“Discursos do silĂȘncio” – Guilherme Castelo Branco

Jornal do Brasil, 28 de março de 1987 Clement Rosset, autor da trilogia Elementos para uma filosofia do trĂĄgico, reconhece o valor dos pensadores que, recusando a tradição, afirmam o pior. Conheça um pouco da teoria deste francĂȘs que serĂĄ lançado no Brasil no segundo semestre deste ano. A filosofia, segundo a tradição, Ă© um… Continue lendo “Discursos do silĂȘncio” – Guilherme Castelo Branco

E.M. Cioran & Clément Rosset: filosofias paralelas

https://www.youtube.com/watch?v=kSWqqrmEP_8 https://www.youtube.com/watch?v=sGAkLhTpTGM

“Aniquilação”, ou da Anti-Natureza – Rodrigo InĂĄcio R. SÁ MENEZES

Revista TrĂĄgica: estudos de filosofia da imanĂȘncia, Rio de Janeiro, v. 12, nÂș 2, p. 80-104, 2019. RESUMO: Trata-se de analisar o filme “Aniquilação” (2018) Ă  luz da filosofia trĂĄgica de ClĂ©ment Rosset (1939-2018), particularmente seu livro de 1973, A anti-natureza. Trata-se, ao mesmo tempo, de uma homenagem ao filĂłsofo, que faleceu semanas apĂłs o… Continue lendo “Aniquilação”, ou da Anti-Natureza – Rodrigo InĂĄcio R. SÁ MENEZES

Revista Trågica: ediçÔes temåticas Clément Rosset (in memoriam) [1]

Revista TrĂĄgica: estudos de filosofia da imanĂȘncia, Rio de Janeiro, v. 12, nÂș 1, 2019 Editorial ClĂ©ment Rosset, in memoriam: um testemunho Nos idos de 1987, comecei a ler ClĂ©ment Rosset, entre os 18 e 19 anos de idade, na graduação, no texto original francĂȘs, com o saudoso Fernando JosĂ© Fagundes Ribeiro, que viria logo… Continue lendo Revista TrĂĄgica: ediçÔes temĂĄticas ClĂ©ment Rosset (in memoriam) [1]

“Necessidade e ContingĂȘncia, o ‘Irreparavelmente JĂĄ Sabido Desde Sempre’ e o ImponderĂĄvel do NĂŁo-Saber Essencial (Rodrigo InĂĄcio R. SĂĄ Menezes)

SĂł se suicidam os otimistas, os otimistas que nĂŁo conseguem mais sĂȘ-lo. Os outros, nĂŁo tendo nenhuma razĂŁo para viver, por que a teriam para morrer? (Silogismos da amargura) Poucas sĂŁo as filosofias capazes de equilibrar, numa rara harmonia na tensĂŁo, os princĂ­pios ontolĂłgicos antinĂŽmicos da necessidade e da contingĂȘncia; ora necessidade, ora contingĂȘncia, ou… Continue lendo “Necessidade e ContingĂȘncia, o ‘Irreparavelmente JĂĄ Sabido Desde Sempre’ e o ImponderĂĄvel do NĂŁo-Saber Essencial (Rodrigo InĂĄcio R. SĂĄ Menezes)

“O deus maldito e outros deuses” (Fernando Savater)

Um deus ameaça sempre no horizonte. (BD) ApĂłs as contundentes e entusiĂĄsticas declaraçÔes sobre a morte de Deus que nos propiciaram o sĂ©culo passado e este, as exaustivas descriçÔes de sua agonia, os recenseamentos minuciosos do seu estertor, pouco ainda parece possĂ­vel dizer sobre um tema tĂŁo decrĂ©pito. Deus Ă© um recurso literĂĄrio jĂĄ em… Continue lendo “O deus maldito e outros deuses” (Fernando Savater)

“De inutensĂ­lios e dessantidades: a palavra poĂ©tica em Manoel de Barros e Cioran” – Rodrigo MENEZES

NinguĂ©m Ă© pai de um poema sem morrer.Manoel de Barros Se leio um livro e ele torna o meu corpo tĂŁo frio que nenhum fogo seria jamais capaz de me aquecer, eu sei que aquilo Ă© poesia. Se eu sinto, fisicamente, como se o topo de minha cabeça tivesse sido arrancado, eu sei que aquilo Ă© poesia.Emily Dickinson CIORAN NÃO TEVE a oportunidade de conhecer este gigante, e… Continue lendo “De inutensĂ­lios e dessantidades: a palavra poĂ©tica em Manoel de Barros e Cioran” – Rodrigo MENEZES

“A-caso, o que nĂŁo Ă© o caso” (Rodrigo InĂĄcio R. SĂĄ Menezes)

Nenhum conceito filosĂłfico mais instĂĄvel, em sua tradução do grego antigo, do que o "acaso". Ao menos desde AristĂłteles, "acaso" diz-se de duas formas: ΀ύχη (tĂœke) eÂ Î±ÏÏ„ÏŒÎŒÎ±Ï„ÎżÎœ (autĂłmaton). TĂœke é tambĂ©m o nome de um divindade, especialmente venerada -- e temida -- no perĂ­odo helenĂ­stico (perĂ­odo definido por E.R. Dodds como "uma era de ansiedade"). AutĂłmaton corresponde… Continue lendo “A-caso, o que nĂŁo Ă© o caso” (Rodrigo InĂĄcio R. SĂĄ Menezes)

“O reinado do falso Nietzsche” (ClĂ©ment Rosset)

FOLHA DE S. PAULO, 8 de junho de 2003 HĂĄ muito poucos filĂłsofos por sĂ©culo; terĂ­amos dificuldade de encontrar mais de 20 desde ParmĂȘnides: no que se refere ao sĂ©culo 20, conheço apenas dois, Bergson e Wittgenstein 1. Nietzsche, sem hesitação. Sem as leituras de Nietzsche, particularmente "O Nascimento da TragĂ©dia", por volta dos 18 anos,… Continue lendo “O reinado do falso Nietzsche” (ClĂ©ment Rosset)