Ceticismo como doença da vontade e a niilina russa – NIETZSCHE

Se hoje um filósofo dá a entender que não é cético —espero que tal se tenha subentendido nessa descrição do espírito objetivo —, todos escutam isso com desgosto; observam-no com algum receio, gostariam de lhe perguntar tantas, tantas coisas… sim, entre ouvintes temerosos, tais como existem hoje em quantidade, ele é doravante considerado perigoso. Para… Continue lendo Ceticismo como doença da vontade e a niilina russa – NIETZSCHE

“O princípio de incerteza” – Clément ROSSET

“A necessidade de uma fé forte não é prova de fé forte, é, isso sim, o contrário. Se alguém tem essa fé, pode permitir-se o luxo do ceticismo.”Nietzsche, O Crepúsculo dos ídolos Montaigne sugere, em uma passagem da Apologia de Raimond Sebond, uma definição da verdade filosófica tão desconcertante quanto pertinente: “Duvido que Epicuro, Platão… Continue lendo “O princípio de incerteza” – Clément ROSSET

Sobre solidão, filosofias e máscaras (Nietzsche)

Percebe-se sempre nos escritos de um solitário algo como o eco do deserto, como o murmúrio e o olhar tímido da solidão, as suas expressões mais enérgicas, até seu grito, ressaltam também em uma nova espécie nova e mais perigosa de calar, o subentender. Em quem, por anos inteiros, dia e noite, permanece só com… Continue lendo Sobre solidão, filosofias e máscaras (Nietzsche)