Pensar y escribir al margen: Cioran, Caraco, Gómez Dávila – Sigifredo Esquivel Marín | UAZ 🇲🇽

https://www.youtube.com/watch?v=1XbZpbZ49Gc ¿Qué tienen en común escritores tan absolutamente singulares e irreductibles como Emil Cioran, Albert Caraco y Nicolás Gómez Dávila? A primera vista podría decirse que su refinado sentido estético preciosista, su antimodernismo a ultranza y su amor-odio por la devastación más extrema, pero quizá haya otros elementos que aproximarían dichas obras en un diálogo… Continue lendo Pensar y escribir al margen: Cioran, Caraco, Gómez Dávila – Sigifredo Esquivel Marín | UAZ ðŸ‡²ðŸ‡½

“A Conspiração de Lautréamont” – Lucas Calaço Almeida Rocha

"Em Maldoror, o Criador é o inimigo último e primordial, sendo a obra em toda sua integridade uma imensa batalha entre o protagonista e a divindade cristã. Para Maldoror (e, por consequência, para Lautréamont), Deus é seu Luís XIV, o monarca tirânico sentado em Seu trono no Absoluto, um Leviatã da Eternidade que necessita ser… Continue lendo “A Conspiração de Lautréamont” – Lucas Calaço Almeida Rocha

“Albert Caraco, o filósofo do caos” – Ricardo Ernesto Rose

Publicado em Debates Culturais - Liberdade de Ideias e Opiniões, 07/03/2017 Eu nasci para mim mesmo entre 1946 e 1948, foi então que abri meus olhos para o mundo, até este momento era cego.” (Albert Caraco, pensador e escritor) As primeiras três décadas do século XX foram um período de grandes movimentos sociais, econômicos e… Continue lendo “Albert Caraco, o filósofo do caos” – Ricardo Ernesto Rose

“Cioran e Caraco: la differenza fondamentale” (Fabrizio Li Vigni)

Sitosophia - Intossicati di cultura Nato a Costantinopoli nel 1919, Albert Caraco fu uno scrittore e filosofo francese di origini ebraiche. Durante l’infanzia cambiò più volte dimora, vivendo con la famiglia tra Vienna, Praga, Berlino e Parigi. In quest’ultima città studiò economia, prima di fuggire, all’approssimarsi della Seconda Guerra mondiale, in favore del Sud America.… Continue lendo “Cioran e Caraco: la differenza fondamentale” (Fabrizio Li Vigni)