“Cioran, Bach, God, and Isabelle Huppert’s Endless Je Ne Sais Quoi” – Teia BRÎNZĂ

Capital Cultural, România, 11/06/2018 In 2001, the legendary French actress Isabelle Huppert showed up at Cannes dressed in a vaporous black dress and with a temporary tattoo. The black lettering spanning across her arms and back read a quote from Emil Cioran: Dieu peut remercier Bach, parce que Bach est la preuve de l’existence de Dieu*.… Continue lendo “Cioran, Bach, God, and Isabelle Huppert’s Endless Je Ne Sais Quoi” – Teia BRÎNZĂ

Imagens de Deus no Livro das Ilusões (1936), de Emil Cioran

A ideia fixa do sistema não é menos suspeita quando se aplica ao estudo dos místicos. Trata-se de uma atitude ainda tolerável no caso de Mestre Eckhart, porque ele próprio teve o cuidado de disciplinar o seu pensamento: pois não era ele um pregador? [..] Mas que dizer de um Angelus Silesius, cujos dísticos se… Continue lendo Imagens de Deus no Livro das Ilusões (1936), de Emil Cioran

“Emil Cioran: música e mística” – Thiago Perdigão

Diário Popular, 29 de outubro de 2020 Considerado pelo poeta Saint-John Perse como o prosador mais importante da língua francesa desde Paul Valéry, o filósofo romeno Emil Cioran (1911-1995) foi autor de dez obras em francês e cinco em língua romena, nas quais reflexões filosóficas são apresentadas por meio do paradoxo, da autoironia e do… Continue lendo “Emil Cioran: música e mística” – Thiago Perdigão

“Música e ceticismo” – CIORAN

Busquei a Dúvida em todas as artes e só a encontrei camuflada, furtiva, dissipada nos entreatos da inspiração, surgida do relaxamento do impulso; mas renunciei a buscá-la – mesmo sob essa forma – em música; aí não poderia florescer: ignorando a ironia, a música procede não das malícias do intelecto, mas dos matizes ternos ou… Continue lendo “Música e ceticismo” – CIORAN

Cioran e a “ferida secreta de não ser músico”

"Tudo o que me ocupa, essas nostalgias de todo tipo, esses dilaceramentos uivantes, essa tristeza subterrânea, e esses arrepios de além de todos os mundos - é através da música que eu teria podido expressá-los, e é com toda razão que eu posso me declarar um fracassado [raté] por não ser músico.Essa ferida secreta de… Continue lendo Cioran e a “ferida secreta de não ser músico”

“El músico de Dios”, por Belén Altuna

Espacio M. Liliana Herrera A. 🇨🇴

El País, 28 diciembre, 2011

Leyendo las pinceladas biográficas de ese genio informático venerado por casi todos que fue Steve Jobs, me encuentro con esta respuesta dada al virtuoso Yo-Yo Ma cuando éste tocó en su casa un tema de Bach con unstradivariusde 1733: “Tu interpretación es el mejor argumento que he oído nunca sobre la existencia de Dios”. Lo que me resulta sorprendente no es la exclamación en sí, sino la cantidad de personas que han dejado testimonio de la misma impresión. Poco antes se lo había leído a Coetzee: “La mejor prueba de que tenemos de que la vida es buena y de que después de todo tal vez exista un Dios que se preocupa por nuestro bienestar, es que a cada uno de nosotros, el día que nacemos, le llega la música de Johann Sebastian Bach. Nos llega como un regalo que no nos…

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BACH, el primer jazzista

"Lo ideal será poder repetirse como... Bach" - CIORAN https://www.youtube.com/watch?time_continue=954&v=sdVDOxCd19I&feature=emb_title El arte de la improvisación, inherente al lenguaje del jazz, era una de las destrezas de Bach más valoradas por sus contemporáneos. Su obra se ha convertido hoy en un standard inagotable para músicos de jazz. Con la participación de Josep Colom, Miguel Ituarte, Baptiste… Continue lendo BACH, el primer jazzista

Prefácio do livro de Liliana Herrera, “Cioran: lo voluptuoso, lo insoluble”, por Jaime Rubio Angulo

Espacio M. Liliana Herrera A. 🇨🇴

Cioran: lo voluptuoso, lo insoluble é o título – algo enigmático – deste novo trabalho de M. Liliana Herrera sobre o filósofo romeno. Cioran voluptuoso, insolúvel? Sem dúvida; sempre que descobrirmos o sentido destas categorias em desenvolvimento ao longo do texto. Categorias que vêm sublinhar a originalidade e a novidade deste trabalho realizado cara a cara com a exceção – no caso, Cioran. O voluptuoso e o insolúvel determinam o espaço de jogo da presente reflexão.

Este livro se apresenta como uma leitura da obra de Cioran. Leitura criativa que desdobra incessantemente horizontes de sentido. Outra observação para começar: a intepretação que nos oferece é da ordem do fragmento, isto é do intervalo; a interpretação é um jogo que se joga entre o voluptuoso e o insolúvel. Não se trata de um sentido construído tematicamente, mas antes composto musicalmente. Basta ver o título das partes que compõem esta obra.


“Há…

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Aforismos & textos comentados: “Adeus à filosofia”

Em homenagem ao aniversário de 25 anos do falecimento do filósofo (8 de abril de 1911 - 20 de junho de 1995) https://www.youtube.com/watch?v=l1J5R6_5wvE Trata-se de uma leitura aprofundada e expandida, crítica e comentada, do texto de Cioran intitulado “Adeus à filosofia”, parte integrante do Breviário de decomposição, seu primeiro livro escrito em francês, uma vez… Continue lendo Aforismos & textos comentados: “Adeus à filosofia”