“A História é des-evangélica” – Peter SLOTERDIJK

Devemos lembrar que o historicismo europeu começou como um empreendimento otimista de apropriação de todo o passado da humanidade como sendo a nossa pré-história. O otimismo heróico da apropriação histórica total está principalmente ligado às obras de Hegel e Marx. Hegel tentou reivindicar o passado total de todos os seres humanos pensantes como a propriedade… Continue lendo “A História é des-evangélica” – Peter SLOTERDIJK

Prefácio à edição inglesa do Breviário de Decomposição – Eugene THACKER

Eugene Thacker é filósofo, poeta, escritor e professor de media studies em The New School , na cidade de Nova York. Sua produção se concentra, em grande parte, em temas como filosofia do niilismo e pessimismo filosófico. Entre seus livros estão In the Dust of This Planet (parte da trilogia Horror of Philosophy) e Infinite… Continue lendo Prefácio à edição inglesa do Breviário de Decomposição – Eugene THACKER

An Unheard-of Reflection On/Against The Image, by E.M. CIORAN

An enigmatic text, mostly unheard-of by even the most knowledgeable experts in the matter of Cioran, is among the selected writings that compose Contra la Historia [Against History], a collection of aphorisms and essays edited by Esther Seligson, with the purpose of diffusing Cioran's writings in the Spanish-speaking world when his books were just starting… Continue lendo An Unheard-of Reflection On/Against The Image, by E.M. CIORAN

Contra a Imagem – E.M. CIORAN

Um texto enigmático, ausente de todos os livros de Cioran, corresponde ao último título no índice da antologia editada por Esther Seligson, intelectual e tradutora mexicana, de origem judaica, que se tornaria uma correspondente epistolar e amiga de Cioran à distância. Contra la historia não é um título de Cioran (ainda que exprima bem a… Continue lendo Contra a Imagem – E.M. CIORAN

“Duas diatribes”: mais 2 ensaios inéditos de Cioran traduzidos ao português

O TEXTO: Dois ensaios complementares de Cioran, “Portrait du civilisé”, extraído de La chute dans le temps (1964), e “Les nouveaux dieux”, de Le mauvais démiurge (1969), em que o pensador demonstra sua veia ensaística e vigorosa prosa literário-filosófica. Trata-se de duas diatribes, dois ensaios tenazes a meio caminho entre as filosofias helenísticas e a… Continue lendo “Duas diatribes”: mais 2 ensaios inéditos de Cioran traduzidos ao português

La amiga alemana de Cioran (José Ignacio Nájera)

Tras un día de debates acadêmicos y celebración de los 70 años desde la publicación del primer libro de Cioran escrito en francés, el Précis de décomposition, nada mejor para coronar un día perfectamente cioraniano (incluso la lluvia ayudó) que recibir un texto inédito de un importante colaborador del Portal E.M.Cioran 🇧🇷: el profesor José… Continue lendo La amiga alemana de Cioran (José Ignacio Nájera)

Fenêtre sur le Rien (Emil Cioran)

CIORAN, Emil. Fenêtre sur le Rien. Trad. de Nicolas Cavaillès. Paris: Gallimard/Arcades, 2019 Avec Divagations, ce recueil exceptionnel constitue la dernière oeuvre de Cioran écrite en roumain. Vaste ensemble de fragments probablement composés entre 1941 et 1945, ce recueil inachevé et inédit commence par une sentence programmatique : « L'imbécile fonde son existence seulement sur ce qui… Continue lendo Fenêtre sur le Rien (Emil Cioran)

A Criação fracassada (E.M. Cioran)

Como o mal preside tudo o que é corruptível, o que equivale a dizer tudo o que vive, é uma tentativa ridícula querer demonstrar que ele possui menos ser que o bem, ou que não possui nenhum. Os que o assimilam ao nada imaginam salvar, assim, o pobre deus bom. Só se pode salvá-lo tendo… Continue lendo A Criação fracassada (E.M. Cioran)

“Soledad y destino en Cioran” (José Ignacio Nájera)

De nuevo Hermida Editores nos ofrece en castellano un manjar cioraniano. Se trata de los famosos artículos que van de 1931 a 1943. Los años feroces de Cioran. Sin saber a ciencia cierta las causas, el anciano escritor autorizó en 1991 su publicación en rumano (Singuratate si destin, ed. Humanitas), y un poco después, en… Continue lendo “Soledad y destino en Cioran” (José Ignacio Nájera)