot e o espaço do imaginário: algumas aproximações” – Renato SUTTANA

“The Progress of Irony” and “The Sense That Everything Is Going Wrong” – CIORAN

THE HUDSON REVIEW, Autumn 2012 The Progress of Irony An idea’s initial burst sometimes possesses a value that is masked by subsequent corrections. This is, no doubt, one of the reasons Cioran did not publish this text. The first version (ms. 242), published here, is, as a matter of fact, more finished than the second,… Continue lendo “The Progress of Irony” and “The Sense That Everything Is Going Wrong” – CIORAN

“Contra Emil Cioran” – Julio CABRERA

Num livro de título irresistível (Acerca do inconveniente de ter nascido), o escritor romeno Emil M. Cioran escreve, entre outras pérolas: "O único, o verdadeiro azar: nascer." "Não ter nascido, de só pensá-lo, que felicidade, que liberdade, quanto espaço!" "Matar-se não vale a pena: a gente sempre o faz demasiado tarde." "Ao nascer perdemos o… Continue lendo “Contra Emil Cioran” – Julio CABRERA

“Em busca da negatividade perdida: considerações sobre o papel dos ‘especialistas do suicídio’ e a tarefa da crítica literária” – Rodolfo Rorato LONDERO

Em seus Silogismos da amargura, Cioran apresenta o seguinte argumento: “Os românticos foram os últimos especialistas do suicídio. Desde então se improvisa… Para melhorar sua qualidade precisamosde um novo mal do século” (Cioran 2011a: 15). Na verdade, como mostra Han (2015), neste começo do século XXI, já temos uma infinidade de “doenças neuronais” que garante… Continue lendo “Em busca da negatividade perdida: considerações sobre o papel dos ‘especialistas do suicídio’ e a tarefa da crítica literária” – Rodolfo Rorato LONDERO

“De Vaugelas a Heidegger” – CIORAN

Eu só comecei a me interessar realmente por Heidegger por volta de 1930, quando era estudante na Universidade de Bucareste. Sein und Zeit e especialmente Was ist Metaphysik foram os textos que me atraíram. Dois acontecimentos, um menor, o outro maior, acalmaram minha excitação. Na época, eu havia publicado um artigo sobre Rodin em um… Continue lendo “De Vaugelas a Heidegger” – CIORAN

“A decomposição de Cioran” – Gustavo Bastos

Século Diário, Espírito Santo (ES), 12 de maio de 2013 E.M. Cioran nasceu na Romênia em 1911. Filósofo e escritor, suas primeiras publicações foram feitas em romeno, mas conheceu o sucesso de fato quando se radicou na França e passou a publicar obras em francês E.M. Cioran nasceu na Romênia em 1911. Filósofo e escritor,… Continue lendo “A decomposição de Cioran” – Gustavo Bastos

“Sociedade da intimidade” – Byung-Chul HAN

O século XVIII é caracterizado como theatrum mundi, no qual o espaço público é equiparado a um palco. A distância cênica impede o contato imediato entre corpos e almas. O teatral é contraposto ao táctil, pois através de formas e sinais rituais comunica-se aquilo que pesa sobre a alma. Na Modernidade, renuncia-se cada vez mais… Continue lendo “Sociedade da intimidade” – Byung-Chul HAN

Idiotismo – Byung-Chul HAN

Em seu curso de 1980 sobre Espinosa, Deleuze observa o seguinte: Literalmente, eu diria que se fazem de idiotas. Fazer-se de idiota. Fazer-se de idiota será sempre uma função da filosofia.[1] Desde o início, a filosofia está intimamente ligada ao idiotismo. Todo filósofo que produz um novo idioma, uma nova linguagem, um novo pensamento, terá… Continue lendo Idiotismo – Byung-Chul HAN

“Libre comme un mort-né : Emil Cioran” – Nancy HUSTON

L’être humain qui allait se transformer petit à petit en Emil Cioran démarra lorsqu’un spermatozoïde de pope orthodoxe rencontra un ovule gisant dans les tubes fallopiens d’une femme mélancolique. Cinquante et un ans plus tard, dans une lettre à son frère, c’est de cela que se souviendra le plus célèbre pessimiste d’Europe : “Je pense souvent… Continue lendo “Libre comme un mort-né : Emil Cioran” – Nancy HUSTON

Terrorismos Metafísicos de Lautréamont e Cioran – Lucas C. Almeida Rocha 🇧🇷

https://www.youtube.com/watch?v=vTWptw6PWM8&t=739s Há quem diga que, para muito além da Filosofia, há em Cioran uma certa poética. Sua obra não se sustenta unicamente em sua temática, mas também na estética na qual ela se funda. Em decorrência da complexidade estilística e formal de sua prosa, somos obrigados a não posicionar este vampiro do Paradoxo meramente ao… Continue lendo Terrorismos Metafísicos de Lautréamont e Cioran – Lucas C. Almeida Rocha 🇧🇷