“Averroes, el filósofo andalusí” – Andrés Martínez LORCA

Fundación Juan March, Madrid, 13 de febrero de 2020 https://www.youtube.com/watch?v=Qi54mYQ288w&t=801s El catedrático emérito de Filosofía de la UNED, Andrés Martínez Lorca, repasa las diferentes facetas del pensamiento de Averroes. La fama de este sabio cordobés en el mundo arabo-islámico se debió fundamentalmente a su labor como jurista; si bien no llegó a ejercer como filósofo,… Continue lendo “Averroes, el filósofo andalusí” – Andrés Martínez LORCA

Sobre a Música no MVR – Arthur SCHOPENHAUER

De fato, embora se possa dizer que a lógica está para o pensamento racional como o baixo fundamental para a música, e, também, em termos menos precisos, que a ética está para a virtude como a estética para a arte, tem-se de notar, em contrapartida, que nunca um artista veio a sê-lo pelo estudo da… Continue lendo Sobre a Música no MVR – Arthur SCHOPENHAUER

“Cioran nunca le perdonó a Dios que no existiera” – Darío PRIETO

El Mundo, 19 enero 2020 Fernando Savater, traductor y máximo experto sobre el pensador rumano-francés en España, desmonta los estereotipos sobre él Quizá porque todos hemos fantaseado alguna vez con suicidarnos y dejarle un bonito cadáver a este mundo cruel, la lectura de Cioran se ha convertido en una actividad mucho más extendida de lo que cabría suponer para… Continue lendo “Cioran nunca le perdonó a Dios que no existiera” – Darío PRIETO

Cioran, Chestov, Kierkegaard & a filiação-Jó

Quando penso quão pouco aprendi dos grandes filósofos! Nunca me fizeram falta nem Kant, nem Descartes nem Aristóteles; seu pensamento vale somente para nossos momentos de solidão, para nossas dúvidas consentidas. Mas me detive em Jó, com uma piedade filial. CIORAN, O Livro das ilusões "A covardia humana não pode suportar o que nos dizem… Continue lendo Cioran, Chestov, Kierkegaard & a filiação-Jó

Schopenhauer, pessimismo filosófico e a recepção brasileira de Cioran: Ciprian Vălcan em diálogo com Flamarion Caldeira Ramos

Entrevista originalmente publicada em ARCA – Revistã lunarã de literaturã, eseu, arte vizuale, muzicã (fondatã în februarie 1990 la Arad), anul XXV, nr. 4-5-6, 2014, e incluída no volume Cioran, un aventurier nemişcat. 30 de interviuri [Cioran, um aventureiro imóvel. 30 entrevistas] (Bucureşti, Editura ALL, 2015), com 30 entrevistas feitas por Ciprian Vălcan com de exegetas de Cioran de todo o mundo, das… Continue lendo Schopenhauer, pessimismo filosófico e a recepção brasileira de Cioran: Ciprian Vălcan em diálogo com Flamarion Caldeira Ramos

“A Maioridade de poucos e a Menoridade de muitos: Esclarecimento, Emancipação e Pessimismo Antropológico em Kant” – Rodrigo MENEZES

Kant é o pai do pessimismo advogado por mim, enquanto Schopenhauer parcialmente desfigurou e estragou o pessimismo kantiano. Eduard von Hartmann, Philosophie des Unbewussten (1884) Introdução O célebre texto de Immanuel Kant (1724-1804) Resposta à questão: o que é o Esclarecimento?, publicado na revista Berlinischen Monatsschrift em 1784, fora motivado pela publicação prévia, na mesma… Continue lendo “A Maioridade de poucos e a Menoridade de muitos: Esclarecimento, Emancipação e Pessimismo Antropológico em Kant” – Rodrigo MENEZES

“É preciso ser cético” – Marcio Tavares D’AMARAL

O Globo, 26/12/2015 Duvidando de todos os sins, eles têm certeza de todos os nãos Céticos são os que duvidam de tudo. Não acreditam em promessas, juras de amor, boas intenções. Olham de banda a própria realidade, que corre sob seus narizes: é falsa. Política? É lama. Políticos? Bandidos. E, evidentemente, não lhes venham com… Continue lendo “É preciso ser cético” – Marcio Tavares D’AMARAL

“Acerca do budismo, Cioran e filosofia ocidental” – Paulo BORGES

CV - Em que medida um melhor conhecimento da filosofia oriental contribui para a transformação da reflexão filosófica da tradição ocidental? No seu caso, como é que o budismo influenciou o estilo de filosofia que pratica? PB - Conhecer as filosofias orientais – muito diversas entre si – é indispensável para conhecer melhor a própria… Continue lendo “Acerca do budismo, Cioran e filosofia ocidental” – Paulo BORGES

“Como a política é uma questão de logos” [1/2] – Barbara CASSIN

O paradoxo começa a se explicar quando aceitamos regredir, para aquém de nossas antíteses modernas (democracia/conservadorismo, revolução/reação), à própria constituição da polis que marca o "milagre grego" do século V. Polis, logos, sofística: o caráter eminentemente político da sofística é, antes de tudo, um questão de logos, termo em que o grego liga, como se… Continue lendo “Como a política é uma questão de logos” [1/2] – Barbara CASSIN

“Tudo mais é literatura” – Barbara CASSIN

Atualmente, só se pode ser incompleto e alusivo; no melhor dos casos, programático. Com o triunfo da retórica sofística, entramos, de fato, em literatura. Como escrever fora dos dois grandes gêneros patenteados - quando não se é nem poeta nem filósofo? Uma inventividade exuberante e lábil se desdobra em mais de dois séculos, nessa Antigüidade… Continue lendo “Tudo mais é literatura” – Barbara CASSIN