“Crimes do futuro: o grotesco-chic da distopia de David Cronenberg” – Rodrigo MENEZES

Esgotados os modos de expressão, a arte se orienta para o sem-sentido, para um universo privado e incomunicável. Todo estremecimento inteligível, tanto em pintura como em música ou em poesia, nos parece, com razão, antiquado ou vulgar. O público desaparecerá em breve; a arte o seguirá de perto.Uma civilização que começou com as catedrais tinha… Continue lendo “Crimes do futuro: o grotesco-chic da distopia de David Cronenberg” – Rodrigo MENEZES

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“Um Artista da Fome” – KAFKA

Nas últimas décadas o interesse pelos artistas da fome diminuiu bastante. Se antes compensava promover, por conta própria, grandes apresentações desse gênero, hoje isso é completamente impossível. Os tempos eram outros. Antigamente toda a cidade se ocupava com os artistas da fome; a participação aumentava a cada dia de jejum; todo mundo queria ver o… Continue lendo “Um Artista da Fome” – KAFKA

“Primeira dor” – KAFKA

Um artista do trapézio — como se sabe, esta arte que se pratica no alto da cúpula dos grandes teatros de variedades é uma das mais difíceis entre todas as acessíveis aos homens — tinha organizado sua vida de tal maneira, primeiro pelo esforço de perfeição, mais tarde pelo hábito que se tornou tirânico, que… Continue lendo “Primeira dor” – KAFKA

“O prior da Ordem da Santa Temeridade” – Peter SLOTERDIJK

A obra de Cioran pode ser considerada como um conjunto de exercícios, a meio caminho entre ginástica e ascese, experimentando todas as posições do homem sem posição.  Parece-me que a melhor maneira de abordar o fenômeno Cioran é escolher como fios condutores duas proposições de Nietzsche: “Quem se despreza, ainda preza a si mesmo como… Continue lendo “O prior da Ordem da Santa Temeridade” – Peter SLOTERDIJK