“Self-Reliance or Mere Gnosticism” – Harold BLOOM

https://www.youtube.com/watch?v=b04zs6QHuWM I am to invite men drenched in Time to recover themselves and come out of time, and taste their native immortal air.– RALPH WALDO EMERSON https://www.youtube.com/watch?v=PLPazL-wcwM&t=4s If you seek yourself outside yourself, then you will encounter disaster, whether erotic or ideological. That must be why Ralph Waldo Emerson, in his  central  essay,  “Self-Reliance”  (1840),… Continue lendo “Self-Reliance or Mere Gnosticism” – Harold BLOOM

“O princípio de incerteza” – Clément ROSSET

“A necessidade de uma fé forte não é prova de fé forte, é, isso sim, o contrário. Se alguém tem essa fé, pode permitir-se o luxo do ceticismo.”Nietzsche, O Crepúsculo dos ídolos Montaigne sugere, em uma passagem da Apologia de Raimond Sebond, uma definição da verdade filosófica tão desconcertante quanto pertinente: “Duvido que Epicuro, Platão… Continue lendo “O princípio de incerteza” – Clément ROSSET

“Observações iniciais sobre a importância da Ortodoxia” – G. K. CHESTERTON

NADA INDICA, de modo mais inusitado, o enorme e silencioso mal da sociedade moderna do que o estranho uso que é feito, em nossos dias, da palavra “ortodoxo”. No passado, o herege se orgulhava de não ser herege. Os reinos do mundo, a polícia e os juízes é que eram hereges. Ele era ortodoxo. Não… Continue lendo “Observações iniciais sobre a importância da Ortodoxia” – G. K. CHESTERTON

“O louco razoável de Chesterton” – Paulo A. G. de SOUZA

Folha de S. Paulo, Caderno Mais!, 13 de fevereiro 1994 Em artigo intitulado "Chesterton suspende crença na sanidade" (Folha, 26 de janeiro), Marcelo Coelho, ao comentar os paradoxos de Chesterton, confunde dois sentidos do termo "paradoxo" e, com isso, torna sua análise obscura. Pois veja: Quando Chesterton, segundo Marcelo Coelho, nega a crença de que… Continue lendo “O louco razoável de Chesterton” – Paulo A. G. de SOUZA

G.K. Chesterton, por Gustavo Corção

O GLOBO, Rio de Janeiro, 06 de junho de 1974 Graças à vigilância de Antônio Olinto, na sua “Porta de Livraria” de O Globo, chego ainda a tempo para saudar o centenário de G. K. Chesterton, o incomparável escritor inglês que mais indelevelmente me marcou a alma nos dias em que andei perdido pelo mundo… Continue lendo G.K. Chesterton, por Gustavo Corção

“O Teísmo como Solução do Problema Cosmológico: sobre uma monografia acadêmica sem data” – Rodrigo MENEZES

O texto acadêmico “Teismul ca soluţie a problemei cosmologice” [O teísmo como solução do problema cosmológico] é um ensaio de teodiceia, uma reflexão filosófica sobre o tema do Mal (tendo como subtítulo “dissertação sobre o neo-espiritualismo de Bergson”). Os artigos jornalísticos e acadêmicos escritos nos 1930, como os que se encontram reunidos em Solitude et… Continue lendo “O Teísmo como Solução do Problema Cosmológico: sobre uma monografia acadêmica sem data” – Rodrigo MENEZES

“O Sr H. G. Wells e os gigantes” (G. K. Chesterton)

O erro de toda essa discussão médica está exatamente no fato de associar a ideia de saúde com a de cuidado. Qual a relação entre saúde e cuidado? Saúde tem relação com a falta de cuidado. Em casos especiais e anormais é necessário ter cuidado. Quando estamos particularmente doentes pode ser necessário tomar cuidados para… Continue lendo “O Sr H. G. Wells e os gigantes” (G. K. Chesterton)

“O espírito negativista” – G. K. CHESTERTON

Muito tem sido dito, e com verdade, a respeito da morbidez do ascetismo, a respeito da histeria  que frequentemente acompanha as visões de eremitas ou de freiras. Contudo, nunca nos esqueçamos que essa religião visionária é, em certo, sentido, necessariamente mais saudável que nossa sábia e moderna moralidade. É mais saudável por poder contemplar a… Continue lendo “O espírito negativista” – G. K. CHESTERTON

“A expressão e o silêncio: o estilo de Cioran (epílogo)” – Fernando SAVATER

Embora tenha jurado nunca pecar contra a santa concisão, mantenho-me sempre cúmplice das palavras, e, se o silêncio me seduz, não ouso entrar nele, limito-me a girar na sua periferia.Do inconveniente de ter nascido Nos capítulos anteriores eu pretendi deixar falar, com a maior transparência possível, o pensamento de Cioran. É claro que o meu… Continue lendo “A expressão e o silêncio: o estilo de Cioran (epílogo)” – Fernando SAVATER

“Autodependência ou simples gnosticismo” (Harold Bloom)

1. Quero convidar homens encharcados de Tempo a recuperar-se e sair do Tempo, e provar seu imortal ar nativo. - EMERSON Se nos buscamos fora de nós mesmos, encontraremos a catástrofe, erótica ou ideológica. Deve ser por isso que Ralph Waldo Emerson, em seu fundamental ensaio "Self-reliance" [Autodependência] (1840), observou que "viajar é o paraíso… Continue lendo “Autodependência ou simples gnosticismo” (Harold Bloom)