“Melancolia, uma constante ocidental?” – Luiz Costa Lima

Primeira parte: esboço de uma história multissecular A intuição ordinária declara: porque não somos bastante espertos, costuma haver um descompasso entre o tempo em que deveria realizar-se uma certa experiência e seu efetivo cumprimento. Dito de maneira mais precisa: o mecanismo da vida humana costuma supor o desacerto entre a meta e o tempo de… Continue lendo “Melancolia, uma constante ocidental?” – Luiz Costa Lima

“Secularizarea acediei sau despre metamorfozele spleenului cioranian” (Vasile Chira)

e-Bibliotheca septentrionalis

de lect. univ. dr. Vasile CHIRA
Facultatea de Teologie „Andrei Şaguna” Sibiu

Vasile Chira_3După ce în prefaţa la „Florile răului” înşiră toate păcatele, toate metamorfozele infernului, Baudelaire pune ca punct culminant, ca apoteoză a nimicului, urâtul. Spleenul va constitui, de altfel, o obsesie a întregului sfârşit de secol XIX, ajungând până la expresioniştii secolului XX.

Un pas important în etiologia spleenului îl face Heidegger în „Ce este metafizica?” Filosoful german interpretează plictisul în contextul relevării neantului, nu al nimicirii, ci al nimicnicirii. Însă adevărata fenomenologie a plictisului o face Cioran, care pornește de la diferenţa de grad dintre banala plictiseală psihologică și plictisul metafizic.

Plictisul, văzut de Cioran în corelaţie cu vidul, nu este legat în mod expres de disoluţia ecstatică pe care o presupune Nirvana budistă, ci de o stare de dezagregare continuă a cosmosului, de fluctuaţiile sensibilităţii.

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“A preguiça e a melancolia” (Oswaldo Giacóia Jr.)

https://www.youtube.com/watch?v=UK49cyajj24 Nesta série do Café Filosófico que fala dos 7 pecados capitais, chegou a hora de entender a preguiça. Por que a preguiça é pecado? Porque é vergonhosa? Se a preguiça ofende a moral ocidental apoiada na produtividade, no fazer, preguiça também é fruto da necessidade humana, de entorpecimento diante da ferida da existência, diante… Continue lendo “A preguiça e a melancolia” (Oswaldo Giacóia Jr.)

“La constellation de la solitude chez Cioran” (Maria Tronea)

Revue de l'AMOPA, n° 213, troisième trimestre 2016 Le mal être Le thème de la solitude humaine est le thème structurant de l'œuvre de Cioran. Le mot clé, « solitude », est accompagné par tout un cortège lexical illustrant ce sentiment douloureux de l'être : l'ennui (« Le sentiment fondamental chez moi, le Weltschmerz l'ennui… Continue lendo “La constellation de la solitude chez Cioran” (Maria Tronea)

“Le fragment comme résurgence de l’acédie chez Cioran” (Lauralie Chatelet)

Cahiers ERTA, 2017, Numéro 11 (« Acédie / Honte, malaise, inquiétude, ressentiment »). Lauralie Chatelet prépare une thèse depuis 2014 en littérature à l'université Jean Moulin (Lyon III). Elle a présenté un mémoire sur « La Négation comme moteur de l'écriture chez Cioran » en 2012 à l'université Stendhal (Grenoble III). Elle travaille actuellement sous la… Continue lendo “Le fragment comme résurgence de l’acédie chez Cioran” (Lauralie Chatelet)

“Tempo sem experiência” – Olgária MATOS

Uma reflexão sobre o tempo sem experiência da contemporaneidade. Como a atual aceleração da sociedade cria a sensação de que não há tempo para nada. Na realidade, são os próprios mecanismos sociais e econômicos que necessitam dessa situação. As diferenças entre tédio e monotonia podem caracterizar diferentes formas de se relacionar com o tempo. A… Continue lendo “Tempo sem experiência” – Olgária MATOS

“Indirect death: ennui and void” (Mircea Lăzărescu)

Romanian Journal of Artistic Creativity, New York, Summer 2015, vol III, no. 2 (10). The questions that Emil Cioran asks time and again could be phrased like: What was God doing before creating the world, time and man? What does God do when he leaves man all alone in the world? What does God do… Continue lendo “Indirect death: ennui and void” (Mircea Lăzărescu)

Filosofia do Tédio – Lars SVENDSEN

Esse livro investiga uma das preocupações centrais de nossa era ao sondar a natureza do tédio, quando ele se origina, como nos aflige e por que, ao que parece, somos incapazes de superá-lo por qualquer ato de vontade. De forma leve e espirituosa, com citações abrangentes que abarcam nomes como Heidegger, Nietzsche, Madonna e Warhol,… Continue lendo Filosofia do Tédio – Lars SVENDSEN

“L’insomniaque et l’homme qui dort : un trompe-l’oeil rhétorique” (Mircea Ardeleanu)

Studies on Literature, Discourse and Multicultural Dialogue, 75-86, 2014. 2014. Abstract: 'Echo effects' link Emil Cioran's aphorisms and Georges Perec's novel A Man Asleep. How can they be explained from a literary point of view, knowing that Cioran hardly liked the contemporary novel, that Perec on the other hand did not especially like artful writings and… Continue lendo “L’insomniaque et l’homme qui dort : un trompe-l’oeil rhétorique” (Mircea Ardeleanu)

“O pecado de acedia” (Jean Starobinski)

O médico antigo trata da “paixão” do corpo; o filósofo se aplica em curar as “doenças” da alma. As analogias são grandes e justificam as confusões, voluntárias ou não, do vocabulário. De onde quer que venha, a tristeza depressiva exige uma medicação, pela palavra, pela droga, pelo regime diário. No mundo cristão torna-se infinitamente mais… Continue lendo “O pecado de acedia” (Jean Starobinski)