Aforismos sobre a Música em Silogismos da Amargura (1952), de Cioran

Nascido com uma alma habitual, pedi outra à música: foi o começo de desgraças maravilhosas... § Sem o imperialismo do conceito, a música teria substituído a filosofia: teria sido o paraíso da evidência inexprimível, uma epidemia de êxtases. § Beethoven viciou a música: introduziu nela as mudanças de humor, deixou que nela penetrasse a cólera.… Continue lendo Aforismos sobre a Música em Silogismos da Amargura (1952), de Cioran

“Pode algum compositor igualar-se a Bach?” (Clemency-Burton Hill)

BBC, 17 de setembro de 2014 ("Can any composer equal Bach?") Quase 300 anos após sua morte, Johann Sebastian Bach continua sendo o padrão-ouro da música clássica. Clemency-Burton Hill explora a razão disso. No programa do café-da-manhã da Rádio BBC 3 nós temos uma seção chamada Bach antes das 7. Toda manhã semanal, antes das… Continue lendo “Pode algum compositor igualar-se a Bach?” (Clemency-Burton Hill)

“Lágrimas e Santos, versão do diretor” – Rodrigo MENEZES

Para Joan M. Marín. Todo leitor de Cioran sabe que um dos seus livros romenos, após Nos cumes do desespero (1934) e O livro das ilusões (1936) (ambos traduzidos e publicados no Brasil), é Lacrimi şi Sfinţi [Lágrimas e Santos], cronologicamente o terceiro título no conjunto da obra (publicado na Romênia em 1937). O que não é… Continue lendo “Lágrimas e Santos, versão do diretor” – Rodrigo MENEZES

Duas cervejas, um sanduíche e mil tiradas filósoficas: Clément Rosset por Roland Jaccard

Se a esperança é o pior dos males, se é derrisório pretender mudar a vida, o que resta então? Resposta de Clément Rosset: “Resta, contudo, uma última hipótese: a de uma satisfação total no seio do infinito mesmo, semelhante ao júbilo amoroso descrito por La Fontaine numa célebre fábula (“Seja tudo você mesmo, conte o… Continue lendo Duas cervejas, um sanduíche e mil tiradas filósoficas: Clément Rosset por Roland Jaccard