“The End of Theory” – Byung-Chul HAN

Columbus and His Egg Bentham likened his panopticon to ‘Columbus and his egg’. By his account, the invention should be applied to all disciplinary milieus of incarceration because it promotes the exceptionally efficient surveillance of inmates. The panopticon represents a watershed in the social order: ‘What would you say, if by the gradual adoption and… Continue lendo “The End of Theory” – Byung-Chul HAN

“Da dignidade ontológica da literatura” – Jeann-Marie GAGNEBIN

Revista Rapsódia, (8), 2014, p. 51-67 O título bastante pomposo dessa conferência vem da hipótese que gostaria de desenvolver com vocês: na paisagem filosófica contemporânea, em particular no domínio pleno de relações tumultuosas entre filosofia e literatura, Paul Ricœur ocupa um lugar privilegiado. Sem curvar a filosofia sobre uma forma específica de literatura nem a… Continue lendo “Da dignidade ontológica da literatura” – Jeann-Marie GAGNEBIN

“O ensaio como forma” – Theodor W. ADORNO

Destinado a ver o iluminado, não a luz.GOETHE, Pandora Que o ensaio, na Alemanha, esteja difamado como um produto bastardo; que sua forma careça de uma tradição convincente; que suas demandas enfáticas só tenham sido satisfeitas de modo intermitente, tudo isso já foi dito e repreendido o bastante. “A forma do ensaio ainda não conseguiu… Continue lendo “O ensaio como forma” – Theodor W. ADORNO

“Perdas: o fim das teodicéias modernas” – Susan NEIMAN

Muitas vezes alega-se que Auschwitz acabou com as crenças anteriores de que o progresso era inevitável, mas tais alegações pressupõem uma ingenuidade que poucos textos conseguem suportar. Vimos o ceticismo quanto à capacidade da humanidade de melhorar permear a obra de pensadores iluministas tão profundamente opostos entre si quanto Voltaire e Rousseau. Em 1794, ao… Continue lendo “Perdas: o fim das teodicéias modernas” – Susan NEIMAN

“O Marquês de Sade e a sombria divindade da Natureza” – John GRAY

"Arrogante, colérico, irascível, em tudo radical, com uma imaginação dissoluta como nunca se viu, ateu até o fanatismo, em suma este sou eu, e que me aceitem como sou, pois não mudarei."' Essa autodescrição fornece um perfil admiravelmente preciso do marquês de Sade. Eternamente associado à crueldade — a expressão "sadismo" foi cunhada no fim… Continue lendo “O Marquês de Sade e a sombria divindade da Natureza” – John GRAY

“Genealogia do antissemita na Dialética do Esclarecimento” – Rodrigo DUARTE

De fato — e aqui chega-se à sétima e última divisão do texto, sobre “a mentalidade do ticket” — o processo de produção artificial de uma virtual unanimidade é muito semelhante no braço totalitário e no braço “democrático” do capitalismo tardio. Quanto ao primeiro, os autores indicam que não é preciso ser um anti-semita convicto… Continue lendo “Genealogia do antissemita na Dialética do Esclarecimento” – Rodrigo DUARTE

“After affirmation, or, being a loser. On vitalism, sacrifice, and cinders” (Paul Harrison)

GeoHumanities, Durham University, 1 (2). pp. 285-306. What could it mean to hesitate before life? To be unwilling or unable to affirm existence? And who or what would suggest such a thing? What type of monster would embrace sadness over joy, despair over hope, failure over success? And yet this is what is proposed. This… Continue lendo “After affirmation, or, being a loser. On vitalism, sacrifice, and cinders” (Paul Harrison)