“Onde o filósofo se mostra um mestre do disfarce” – Costica BRADATAN

O uso peculiar da linguagem — não apenas em Sein und Zeit, mas em todo o seu trabalho — conferiu a Heidegger a reputação de ser, ao mesmo tempo, um dos piores filósofos a ter papel e caneta à mão (caso você dê ouvidos a seus detratores) e um dos maiores mestres da língua alemã… Continue lendo “Onde o filósofo se mostra um mestre do disfarce” – Costica BRADATAN

“The Absurd and the Accedia as a major existentials in Cioran’s Udemiologic Analytics” (Vasile Chira)

REVISTA TEOLOGICA no.  97 (2015), nr. 4, p. 162-173 Abstract: The Cioran’s existentials are derivable and intelligible from nothingness with which the Roman philosopher substitute the transcendence. Nonsense of life not purely abstract notion, but a sensitive transcription of absurdity, translates to experience vertigo. This is the refutation par excellence of vertical position of the… Continue lendo “The Absurd and the Accedia as a major existentials in Cioran’s Udemiologic Analytics” (Vasile Chira)