“Rumo a lugar algum: niilismo, pessimismo e antinatalismo em Cioran”. Entrevista com Fernando OLSZEWSKI

Não penso que a abulia política de Cioran seja uma apologia velada ao capitalismo ou ao privilégio de sociedades tradicionais e conservadoras, mas sim derivada (na maior parte) de sua visão negativa da realidade: ele considera a existência um absurdo e uma chaga terrível. Para lidarmos com essa chaga, o melhor que fazemos é nos… Continue lendo “Rumo a lugar algum: niilismo, pessimismo e antinatalismo em Cioran”. Entrevista com Fernando OLSZEWSKI

“Cioran, a filosofia como desfascinação e a escrita como terapia”: entrevista com Vincenzo Fiore

"Numa época em que o fanatismo parece voltar à ribalta a nível mundial, o pensador romeno é um antídoto que imuniza."Vincenzo Fiore FIORE, Vincenzo. Emil Cioran. La filosofia come de-fascinazione e la scrittura come terapia. Piazza Armerina (En): Nulla Die, 2018, 187 pp. Sobre o autor: Nascido em 1993 em Solofra, Italia, Vincenzo Fiore se… Continue lendo “Cioran, a filosofia como desfascinação e a escrita como terapia”: entrevista com Vincenzo Fiore

“Kids? Just say no” – David BENATAR

AEON Since 2012, Aeon has established itself as a unique digital magazine, publishing some of the most profound and provocative thinking on the web. We ask the big questions and find the freshest, most original answers, provided by leading thinkers on science, philosophy, society and the arts.Essays – longform explorations of deep issues, written by serious and creative… Continue lendo “Kids? Just say no” – David BENATAR

“Cioran e True Detective, ou a Grande Caça” – Rodrigo Menezes

Ora, um psicólogo, assim como entende o Sr. Nietzsche, é um wissenschaftlischer Mensch, cuja vocação consiste em produzir, extrair, criar saberes, até mesmo – e principalmente – de seus próprios estados, saudáveis e doentios. Sua curiosidade científica o impele, como um caçador, a percorrer o inteiro âmbito da alma humana, suas planícies, culminâncias e abismos,… Continue lendo “Cioran e True Detective, ou a Grande Caça” – Rodrigo Menezes