Niilismo, Existencialismo e Gnose na Era da Interpretação | Minicurso on-line

Eis por que os Mistérios antigos, pretensas revelações dos segredos últimos, não nos legaram nada em matéria de conhecimento. Sem dúvida, os iniciados estavam obrigados a não transmitir nada. No entanto, é inconcebível que em tão grande número não se tenha encontrado um só tagarela; o que há de mais contrário à natureza humana que… Continue lendo Niilismo, Existencialismo e Gnose na Era da Interpretação | Minicurso on-line

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“Os deicídios” – CAMUS

A justiça, a razão, a verdade brilhavam ainda no céu jacobino; essas estrelas fixas podiam ao menos servir de pontos de referência. Os pensadores alemães do século XIX, particularmente Hegel, quiseram continuar a obra da revolução francesa,1 ao suprimirem as causas de seu malogro. Hegel acreditou discernir que o Terror estava de antemão contido na… Continue lendo “Os deicídios” – CAMUS

“To the Nothingnesses Themselves: Husserl’s Influence on Sartre’s Notion of Nothingness” – Simon GUSMAN

Taylor & Francis Online, 16 October, 2017 ABSTRACT: In this article I argue that Sartre’s notions of nothingness and “negatity” are not, as he presents it, primarily reactions to Hegel and Heidegger. Instead, they are a reaction to an ongoing struggle with Husserl’s notion of intentionality and related notions. I do this by comparing the… Continue lendo “To the Nothingnesses Themselves: Husserl’s Influence on Sartre’s Notion of Nothingness” – Simon GUSMAN