“O sublime e a alegoria” – Katia MURICY

Revista O Que Nos Faz Pensar (PUC-RIO), nº 21, maio de 2007 A oposição à modernidade se dá dentro da modernidade. Criticá-la é uma das funções do espírito moderno e mais ainda: é uma maneira de realizá-lo. O tempo moderno é o tempo da cisão e da negação de si mesmo, o tempo da crítica…Hoje… Continue lendo “O sublime e a alegoria” – Katia MURICY

“Goethe & Schiller: História de uma amizade”, biografia de Rüdiger Safranski

Deutsche Welle, 10 de novembro de 2009 Baseada em contradições, amizade entre Schiller e Goethe possibilitou uma das maiores trocas artísticas da literatura alemã. Em uma relação de amor e ódio, a amizade dos escritores teve grande influência em suas obras. https://www.youtube.com/watch?v=8AZpOixNUA4 "Ora, um coração e uma alma - não! Isso ambos não queriam. [...]… Continue lendo “Goethe & Schiller: História de uma amizade”, biografia de Rüdiger Safranski

“Le théâtre d’Eugène Ionesco – l’utopie de l’absurde et les enjeux du dialogue interculturel” – Simona ANTOFI

Synergies Tunisie, n° 3 - 2011 pp. 57-69 Résumé : Ayant une identité multiple – juive, roumaine et – à la suite de l’exil volontaire à Paris – française –, le dramaturge Eugène Ionesco débute sur la scène de la littérature roumaine par un essai critique très agressif, dont le radicalisme idéologique se retrouve dans… Continue lendo “Le théâtre d’Eugène Ionesco – l’utopie de l’absurde et les enjeux du dialogue interculturel” – Simona ANTOFI

“El efecto Baudrillard” – Marc JIMENEZ

Un artículo de Baudrillard titulado «El complot del arte», que se publicó en 1996 en un periódico francés de circulación nacional, fue recibido como una verdadera ofensa, cuyo efecto más espectacular consistió en avivar una polémica que comenzaba a sofocarse. Provocación inepta para los partidarios del arte contemporáneo, las declaraciones del sociólogo parecían conceder un… Continue lendo “El efecto Baudrillard” – Marc JIMENEZ

“Baudelaire: fragmentação e melancolia em meio à multidão” – Joselaine Brodani MEDEIROS

Instrumento - Revista de Estudo e Pesquisa em Educação, v. 11, n. 1, jan./jun. 2009 Resumo: Charles Baudelaire pode ser considerado o poeta das cidades e da modernidade. Viu e sentiu o progresso na França do século XIX e foi um revolucionário para o seu tempo. A cidade e suas galerias infinitas, com pessoas que… Continue lendo “Baudelaire: fragmentação e melancolia em meio à multidão” – Joselaine Brodani MEDEIROS

“Saturnine Constellations: Melancholy in Literary History and in the Works of Baudelaire and Benjamin” – Kevin GODBOUT

A thesis submitted in partial fulfillment of the requirements for the Doctor of Philosophy degree in Comparative Literature, 2016. Supervisor: Călin Mihăilescu, The University of Western Ontario Abstract: Aristotle famously asked the question: why are extraordinary people so often melancholics? “Problem XXX,” written by Aristotle or one of his disciples, speculates that black bile, the… Continue lendo “Saturnine Constellations: Melancholy in Literary History and in the Works of Baudelaire and Benjamin” – Kevin GODBOUT

“Walter Benjamin, leitor de Baudelaire: o poeta contra a multidão e a emergência da modernidade” – Marcos MESSERSCHMIDT

Revista Pólemos, UnB, v. 10 n. 20 (2021) RESUMO: A partir da análise da obra literária de Marcel Proust e, principalmente, da obra poética de Charles Baudelaire, além de textos filosóficos de Henri Bergson e Sigmund Freud, Walter Benjamin desenvolve, em Sobre alguns motivos na obra de Baudelaire, alguns conceitos-chave, como “experiência” (Erfahrung), “choque” e “vivência”… Continue lendo “Walter Benjamin, leitor de Baudelaire: o poeta contra a multidão e a emergência da modernidade” – Marcos MESSERSCHMIDT

“O ensaio como forma” – Theodor W. ADORNO

Destinado a ver o iluminado, não a luz.GOETHE, Pandora Que o ensaio, na Alemanha, esteja difamado como um produto bastardo; que sua forma careça de uma tradição convincente; que suas demandas enfáticas só tenham sido satisfeitas de modo intermitente, tudo isso já foi dito e repreendido o bastante. “A forma do ensaio ainda não conseguiu… Continue lendo “O ensaio como forma” – Theodor W. ADORNO

“De Dada au Surréalisme ou l’«idiotie pure» au suicide” – Benjamin FONDANE

Société d'Études Benjamin Fondane > Textes de Fondane Cette puissante Europe, quand le délire la prend, on ne comprend mot de ce qu'elle dit. Il faut bien soumettre ses rêves à une longue et laborieuse technique, jusqu'à ce qu'ils nous aient au moins révélé leur point de départ. Cette méthode tiendrait de la psychanalyse,  et… Continue lendo “De Dada au Surréalisme ou l’«idiotie pure» au suicide” – Benjamin FONDANE

“L’infinito tra poesia, filosofia e sentire” – Loretta MARCON

ORIZZONTI CULTURALI ITALO-ROMENI, n. 12, dicembre 2021, anno XI Quando parliamo di poesia pensante e di pensiero poetante di Leopardi, immediatamente si presentano alla nostra mente i versi di due particolari Canti: l’Infinito e il Canto notturno di un pastore errante.Il secondo appare immediatamente, nella sua luce lunare, poeticamente spietato nel suo realismo, perché intriso di domande… Continue lendo “L’infinito tra poesia, filosofia e sentire” – Loretta MARCON