“Edward Gordon Craig e o Über-Marionette – A pedagogia da morte do ator e uma interface com o teatro da Índia” – Almir Ribeiro da Silva Filho

Tese de Doutorado, Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, Escola de Comunicação e Artes (ECA), Universidade de São Paulo (USP), 2013 [PDF] Resumo: O Über-marionette é a proposta mais célebre e polêmica de Edward Gordon Craig. Ela parte de uma premissa inicial que sentencia à morte o ator, identificado como um empecilho para o desenvolvimento… Continue lendo “Edward Gordon Craig e o Über-Marionette – A pedagogia da morte do ator e uma interface com o teatro da Índia” – Almir Ribeiro da Silva Filho

“Estatuto paradoxal da pele e cultura contemporânea: da porosidade à pele-teflon” (Maria Cristina Franco Ferraz)

Galaxia (São Paulo, Online), n. 27, p. 61-71, jun. 2014 Resumo: A exploração do estatuto paradoxal da pele – interface dentro/fora – permite ultrapassar a dicotomia metafísica superfície/profundidade, problematizando a tendência atual, também expressa na teoria, a um elogio das superfícies e a um horror por oposições dicotômicas. Possibilita avaliar as implicações do fechamento da… Continue lendo “Estatuto paradoxal da pele e cultura contemporânea: da porosidade à pele-teflon” (Maria Cristina Franco Ferraz)

“O visitante de um mundo abandonado pelo seu demiurgo: Sylvie Jaudeau e o gnosticismo ateu de Cioran (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

As nossas fontes gnósticas, por mais distantes que pareçam, não deixam de inspirar ainda a nossa literatura. Menos de uma maneira direta (poucos escritores de fato conhecem esse período da nossa história reservado aos eruditos) quanto de maneira inconsciente. Eu não falo de uma referência histórica, mas de uma impregnação da sensibilidade por toda uma… Continue lendo “O visitante de um mundo abandonado pelo seu demiurgo: Sylvie Jaudeau e o gnosticismo ateu de Cioran (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“De inutensílios e dessantidades: a palavra poética em Manoel de Barros e Cioran” – Rodrigo MENEZES

Ninguém é pai de um poema sem morrer.Manoel de Barros Se leio um livro e ele torna o meu corpo tão frio que nenhum fogo seria jamais capaz de me aquecer, eu sei que aquilo é poesia. Se eu sinto, fisicamente, como se o topo de minha cabeça tivesse sido arrancado, eu sei que aquilo é poesia.Emily Dickinson CIORAN NÃO TEVE a oportunidade de conhecer este gigante, e… Continue lendo “De inutensílios e dessantidades: a palavra poética em Manoel de Barros e Cioran” – Rodrigo MENEZES