“Cioran: ilusĂ”es, essĂȘncias, desilusĂ”es” – Rodrigo MENEZES

Enquanto permanece enfeitiçado e apaixonado pelas IlusĂ”es em sua juventude, Cioran evoca, em oposição Ă quelas, as EssĂȘncias, dando indĂ­cios de querer pensar metafisicamente uma Alma imortal (substancial, essencial, “divina”), assim como "Deus", "eternidade", "absoluto". A oposição platĂŽnica entre IlusĂ”es e EssĂȘncias, no Livro das IlusĂ”es, revela um Cioran ainda incapaz de tirar as Ășltimas consequĂȘncias… Continue lendo “Cioran: ilusĂ”es, essĂȘncias, desilusĂ”es” – Rodrigo MENEZES

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“Camus: entre o sim e o nĂŁo a Nietzsche” – Marcelo ALVES

Dissertação de mestrado em Literatura. Área de concentração em Teoria LiterĂĄria. Curso de PĂłs-Graduação em Literatura da Universidade Federal de Santa Catarina, 1998. RESUMO: A explicitação da leitura que Camus faz de Nietzsche Ă© o fio condutor para a abordagem critica de trĂȘs elementos marcantes na produção camusiana: o pessimismo, a revolta e a adesĂŁo… Continue lendo “Camus: entre o sim e o nĂŁo a Nietzsche” – Marcelo ALVES

“Indicios del odioamoramiento en la vida y obra de E. M. Cioran” (Aleyda Muñoz LĂłpez)

Revista Desde el JardĂ­n de Freud, Universidad Nacional de Colombia, nr. 19 (2019): 299-310, doi: 10.15446/djf.n19.76726 Indicios del odioamoramiento en la vida y obra de E. M. Cioran En tĂ©rminos de Freud, la acciĂłn conjugada, y tambiĂ©n contrapuesta, de Eros y TĂĄnatos nos permite entender los fenĂłmenos de la vida. Por otro lado, Lacan precisa… Continue lendo “Indicios del odioamoramiento en la vida y obra de E. M. Cioran” (Aleyda Muñoz LĂłpez)

“Vontade de PotĂȘncia, uma fachada para a vida” (Emil Cioran)

PARA QUEM A VIDA Ă© a realidade suprema, sem ser uma evidĂȘncia, nĂŁo seria “se podemos ou nĂŁo amar a vida” a pergunta que mais pode atormentĂĄ-lo? Perturbadora e deliciosa incerteza, mas que requer uma resposta. É fascinante e amargo ao mesmo tempo nĂŁo saber se se ama ou nĂŁo a vida. PreferirĂ­amos nĂŁo ter… Continue lendo “Vontade de PotĂȘncia, uma fachada para a vida” (Emil Cioran)

“Um estranho nos bastidores” – John GRAY

O santo padroeiro do humanismo Ă© uma figura enigmĂĄtica. NĂŁo temos como saber como era de fato SĂłcrates, jĂĄ que a imagem que dele temos foi moldada por PlatĂŁo. O fundador da filosofia ocidental pode ter sido um sofista que, em vez de aceitar que nada sabia, acreditava nada haver que valesse a pena saber;… Continue lendo “Um estranho nos bastidores” – John GRAY

“Beatitude e sofrimento” – ClĂ©ment ROSSET

Tomo emprestado ao comunicado de Henri Birault, no colĂłquio Royaumont sobre Nietzsche, em 1964, o termo “beatitude”, para definir o tema central da filosofia nietzschiana. Provavelmente, do mesmo modo, outros termos conviriam: alegria de viver, gĂĄudio, jĂșbilo, prazer de existir, adesĂŁo Ă  realidade, e ainda muitos outros. Pouco importa a palavra, aqui Ă© a ideia… Continue lendo “Beatitude e sofrimento” – ClĂ©ment ROSSET

“O pensamento da morte” – NIETZSCHE

EM MIM me produz uma melancĂłlica felicidade viver nessa profusĂŁo de vielas, de necessidades, de vozes: quanta fruição, quanta impaciĂȘncia e cobiça, quanta sede e embriaguez de vida nĂŁo se manifestam aĂ­ a cada instante! Mas logo haverĂĄ tanto silĂȘncio para todos esses viventes ruidosos e sequiosos de vida! Como atrĂĄs de cada um estĂĄ… Continue lendo “O pensamento da morte” – NIETZSCHE

“É preciso aprender a amar” (Nietzsche)

EIS O QUE SUCEDE conosco na mĂșsica: primeiro temos que aprender a ouvir uma figura, uma melodia, a detectĂĄ-la, distingui-la, isolando-a e demarcando-a como uma vida em si; entĂŁo Ă© necessĂĄrio empenho e boa vontade para suportĂĄ-la, nĂŁo obstante sua estranheza, usar de paciĂȘncia com seu olhar e sua expressĂŁo, de brandura c om o que nela Ă©… Continue lendo “É preciso aprender a amar” (Nietzsche)

“A Grande Dor, extremo liberador do espĂ­rito” – NIETZSCHE

1. FreqĂŒentemente me perguntei se nĂŁo tenho um dĂ©bito mais profundo com os anos mais difĂ­ceis de minha vida do que com outros quaisquer. Minha natureza Ă­ntima me ensina que tudo necessĂĄrio, visto do alto e no sentido de uma grande economia, Ă© tambĂ©m vantajoso em si -- deve-se nĂŁo apenas suportĂĄ-lo, deve-se amĂĄ-lo... Amor… Continue lendo “A Grande Dor, extremo liberador do espĂ­rito” – NIETZSCHE

“Consciousness
 the dagger in the flesh. An essay on Cioran” – Awet Moges

HYPERBOREANS, December 14, 2010 After 7 years, I was burned out by philosophy, yet I continued to haunt the philosophy section in search for anything radical and profound. Amidst the expected titles commonly found at any bookstore, sat A Short History of Decay. I pulled it off the shelf in the faint hopes of killing… Continue lendo “Consciousness
 the dagger in the flesh. An essay on Cioran” – Awet Moges