Entre el dolor y la alegría de existir: aproximaciones al pensamiento de Émil Cioran y Albert Cossery – Belén Nava Valdés | UAEMEX 🇲🇽

Conferencia realizada en el ámbito del Coloquio Internacional Liliana Herrera en torno a Cioran (14/10/2021). A través del presente escrito se sugiere introducirse en las reflexiones finales de dos autores que conllevan su disgusto por los ideales. Cioran y Albert Cossery comparten una manera radical de desconfigurar las piedras monumentales que han sostenido a la… Continue lendo Entre el dolor y la alegría de existir: aproximaciones al pensamiento de Émil Cioran y Albert Cossery – Belén Nava Valdés | UAEMEX 🇲🇽

“Nostalgia”, de Mircea Cărtărescu, em língua japonesa

Foi recentemente publicado no Japão, graças ao notável tradutor Sumiya Haruya, Nostalgia, romance do escritor romeno Mircea Cărtărescu. Sumiya Haruya nasceu em 1931, na província de Gunma, em uma família de criadores de bicho-da-seda. Em 1953, graduou-se na Faculdade de Língua e Literatura Francesa da Universidade de Tóquio. Desde os anos 1970, Sumiya Haruya tem… Continue lendo “Nostalgia”, de Mircea Cărtărescu, em língua japonesa

“A lição da nostalgia: a invenção de uma doença” – Jean STAROBINSKI

A história dos sentimentos e das “mentalidades” levanta uma questão de método, que tem a ver com a relação entre os sentimentos e a linguagem. Os sentimentos cuja história queremos retraçar só nos são acessíveis a partir do momento em que se manifestaram, verbalmente ou por qualquer outro meio expressivo. Para o crítico, para o… Continue lendo “A lição da nostalgia: a invenção de uma doença” – Jean STAROBINSKI

“Entre Paraísos y Líricas” – M. Liliana Herrera A.

Espacio M. Liliana Herrera A. 🇨🇴

¿Ocuparán los pétalos el lugar de las ideas?…

Uno de los temas recurrentes en la lamentación cioraniana es el de los paraísos: el que perdimos por nuestra caída y el efímero que perdemos día a día. De esto es un buen ejemplo un libro extraño, monótono y fatigosamente bello en su expresión: hablamos del Breviario de los vencidos. Leído en nuestra lengua, este texto adquiere una singular belleza y es desde su traducción al español que surge nuestra reflexión[1]. Este Breviario parecería ser el más íntimo (exceptuando, claro está, Cahiers) por su atmósfera lunar, pictórica y fúnebre que expresa como ningún otro de sus textos rumanos una terrible desolación[2]. ¿Qué intuición, nos lleva a esta idea? La fecha en que empezó a escribirlo; la fecha en que lo abandonó; y su edad[3]. Es el libro medianero de su paso de Rumania…

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Existencialismo, Gnosticismo, Niilismo: a propósito de Cioran – Ioan P. CULIANU

Não insistiremos na análise das relações entre existencialismo e gnosticismo já estabelecidas por Hans Jonas. Eu já o fiz em outro lugar, e em detalhes. O gnosticismo e o existencialismo assemelham-se à fenomenologia do ser no mundo, que é "pro-iectionis" (Geworfenheit), abandono, esquecimento, inautenticidade. Mas enquanto esta condição não forma, para o gnóstico, senão a… Continue lendo Existencialismo, Gnosticismo, Niilismo: a propósito de Cioran – Ioan P. CULIANU

“Discursos do silêncio” – Guilherme Castelo Branco

Jornal do Brasil, 28 de março de 1987 Clement Rosset, autor da trilogia Elementos para uma filosofia do trágico, reconhece o valor dos pensadores que, recusando a tradição, afirmam o pior. Conheça um pouco da teoria deste francês que será lançado no Brasil no segundo semestre deste ano. A filosofia, segundo a tradição, é um… Continue lendo “Discursos do silêncio” – Guilherme Castelo Branco

“Cioran, el último gnóstico” – Fernando SAVATER

Voy a revelarles un secreto: como tantas otras cosas buenas de las que disfrutan en la actualidad, los españoles le deben las traducciones de E. M. Cioran a… a Franco. Por lo menos las mías, que a falta de otro mérito tienen el de ser las primeras que pudieron comprarse en nuestras librerías. Si la… Continue lendo “Cioran, el último gnóstico” – Fernando SAVATER

“Carl Schmitt e a política da violência: amigo e inimigo” – Byung-Chul HAN

Segundo Carl Schmitt, a essência da política é a distinção entre amigo e inimigo. O pensar político e o instinto político nada mais significam do que a “capacidade de distinguir entre amigo e inimigo”. “Amigo/inimigo” não é um código binário usual que diferencia o sistema político de outros sistemas, pois o político não é um… Continue lendo “Carl Schmitt e a política da violência: amigo e inimigo” – Byung-Chul HAN

Influência como Dis-Astrum, Melancolia e “Inferno Astral”

Não há fim para a “influência”, palavra que Shakespeare usou em dois sentidos diferentes mas relacionados. Pouco antes da segunda entrada do Espectro, na primeira cena de Hamlet, o erudito Horatio evoca o mundo de Júlio César de Shakespeare, onde: Pouco antes de tombar o poderosíssimo Júlio,As tumbas estavam desabitadas e os cadáveres amortalhadosGuinchavam e… Continue lendo Influência como Dis-Astrum, Melancolia e “Inferno Astral”

“Pensar por si mesmo” – Arthur SCHOPENHAUER

§1. A mais rica biblioteca, quando desorganizada, não é tão proveitosa quanto uma bastante modesta, mas bem ordenada. Da mesma maneira, uma grande quantidade de conhecimentos, quando não foi elaborada por um pensamento próprio, tem muito menos valor do que uma quantidade bem mais limitada, que, no entanto, foi devidamente assimilada. Pois é apenas por… Continue lendo “Pensar por si mesmo” – Arthur SCHOPENHAUER