“Contra a HistĂłria: a Odisseia gnĂłstica de Cioran” – Rodrigo MENEZES

Se tudo o que se concebeu e empreendeu desde AdĂŁo Ă© ou suspeito ou perigoso ou inĂștil, que fazer? Dessolidarizar-se da espĂ©cie? Seria esquecer que nunca se Ă© tĂŁo humano como quando se lamenta sĂȘ-lo. CIORAN, La Chute dans le temps (1964) Seriez-vous rĂ©ac ? — Si vous voulez, mais dans le sens oĂč Dieu… Continue lendo “Contra a HistĂłria: a Odisseia gnĂłstica de Cioran” – Rodrigo MENEZES

“Um humanista radical: Cioran ou a virtude do pessimismo” – Entrevista com Carlos Javier GonzĂĄlez SERRANO

"O pessimista nĂŁo diz que temos que sofrer, mas que devemos estar preparados para isso. Nesse sentido, o pessimista Ă© um revolucionĂĄrio: nĂŁo quer deixar o mundo como estĂĄ, mas tambĂ©m nĂŁo cria falsas expectativas. Ele nos situa no mundo como espectadores privilegiados e muito realistas." Carlos Javier GonzĂĄlez Serrano O que se denomina "pessimismo"… Continue lendo “Um humanista radical: Cioran ou a virtude do pessimismo” – Entrevista com Carlos Javier GonzĂĄlez SERRANO

“Em nome do medo” – MOONSPELL đŸŽ¶

"Em nome do medo" Ă© uma canção da banda portuguesa de heavy metal Moonspell que tem como tema o notĂłrio terremoto de Lisboa. Apesar de Moonspell ter um ĂĄlbum intitulado 1755 (ano do fatĂ­dico terremoto), esta faixa pertence a outro ĂĄlbum da banda: Alpha Noir (2012). O terremoto provocou dois tipos de reação opostas na sociedade… Continue lendo “Em nome do medo” – MOONSPELL đŸŽ¶

“MisĂ©ria eterna da humanidade, eterna revolta metafĂ­sica” – CIORAN

Frente Ă  misĂ©ria, tenho vergonha atĂ© da existĂȘncia da mĂșsica. A injustiça constitui a essĂȘncia da vida social. Como aderir, sabendo disso, a qualquer doutrina?CIORAN, Nos Cumes do Desespero (1934) Convencido de que a misĂ©ria estĂĄ intimamente ligada Ă  existĂȘncia, nĂŁo posso aderir a nenhuma doutrina humanitĂĄria. Elas me parecem, em sua totalidade, igualmente ilusĂłrias… Continue lendo “MisĂ©ria eterna da humanidade, eterna revolta metafĂ­sica” – CIORAN

Los sufrimientos del mundo – SCHOPENHAUER

Si nos representamos, en la medida en que ello sea posible de forma aproximada, la suma de necesidades, dolores y sufrimientos que el Sol ilumina en su curso, admitiremos que serĂ­a mucho mejor que el fenĂłmeno de la vida no se pudiera provocar en la Tierra mĂĄs que en la Luna sino que, al igual… Continue lendo Los sufrimientos del mundo – SCHOPENHAUER

“A poesia revoltada” – CAMUS

Se a revolta metafĂ­sica recusa o sim, limitando-se a negar de modo absoluto, ela se destina a parecer. Se cai na adoração do que existe, renunciando a contestar uma parte da realidade, obriga-se mais cedo ou mais tarde a agir. Entre um e outro, Ivan Karamazov representa, mas num sentido doloroso, o laisser-faire. A poesia… Continue lendo “A poesia revoltada” – CAMUS

“A recusa da salvação” – Albert CAMUS

Se o revoltado romĂąntico exalta o indivĂ­duo e o mal, nĂŁo toma por isso mesmo o partido dos homens, mas apenas o prĂłprio partido. O dandismo Ă© sempre e em qualquer de suas formas um dandismo em relação a Deus. Na qualidade de criatura, o indivĂ­duo sĂł pode opor-se ao criador. Ele tem necessidade de… Continue lendo “A recusa da salvação” – Albert CAMUS

“A revolta metafĂ­sica” – Albert CAMUS

A revolta metafĂ­sica Ă© o movimento pelo qual um homem se insurge contra a sua condição e contra a criação. Ela Ă© metafĂ­sica porque contesta os fins do homem e da criação. O escravo protesta contra tal condição no interior de seu estado de escravidĂŁo; o revoltado metafĂ­sico, contra sua condição na qualidade de homem.… Continue lendo “A revolta metafĂ­sica” – Albert CAMUS

“Ensaio sobre o pensamento reacionĂĄrio”: De Maistre e a ateodicĂ©ia gnĂłstica de Cioran

O problema do mal sĂł perturba realmente alguns delicados, alguns cĂ©ticos, revoltados pela maneira como o crente se conforma com ele ou o escamoteia. É para esses entĂŁo que, em primeiro lugar, se dirigem as teodiceias, tentativas de humanizar Deus, acrobacias desesperadas que fracassam e se comprometem no seu prĂłprio terreno, desmentidas a cada instante… Continue lendo “Ensaio sobre o pensamento reacionĂĄrio”: De Maistre e a ateodicĂ©ia gnĂłstica de Cioran