Arautos do Evangelho: os segredos escondidos nos castelos do grupo católico

Os Arautos do Evangelho são uma associação privada de padres brasileiros, aprovada pelo Vaticano em 2001. Fundada pelo brasileiro João Scognamiglio Clá Dias, ex-membro da TFP (Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade), ela se espalhou pelo país e oferece, em suas instalações, atividades extra-curriculares a crianças e jovens em idade escolar, como… Continue lendo Arautos do Evangelho: os segredos escondidos nos castelos do grupo católico

“Jesus veio nos libertar das religiões?” (Juan Arias)

El País, 17 de dezembro 2019 Logo depois surgiu uma Igreja misógina que continua tristemente viva dois mil anos mais tarde e pela qual o revolucionário papa Francisco luta para devolvê-la o sopro de liberdade Pode parecer um paradoxo, mas existe um consenso entre o biblistas mais abertos de hoje em defender que o profeta… Continue lendo “Jesus veio nos libertar das religiões?” (Juan Arias)

“El poder de la palabra”: única grabación de la voz de Miguel de Unamuno (1931)

https://www.youtube.com/watch?v=nflKqPLxeL8 "Un crítico francés de nuestra literatura española, dijo, que en España, apenas hay escritores, sino oradores por escrito. Acaso es cierto. Por mi parte, nada me molesta más, que oír decir de alguien que habla como un libro, prefiero los libros que hablan como hombres. Y lo que es menester, es que la gente… Continue lendo “El poder de la palabra”: única grabación de la voz de Miguel de Unamuno (1931)

G.K. Chesterton, por Gustavo Corção

O GLOBO, Rio de Janeiro, 06 de junho de 1974 Graças à vigilância de Antônio Olinto, na sua “Porta de Livraria” de O Globo, chego ainda a tempo para saudar o centenário de G. K. Chesterton, o incomparável escritor inglês que mais indelevelmente me marcou a alma nos dias em que andei perdido pelo mundo… Continue lendo G.K. Chesterton, por Gustavo Corção

“O discípulo das santas” (E.M. Cioran)

Houve um tempo em que somente pronunciar o nome de uma santa enchia-me de delícias, em que invejava os cronistas dos conventos, íntimos de tantas histerias inefáveis, de tantas iluminações e de tantas palidezes. Julgava que ser secretário de uma santa constituía a mais alta carreira reservada a um mortal. E imaginar o papel de… Continue lendo “O discípulo das santas” (E.M. Cioran)