“A visĂŁo de mundo pessimista de Julius Bahnsen” – Frederick C. BEISER

Um dos mais ardentes, originais e profundos pessimistas da Ă©poca do Weltschmerz foi Julius Bahnsen (1830-81). Embora a descoberta e publicação de sua autobiografia em 1905 o tenha salvado do esquecimento, e embora tenha havido um leve ressurgimento do interesse em sua psicologia nos anos 30, Bahnsen foi largamente esquecido. Se ele Ă© lembrado, Ă©… Continue lendo “A visĂŁo de mundo pessimista de Julius Bahnsen” – Frederick C. BEISER

La ley universal del debilitamiento de la fuerza – Philipp MAINLÄNDER

HerĂĄclito sostuvo que el conflicto es el padre de todas las cosas. Yo añado: No puede existir en absoluto suficiente fricciĂłn en el universo. El movimiento del cosmos es el movimiento del superser al no ser. Sin embargo, el universo es la desintegraciĂłn en la multiplicidad, es decir, en individualidades egoĂ­stas dispuestas unas contraotras. SĂłlo… Continue lendo La ley universal del debilitamiento de la fuerza – Philipp MAINLÄNDER

Existencialismo, Gnosticismo, Niilismo: a propĂłsito de Cioran – Ioan P. CULIANU

NĂŁo insistiremos na anĂĄlise das relaçÔes entre existencialismo e gnosticismo jĂĄ estabelecidas por Hans Jonas. Eu jĂĄ o fiz em outro lugar, e em detalhes. O gnosticismo e o existencialismo assemelham-se Ă  fenomenologia do ser no mundo, que Ă© "pro-iectionis" (Geworfenheit), abandono, esquecimento, inautenticidade. Mas enquanto esta condição nĂŁo forma, para o gnĂłstico, senĂŁo a… Continue lendo Existencialismo, Gnosticismo, Niilismo: a propĂłsito de Cioran – Ioan P. CULIANU

Filosofia da Animalidade, Vitalismo e Mortalismo, Cioran na Argentina e o “Nada Sulamericano”: em diĂĄlogo com Gustavo Romero (Argentina)

A terceira live tertĂșlia de 2021, realizada em 28 de maio e transmitida no YouTube, contou com a presença de Gustavo Romero, filĂłsofo e professor da Universidad de Buenos Aires (UBA) https://www.youtube.com/watch?v=l4vjoZiGGbI&t=5411s AlĂ©m dos comentĂĄrios contextuais e metateĂłricos acerca da recepção da obra de Cioran na Argentina, dentro e fora da Academia, Gustavo teceu importantes… Continue lendo Filosofia da Animalidade, Vitalismo e Mortalismo, Cioran na Argentina e o “Nada Sulamericano”: em diĂĄlogo com Gustavo Romero (Argentina)

“Cosmogonia de Delirium Tremens” e a PatogĂȘnese do Humano: Duas Alegorias GnĂłsticas

Dir-se-ia que cabe aos doentes revelar-nos a irrealidade dos sentimentos puros, que essa Ă© sua missĂŁo e o sentido de suas provaçÔes. Nada mais natural, pois neles se concentram e se exacerbam as taras de nossa raça. Depois de haver peregrinado atravĂ©s das espĂ©cies, e lutado com maior ou menor ĂȘxito para nelas imprimir sua… Continue lendo “Cosmogonia de Delirium Tremens” e a PatogĂȘnese do Humano: Duas Alegorias GnĂłsticas

“AngĂșstia dialeticamente determinada no sentido de destino” – SĂžren Aabye KIERKEGAARD

Costuma-se geralmente dizer que o paganismo jaz no pecado, porĂ©m seria talvez mais justo afirmar que ele reside na angĂșstia. De modo geral, o paganismo Ă© sensualidade, porĂ©m uma sensualidade que possui certa relação com o espĂ­rito, sem que, contudo, o espĂ­rito no sentido mais profundo esteja posto como espĂ­rito. Mas essa possibilidade Ă© justamente… Continue lendo “AngĂșstia dialeticamente determinada no sentido de destino” – SĂžren Aabye KIERKEGAARD

“Uma breve histĂłria do tempo verdadeiro” – Peter SLOTERDIJK

Segundo uma palavra de Adolf von Harnack, a gnose significa a helenização aguda do cristianismo. Isso continuaria sendo uma observação profunda, mesmo se conseguissem comprovar as hipĂłteses da origem nĂŁo cristĂŁ da gnose. Pois independentemente de onde a gnose possa ter surgido — no judaĂ­smo herĂ©tico-apocalĂ­ptico, no dualismo iraniano, num platonismo orientalizado, na hermĂ©tica ou… Continue lendo “Uma breve histĂłria do tempo verdadeiro” – Peter SLOTERDIJK

“A demarcação do lugar da filosofia de Schopenhauer na histĂłria da filosofia” (Dax Moraes)

https://www.youtube.com/watch?v=mwbmccaOWSE O significado de "idealismo" nas obras de Kant e Schopenhauer nĂŁo Ă© tĂŁo claro como poder-se-ia supor Ă  primeira vista. Na edição de 1844 de O mundo como vontade e representação, Schopenhauer anuncia a tese da absoluta distinção entre real e ideal, demarcando assim a peculiaridade de sua filosofia em relação a todos os… Continue lendo “A demarcação do lugar da filosofia de Schopenhauer na histĂłria da filosofia” (Dax Moraes)