“Qu’est-ce que le tragique ?” – Clément ROSSET

Séparer la vie et la mort, faire une différence, pourrait-on presque dire, entre la vie et la mort, revient a nier l'idée de la mort : tout au moins ce qu'il y a de tragique dans l'idée de la mort. Ce que nous entendons par cette séparation consiste a voir la mort exclusivement aux couleurs… Continue lendo “Qu’est-ce que le tragique ?” – Clément ROSSET

Idiotismo – Byung-Chul HAN

Em seu curso de 1980 sobre Espinosa, Deleuze observa o seguinte: Literalmente, eu diria que se fazem de idiotas. Fazer-se de idiota. Fazer-se de idiota será sempre uma função da filosofia.[1] Desde o início, a filosofia está intimamente ligada ao idiotismo. Todo filósofo que produz um novo idioma, uma nova linguagem, um novo pensamento, terá… Continue lendo Idiotismo – Byung-Chul HAN

Schopenhauer, Cl. Rosset e a má repetição

Quem vive duas ou três gerações se sente como o espectador que, durante a feira, vê as performances de todos os tipos de malabaristas e, se ficar sentado na cabine, as vê repetidas duas ou três vezes. Como os truques se destinavam apenas a uma apresentação, eles não causam mais qualquer impressão depois do desaparecimento… Continue lendo Schopenhauer, Cl. Rosset e a má repetição

Visões (e cegueiras) do Pior: Emil Cioran e Clément Rosset em contraponto – Rodrigo Menezes

RESUMO: Emil Cioran e Clément Rosset foram discretos interlocutores filosóficos através de suas respectivas obras. Amigos unidos por uma admiração mútua, leitores um do outro. Se é verdade que Cioran não costumava citar seus amigos em seus textos, Rosset amiúde elege Cioran como interlocutor preferencial, citando-o inclusive nominalmente, ora para reforçar um argumento, ora para… Continue lendo Visões (e cegueiras) do Pior: Emil Cioran e Clément Rosset em contraponto – Rodrigo Menezes

“Alvo da intenção terrorista: uma experiência filosófica da aprovação” – Clément ROSSET

A lógica do pior ensina pois a necessidade da ligação entre pensamento trágico e pensamento aprobatório. Para ela, trágico e afirmação são termos sinônimos. Isto, por três grandes razões teóricas que respondem cada uma às três questões gerais postas mais acima. Em primeiro lugar, a filosofia trágica considera a aprovação (e seu contrário, que é… Continue lendo “Alvo da intenção terrorista: uma experiência filosófica da aprovação” – Clément ROSSET

“O trágico de repetição” – Clément ROSSET

Uma análise sumária do trágico de repetição permite precisar um pouco a natureza do silêncio trágico e de sua inaptidão à interpretação. Marx, parafraseando Hegel, diz que os eventos históricos se produzem sempre duas vezes, a primeira de modo trágico, a segunda (repetição) de modo cômico (O dezoito brumário). É certo que a repetição possui… Continue lendo “O trágico de repetição” – Clément ROSSET

“O Tradicionalista e o Gnóstico” – Rodrigo Menezes

Se nos buscamos fora de nós mesmos, encontraremos a catástrofe, erótica ou ideológica. Deve ser por isso que Ralph Waldo Emerson, em seu fundamental ensaio “Self-reliance” [Autodependência] (1840), observou que “viajar é o paraíso dos tolos”. [...] Buscar Deus fora do eu é cortejar os desastres do dogma, a corrupção institucional, a malfeitoria histórica e a crueldade.Harold BLOOM,… Continue lendo “O Tradicionalista e o Gnóstico” – Rodrigo Menezes

“Dos males, qual o pior? Acaso trágico e fatalismo gnóstico em Clément Rosset e Emil Cioran” – Rodrigo Inácio R. Sá Menezes

Clément Rosset critica Georges Bataille, em sua Lógica do pior (1971), por supostamente mistificar o saber trágico e a consciência trágica, dando a entender que seriam o apanágio de um seleto grupo de intelectuais iluminados (a começar por Bataille, provoca Rosset), graças a um suposto "despertar" espiritual que nem todos os mortais podem ter. Esta… Continue lendo “Dos males, qual o pior? Acaso trágico e fatalismo gnóstico em Clément Rosset e Emil Cioran” – Rodrigo Inácio R. Sá Menezes

“Discursos do silêncio” – Guilherme Castelo Branco

Jornal do Brasil, 28 de março de 1987 Clement Rosset, autor da trilogia Elementos para uma filosofia do trágico, reconhece o valor dos pensadores que, recusando a tradição, afirmam o pior. Conheça um pouco da teoria deste francês que será lançado no Brasil no segundo semestre deste ano. A filosofia, segundo a tradição, é um… Continue lendo “Discursos do silêncio” – Guilherme Castelo Branco

“A secura de Deleuze” – Clément ROSSET

Revista Trágica: estudos de filosofia da imanência, Rio de Janeiro, v. 12, nº 2, p. 150-152, 2019 Um leitor de Diferença e Repetição declarava durante a leitura: “Tenho a impressão de comer um biscoito em que falta manteiga. Ele é excelente, mas seco”. Impressão frequente de secura ao ler Deleuze, e que não enfraquece com… Continue lendo “A secura de Deleuze” – Clément ROSSET