“Emil Cioran e Albert Cossery, entre a dor e a alegria de existir”: entrevista com Belén Nava Valdés (UAEMéx)

Com Cioran descobri que havia uma outra forma de “fazer filosofia”. Mais do que ler um pensador, aproximo-me de Cioran numa tentativa, sempre interminável, de autocompreensão.Belén N. Valdés Belén Nava Valdés é formada em Filosofia e Antropologia Social pela Universidad Autónoma del Estado de México (UAEMéx). Leciona no Instituto Politécnico Nacional (IPN). É mestranda em… Continue lendo “Emil Cioran e Albert Cossery, entre a dor e a alegria de existir”: entrevista com Belén Nava Valdés (UAEMéx)

“No segredo dos moralistas” – E.M. CIORAN

Quando enchemos todo o universo de tristeza, só nos resta, para reavivar o espírito, a alegria, a rara, a fulgurante alegria; e é quando já não esperamos mais que sofremos a fascinação da esperança: a Vida, presente oferecido aos vivos pelos obcecados da morte… Como a direção de nossos pensamentos não é a de nossos… Continue lendo “No segredo dos moralistas” – E.M. CIORAN

“A alegria e o trágico em Nietzsche” – Roberto MACHADO

Como relacionar a alegria e o trágico? A relação entre esses dois elementos é pensada pelo filósofo Roberto Machado a partir da filosofia trágica de Nietzsche. Para que a vida fosse afirmada, seria preciso combater o pessimismo causado pelo niilismo, o niilismo passivo. No programa, Roberto apresenta os outros tipos de niilismo e também a… Continue lendo “A alegria e o trágico em Nietzsche” – Roberto MACHADO

E.M. Cioran & Clément Rosset: filosofias paralelas

https://www.youtube.com/watch?v=kSWqqrmEP_8 https://www.youtube.com/watch?v=sGAkLhTpTGM

“A Música é essencialmente triste ou alegre? Uma questão ociosa” – Rodrigo MENEZES

Quando esgotamos os pretextos que incitam à alegria ou à tristeza, conseguimos vivê-las, ambas, em estado puro: nos igualamos assim aos loucos... Silogismos da amargura Uma discussão interessante, mas não fecunda, senão ociosa, é entabulada por Clément Rosset em seu livro sobre o tema da beatitude em Nietzsche: Alegria -- A Força Maior (1983) --… Continue lendo “A Música é essencialmente triste ou alegre? Uma questão ociosa” – Rodrigo MENEZES

Renúncia: covardia ou heroísmo moderno? (Emil Cioran)

Quando Buda fala de renúncia, é como se nós falássemos do amor. Renunciar com a naturalidade de uma flor que se fecha ao entardecer: esse é o segredo de uma renúncia que não poderemos realizar nunca, porque colocamos demasiada paixão nas negações. Não se tornam positivas todas as negações durante nossos momentos de tensão? Ao… Continue lendo Renúncia: covardia ou heroísmo moderno? (Emil Cioran)

G.K. Chesterton, por Gustavo Corção

O GLOBO, Rio de Janeiro, 06 de junho de 1974 Graças à vigilância de Antônio Olinto, na sua “Porta de Livraria” de O Globo, chego ainda a tempo para saudar o centenário de G. K. Chesterton, o incomparável escritor inglês que mais indelevelmente me marcou a alma nos dias em que andei perdido pelo mundo… Continue lendo G.K. Chesterton, por Gustavo Corção

“A alegria da confusão total” – CIORAN

Alegremo-nos de que na confusão possamos alcançar a totalidade, de que possamos atualizar, em um instante, todos os planos espirituais e todas as divergências. Os estados de admirável confusão interna, que não implicam em absoluto a confusão das ideias, estão mais próximos de nosso centro subjetivo do que todas as mudanças de planos nas quais… Continue lendo “A alegria da confusão total” – CIORAN

“A alegria musical” – Clément ROSSET

Levando em conta o papel central que tem a jubilação e a experiência musical, aquela, em Nietzsche, sempre ligada a esta, a credibilidade do pensamento nietzscheano aparece como tributária da credibilidade de uma concepção da música, cujo esboço, em certo sentido, já definitivo, O nascimento da tragédia apresenta. Esta concepção se pode ser resumida em… Continue lendo “A alegria musical” – Clément ROSSET

“Se ha desatado la inquisición: perseguir fantasías eróticas”. Entrevista a Fernando Savater.

LA VANGUARDIA, 15/11/2010 Tengo 63 años. Nací y vivo en Sebastián. Soy jubilado como catedrático de Filosofía. Vivo en pareja y tengo un hijo, Amador (39). Fui izquierdista sin crueldad y aspiro a ser conservador sin vileza. ¿Dios? Creo sólo en lo natural. La única obligación del ser humano es la alegría. Dice preferir lo… Continue lendo “Se ha desatado la inquisición: perseguir fantasías eróticas”. Entrevista a Fernando Savater.