“A Metafísica da Negação” (Eduardo Frieiro)

Correio da Manhã, ano LXM, no 21.244, 30 junho de 1962 Que é que me agrada em  E. M. Cioran, o escritor romeno de língua francesa, ido agora na sua pátria intelectual como um estilista sem par? Antes de nada, e sobretudo, a feição de seu espírito, que é, vincadamente, a de um “moralista”, bem… Continue lendo “A Metafísica da Negação” (Eduardo Frieiro)

Ionescu e “as cadeiras” – Ştefan BACIU

BUCARESTE, ano de 1934. Eram ainda os tempos felizes, quando centenas e milhares de homens podiam apaixonar-se pelo livro, pelo poesia, esperando com impaciência o resultado de um concurso literário. Colunas e páginas inteiras de jornais e revistas ocupavam -se com a vida das ideias, com os planos das escritores e dos artistas. Tempos de… Continue lendo Ionescu e “as cadeiras” – Ştefan BACIU

“Tédio e decomposição” (Augusto Frederico Schmidt)

Há poucos dias aqui nestas colunas citei uma passagem do livro de E. M. Cioran, “Précis de décomposition”, livro que é uma espécie de breviário de desespêro e da negação, escrito por um jovem romeno, um homem que naturalmente viu muitas coisas, que assistiu a essa demonstração Incrível da bestialidade dos seres humanos, a última… Continue lendo “Tédio e decomposição” (Augusto Frederico Schmidt)

“O corpo do desconhecido” (Augusto Frederico Schmidt)

Há um trêcho do livro de Cioran (E. M.) — “Précis de décomposicion”, que é uma espécie de breviário da desesperança, em que êsse pasmoso escritor romeno nos fala do Cristo (e do Cristianismo) como de alguma coisa que está tocando ao seu fim: “Jesus se esvai: não só os seus preceitos corno a sua… Continue lendo “O corpo do desconhecido” (Augusto Frederico Schmidt)

“A Rumania, um foco de intrigas politicas” (Correio da Manhã, 1926)

Em sua edição de 19 de setembro de 1926, o jornal brasileiro Correio da Manhã publicava o artigo A Rumania, um foco de intrigas politicas, abaixo reproduzido: Emquanto Bucarest, a pequena Paris dos Balkans, ainda commenta os feitos tão mysteriosamente cheios de caprichos do principe Carol, o rei Ferdinando e a rainha Maria, vivem quase afastados do mundo… Continue lendo “A Rumania, um foco de intrigas politicas” (Correio da Manhã, 1926)