“Un traité du désespoir parfait” (Bernard Marchadier)

Catholica, no. 118, 2013 De tous les penseurs russes que les bolcheviques chassèrent d'URSS au début des années 1920, Léon Chestov (1866-1938), dont on a récemment réédité Athène et Jérusalem (Le Bruit du temps, 2011), est sans doute, avec Nicolas Berdiaev, le plus connu en France. À la différence de ce dernier, il fut en outre d’emblée… Continue lendo “Un traité du désespoir parfait” (Bernard Marchadier)

Chestov sobre Spinoza e Dostoiévski

Dostoievsky não era um historiador; não era obrigado a acreditar que tudo o que começa aqui tem de acabar cá. Lembramo-nos que ele procurava realizar o que lhe era mais caro, o seu capricho, na segunda dimensão do tempo, fora da história. Lá, julgava ele, a parede deixa de ser uma parede, «dois vezes dois… Continue lendo Chestov sobre Spinoza e Dostoiévski

Cioran, Chestov, Kierkegaard & a filiação-Jó

Quando penso quão pouco aprendi dos grandes filósofos! Nunca me fizeram falta nem Kant, nem Descartes nem Aristóteles; seu pensamento vale somente para nossos momentos de solidão, para nossas dúvidas consentidas. Mas me detive em Jó, com uma piedade filial. CIORAN, O Livro das ilusões "A covardia humana não pode suportar o que nos dizem… Continue lendo Cioran, Chestov, Kierkegaard & a filiação-Jó

“La realidad definitiva y única posible” (Blas Matamoro)

Cuadernos Hispanoamericanos, 4 de noviembre 2019 Lev Shestov Atenas y Jerusalén Traducción de Alejandro Ariel González Ediciones Hermida, Madrid, 2018 533 páginas, 25.00 € Se leía a León Chestov —así escrito— en los años de 1940, mayormente en ediciones argentinas quizá retraducidas del francés. Chestov era un exilado ruso que vivió en Francia, de donde… Continue lendo “La realidad definitiva y única posible” (Blas Matamoro)

Chestov e a razão

Folha de São Paulo, 14 março 1978 Já tive ocasião de apontar que em Plotino encontramos a melhor, ou antes, a mais completa definição de filosofia. A pergunta - que é filosofia? - ele responde: - "To timiotaton" (o que mais importa). Essa definição destrói, logo de início e, ao que parece, não intencionalmente, as… Continue lendo Chestov e a razão

In dialogo con Mirko Integlia su «Tormented by God: The Mystical Nihilism of Emil Cioran»

ORIZZONTI CULTURALI ITALO-ROMENI, n. 12, dicembre 2019, anno IX È stato pubblicato da poco un nuovo libro su Cioran, uno importantissimo, a giudicare dal tema e dall’approccio: Tormented by God: The Mystical Nihilism of Emil Cioran (Libreria Editrice Vaticana, 2019), scritto dal filosofo e teologo Mirko Integlia. Un’approfondita analisi storico-ermeneutica di questo che l’esegeta concepisce come… Continue lendo In dialogo con Mirko Integlia su «Tormented by God: The Mystical Nihilism of Emil Cioran»

“Cioran, o místico de uma era pós-Deus”: entrevista com Mirko Integlia

In memoriam: María Liliana Herrera Alzate (1960-2019) Acaba de ser publicado, em inglês, um novo livro de exegese crítica sobre Cioran, uma exegese importante tanto pela temática quanto pela abordagem: Atormentado por Deus: o niilismo místico de Cioran (Libreria Editrice Vaticana, 2019), do filósofo e teólogo Mirko Integlia. Uma minuciosa análise textual e contextual, histórico-hermenêutica,… Continue lendo “Cioran, o místico de uma era pós-Deus”: entrevista com Mirko Integlia

“Benjamin Fondane. Tra Gerusalemme e Atene” (Francesco Testa)

Orizzonti Culturali Italo-Romeni, n. 11, novembre 2019, anno IX Il libro Tra Gerusalemme e Atene – recentemente pubblicato dalla casa editrice Giuntina – offre per la prima volta al pubblico italiano una prospettiva d’insieme sul rapporto di Benjamin Fondane con l’ebraismo. Il volume – curato da Francesco Testa e Luca Orlandini – raccoglie gli articoli che il… Continue lendo “Benjamin Fondane. Tra Gerusalemme e Atene” (Francesco Testa)

“Cioran, entre filosofia e poesia: ambivalência, hibridismo, temeridade” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

"Já que tudo o que se concebeu e empreendeu dede Adão é ou suspeito ou perigoso ou inútil, que fazer? Dessolidarizar-se da espécie? Seria esquecer que nunca se é homem tanto como quando se lamenta sê-lo." (La chute dans le temps) O "pecado original" de Cioran é ser demasiado filósofo, pensador. Corrijo-me: é não ser… Continue lendo “Cioran, entre filosofia e poesia: ambivalência, hibridismo, temeridade” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Sobre cinismos, niilismos e terrorismo de Estado (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Com o absurdo não se barganha, não se negocia. “Absurdo”, ou seja, esta palavrinha que nós, modernos, encontramos para maquiar o Mal. Como as explicações teológicas e metafísicas perderam sua razão de ser, não pegaria bem continuar usando tão atávica (e suja) expressão: “o Mal”. “O absurdo” soa melhor, mais moderno, mais filosófico, menos "cristão"… A… Continue lendo Sobre cinismos, niilismos e terrorismo de Estado (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)