“From Nietzsche to Ayn Rand” – John GRAY

Few thinkers were more different than Henry Sidgwick and Friedrich Nietzsche. Sidgwick was unfailingly conscientious in his pursuit of truth, Nietzsche an intellectual adventurer who came to doubt the value of truth. Yet the two converged on a vital point. Once theism is left behind, not only much of religious morality but ‘morality’ itself must… Continue lendo “From Nietzsche to Ayn Rand” – John GRAY

Schopenhauer, el pecado original y el pelagianismo de los filósofos | Parerga y Paralipomena

Todo presunto proceder sin supuestos en la filosofía es una fanfarronada: pues siempre hay que tomar algo como dado para partir de ello. Esto es, en concreto, lo que significa el δόϛ μοι ποῦ στῶ1 que constituye la condición indispensable de toda actividad humana, también del filosofar; porque en lo intelectual no podemos flotar en… Continue lendo Schopenhauer, el pecado original y el pelagianismo de los filósofos | Parerga y Paralipomena

Cioran & Parmênides – Clément ROSSET

A Deusa de Parmênides faz do homem faz do homem um condenado à realidade, e um condenado inapelável, pois não existe nenhum tribunal habilitado para conhecer suas petições ou admoestações. O que existe é, de um lado, irrefutável em si e, de outro, refuta tudo o que seria outro: não há nenhum halo de alteridade… Continue lendo Cioran & Parmênides – Clément ROSSET

“Bergson, leitor de Lucrécio: As Implicações Existenciais do Determinismo” (Jonas Gonçalves Coelho)

Revista Trans/Form/Ação, São Paulo, 26(1): 129-140, 2003 RESUMO: Tomamos como objeto de análise a obra precoce de Bergson, os Extraits de Lucrèce, procurando mostrar que ao privilegiar as implicações existenciais negativas do determinismo, prefigura e justifica o fato de dedicar grande parte de seu pensamento filosófico posterior à crítica ao determinismo e à defesa da… Continue lendo “Bergson, leitor de Lucrécio: As Implicações Existenciais do Determinismo” (Jonas Gonçalves Coelho)