“Moral como antinatureza” – NIETZSCHE

Todas as paixĂ”es tĂȘm um perĂ­odo em que sĂŁo meramente funestas, em que levam para baixo suas vĂ­timas com o peso da estupidez — e um perĂ­odo posterior, bem posterior, em que se casam com o espĂ­rito, se “espiritualizam”. Antes, devido Ă  estupidez na paixĂŁo, fazia-se guerra Ă  paixĂŁo mesma: conspirava-se para aniquilĂĄ-la — todos… Continue lendo “Moral como antinatureza” – NIETZSCHE

Publicidade

“Paleontologia”, de Cioran: uma meditação ascĂ©tica sobre a carne e o esqueleto – Rodrigo Menezes

PalĂ©ontologie [Paleontologia] Ă© um importante texto no conjunto da obra de Cioran, tanto pelo recorte temĂĄtico quanto por sua peculiaridade estilĂ­stica. O ensaio faz parte de Le mauvais dĂ©miurge (1969), o sexto livro escrito pelo pensador romeno em lĂ­ngua francesa (ainda inĂ©dito em lĂ­ngua portuguesa). Le mauvais dĂ©miurge Ă© o quarto livro consecutivo de Cioran… Continue lendo “Paleontologia”, de Cioran: uma meditação ascĂ©tica sobre a carne e o esqueleto – Rodrigo Menezes

« PalĂ©ontologie », de Le Mauvais DĂ©miurge (1969): leitura comentada – Rodrigo Menezes

Live tertĂșlia no YouTube sobre um importantĂ­ssimo ensaio deste livro ainda inĂ©dito em lĂ­ngua portuguesa, Le mauvais dĂ©miurge (1969). Data: 27/11/2021HorĂĄrio: 19h00 (BRA) O Caderno de Talamanca, escrito em 1966 durante uma temporada de fĂ©rias na Espanha, antecipa algumas das ideias de Le mauvais dĂ©miurge e, particularmente, de "Paleontologia": "Redenção: pelo conhecimento, pela ultrapassagem do… Continue lendo « PalĂ©ontologie », de Le Mauvais DĂ©miurge (1969): leitura comentada – Rodrigo Menezes

Santidade & Ceticismo: Modelos de Antinatureza, Duas Impossibilidades

Ser mais inutilizĂĄvel que um santo
Silogismos da amargura O cĂ©tico, para o grande desespero do demĂŽnio, Ă© o homem inutilizĂĄvel por excelĂȘncia.La Chute dans le temps Uma boa maneira de entender o que muda no modo de pensar de Cioran, na transição entre a juventude nacionalista e a maturidade exilada, entre seus livros romenos e… Continue lendo Santidade & Ceticismo: Modelos de Antinatureza, Duas Impossibilidades

“Cioran: Trapista Negativo, ou a Desforra da Criatura Inconformada” – Rodrigo MENEZES

https://www.youtube.com/watch?v=XNwx4jU1DBE&t=1s Portal E.M. Cioran Brasil: 1 ano de (in)existĂȘncia no YouTube... Mas, ironicamente, o vĂ­deo mais visto nĂŁo Ă© sobre Cioran e nĂŁo tem nada a ver com ele, diretamente. Die Grosse Stille (2005), de Philip Gröning, Ă© um primoroso documentĂĄrio alemĂŁo, de 3h de duração, quase todo em silĂȘncio, que retrata a rotina do… Continue lendo “Cioran: Trapista Negativo, ou a Desforra da Criatura Inconformada” – Rodrigo MENEZES

“Pascal e Nietzsche” (JosĂ© Thomaz Brum)

Cadernos Nietzsche, nr. 8, p. 35-41, 2000 Resumo: Este artigo procura estudar a presença do filĂłsofo francĂȘs Blaise Pascal (1623-1662) na obra de Nietzsche e propĂ”e uma comparação entre os dois pensadores, na qual o estilo aforĂ­stico e as questĂ”es que dizem respeito ao cristianismo sĂŁo pontos essenciais.Palavras-chave: Pascal/Nietzsche – cristianismo – aforismo –ascetismo. "Os… Continue lendo “Pascal e Nietzsche” (JosĂ© Thomaz Brum)

O Anarquista e o CristĂŁo – NIETZSCHE

Surpreende-se in flagranti a insalubridade dos meios cristĂŁos, quando se compara o fim cristĂŁo com o fim do CĂłdigo de Manu – quando se foca com luz forte a ingente contradição destes fins. O crĂ­tico do Cristianismo nĂŁo pode poupar-se a tornĂĄ-lo desprezĂ­vel. Um cĂłdigo como o de Manu surge como todos os bons cĂłdigos:… Continue lendo O Anarquista e o CristĂŁo – NIETZSCHE

Nietzsche sobre Schopenhauer, MainlÀnder e o Pessimismus alemão

Schopenhauer foi, como filĂłsofo, o primeiro ateĂ­sta confesso e inabalĂĄvel que nĂłs, alemĂŁes, tivemos: esse era o pano de fundo de sua hostilidade a Hegel. A profanidade da existĂȘncia era para ele algo dado, tangĂ­vel, indiscutĂ­vel; ele perdia a sua compostura de filĂłsofo e se encolerizava toda vez que alguĂ©m mostrava hesitação e fazia rodeios… Continue lendo Nietzsche sobre Schopenhauer, MainlĂ€nder e o Pessimismus alemĂŁo

“Um novo ascetismo” (Emil Cioran)

NĂŁo tem que nos doer a transitoriedade das coisas terrestres ou a inexistĂȘncia das celestes. Que tudo esteja destinado a perecer, que tudo seja vĂŁo e fugaz, que tudo careça absolutamente de valor e consistĂȘncia, isso sĂł pode provocar desgosto... Mas nĂŁo pode provocĂĄ-lo quando se pensa como em uma existĂȘncia tĂŁo reduzida no tempo… Continue lendo “Um novo ascetismo” (Emil Cioran)

“Pascal e Nietzsche” – JosĂ© Thomaz BRUM

Cadernos Nietzsche, nr. 8, p. 35-41, 2000 Resumo: Este artigo procura estudar a presença do filĂłsofo francĂȘs Blaise Pascal (1623-1662) na obra de Nietzsche e propĂ”e uma comparação entre os dois pensadores, na qual o estilo aforĂ­stico e as questĂ”es que dizem respeito ao cristianismo sĂŁo pontos essenciais.Palavras-chave: Pascal/Nietzsche – cristianismo – aforismo –ascetismo Os… Continue lendo “Pascal e Nietzsche” – JosĂ© Thomaz BRUM