“Libre comme un mort-né : Emil Cioran” – Nancy HUSTON

L’être humain qui allait se transformer petit à petit en Emil Cioran démarra lorsqu’un spermatozoïde de pope orthodoxe rencontra un ovule gisant dans les tubes fallopiens d’une femme mélancolique. Cinquante et un ans plus tard, dans une lettre à son frère, c’est de cela que se souviendra le plus célèbre pessimiste d’Europe : “Je pense souvent… Continue lendo “Libre comme un mort-né : Emil Cioran” – Nancy HUSTON

T̩dio como vazio de significado pessoal РLars SVENDSEN

Beckett escolheu a distorção, isto é, a arte. A antítese que ele propõe entre isolamento honesto e sociabilidade desonesta e a inevitável falta de comunicação que resulta de ambas pode servir como definição de toda a sua obra. Como ele também diz: "Estamos sós. Não podemos conhecer e não podemos ser conhecidos." Todo gesto extrovertido… Continue lendo Tédio como vazio de significado pessoal – Lars SVENDSEN

“Brecht é discípulo de Piscator”: entrevista de Ionesco ao JB (1960)

Suplemento dominical do Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 5/6 de novembro de 1960 Nossa entrevista com lonesco — comprimida entre dois encontros do famoso teatrólogo romeno, hoje naturalizado francês — tem lugar no hall do Copacabana Palace. Seu nervosismo e sobretudo o temor de ser massacrado por mais de um jornalista caracterizam os primeiros… Continue lendo “Brecht é discípulo de Piscator”: entrevista de Ionesco ao JB (1960)

“Cioran: da Solidão” – Ana Maria HADDAD BAPTISTA

"Cioran é um dos poucos filósofos que consegue atravessar, com tranquilidade, o sentido mais profundo da vida. Para ele fama e ser conhecido, contrariamente à maioria do que pensam as pessoas, é uma verdadeira desgraça. Ele nunca esconde tais posições. [...] é atualíssimo e mais do que isso: uma leitura obrigatória para quem busca um… Continue lendo “Cioran: da Solidão” – Ana Maria HADDAD BAPTISTA

“La canción de quien quiso ser el hijo del verdugo” – George STEINER

Cuadernos hispanoamericanos, nr. 573, marzo 1998 ¿Qué tenemos aquí? Un leviatán de mil páginas que dice ser el texto íntegro de 34 cuadernos, idénticos en formato, que E. M. Cioran completó entre los veranos de 1957 y 1972. Dichos cuadernos fueron descubier- tos a la muerte de Cioran por Simone Boué, una de las pocas… Continue lendo “La canción de quien quiso ser el hijo del verdugo” – George STEINER

“Le cri de Job chez Cioran : dialectique du dépouillement” (Lauralie Chatelet)

La brièveté, Unité de recherche en littérature, discours et civilisation, Nov 2017, Sfax, Tunisie. Alors que les formes brèves des moralistes classiques sont synonymes d’une maîtrise parfaite tant du signifiant que du signifié, faire bref au XXe siècle fait écho à la perception par le monde littéraire d’un échec du langage, d’une incomplétude essentielle d’ailleurs… Continue lendo “Le cri de Job chez Cioran : dialectique du dépouillement” (Lauralie Chatelet)

An admiration of F. Scott Fitzgerald

HTMLGIANT - The Internet Literature Magazine Blog of the Future, April 12th, 2013 Anathemas and Admirations by E. M. Cioran Arcade Publishing, Nov 2012 272 pages / $14.95 E.M. Cioran’s work indicates the caustic philosophical consequences of sleepless rumination upon insignificance and failure. It is thick with anxiety, but retains buoyancy, the sick humour of… Continue lendo An admiration of F. Scott Fitzgerald

“Misticismo ateu” (John Gray)

"Tentarei de novo dizer o indizível, expressar com palavras pobres o que tenho de dar aos devotos infiéis do misticismo nominalista, do misticismo cético [...] O mundo não existe duas vezes. Nao existe um Deus separado do mundo, nem um mundo separado de Deus. Esta convicção tem sido chamada de panteísmo. [...I Por que não?… Continue lendo “Misticismo ateu” (John Gray)

“Esther Seligson” – Elena PONIATOWSKA

La Jornada, Mexico, 14 de febrero de 2010 "Tienes que poder." "No puedo." "Claro que puedes" â€“ la voz se hace aún más tajante. "Esther, el 7 de julio es el cumpleaños de mi hijo." Al oír la palabra "hijo", Esther cambia radicalmente. (A ella se le murió su hijo Adrián, que voló de este mundo.) "Ah, entonces… Continue lendo “Esther Seligson” – Elena PONIATOWSKA

“Cioran o el grito de la conciencia ulcerada” (Esther Seligson)

Revista de la Universidad de Mexico, no. 413, junio de 1985 A]uan Espinasa, quien nos regaló el primer libro de Cioran que leímos Fieles a la pregunta que E. M. Cioran se hace en su ensayo Más allá de la novela, "¿ qué interés puede presentar una vida?", podríamos suprimir sus datos biográficos, que se… Continue lendo “Cioran o el grito de la conciencia ulcerada” (Esther Seligson)