“A decomposição de Cioran” – Gustavo Bastos

Século Diário, Espírito Santo (ES), 12 de maio de 2013 E.M. Cioran nasceu na Romênia em 1911. Filósofo e escritor, suas primeiras publicações foram feitas em romeno, mas conheceu o sucesso de fato quando se radicou na França e passou a publicar obras em francês E.M. Cioran nasceu na Romênia em 1911. Filósofo e escritor,… Continue lendo “A decomposição de Cioran” – Gustavo Bastos

“Cioran e o Romantismo: espírito, pensamento, expressão” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

RESUMO: Trata-se de um exercício hermenêutico em torno da obra e do pensamento de Emil Cioran (1911-1995), no sentido de focalizar o romantismo latente ou manifesto deste pensador romeno consagrado por seus livros franceses: sua herança romântica, o fundus animæ romântico do seu pensamento existencial. Cioran, pensador – e artista – romântico: o que isso… Continue lendo “Cioran e o Romantismo: espírito, pensamento, expressão” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Não resistência à noite” (E.M. Cioran)

No começo, acreditamos avançar para a luz; depois, fatigados por uma marcha sem fim, deixamo-nos deslizar: a terra, cada vez menos firme, não nos suporta mais: abre-se. Em vão buscaríamos perseguir um trajeto para um fim ensolarado, as trevas se dilatam ao redor e dentro de nós. Nenhuma luz para iluminar-nos em nosso deslizamento: o… Continue lendo “Não resistência à noite” (E.M. Cioran)

Relatório de uma Jornada Acadêmica: 70 anos do Précis de Décomposition / Breviário de Decomposição (1949-2019)

Realizou-se, na Universidade Federal do ABC (UFABC), em 27 de novembro deste ano de 2019, a Jornada Acadêmica – 70 anos do Précis de Décomposition (1949-2019): um mini-colóquio dedicado a debates em torno deste que é o primeiro livro escrito por Cioran em francês, e um divisor de águas no conjunto da sua obra. No… Continue lendo Relatório de uma Jornada Acadêmica: 70 anos do Précis de Décomposition / Breviário de Decomposição (1949-2019)

“30 anos da primeira edição brasileira do Breviário de Decomposição” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

"Encaminhar-se para o fim da história com uma flor na lapela: único traje apropriado no desenvolvimento do tempo. Que lástima que não haja um Juízo Final, que não tenhamos ocasião para um grande desafio!" (Breviário de decomposição) * "O final da história? O fim do homem? É sério pensar nisso? São acontecimentos longínquos que a… Continue lendo “30 anos da primeira edição brasileira do Breviário de Decomposição” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Os Anjos Reacionários” (E. M. Cioran)

É DIFÍCIL formular um juízo sobre a rebelião do menos filósofo dos anjos, sem misturar nele simpatia, assombro e reprovação. A injustiça governa o universo. Tudo o que se constrói, tudo o que se desfaz, leva a marca de uma fragilidade imunda, como se a matéria fosse o fruto de um escândalo no seio do… Continue lendo “Os Anjos Reacionários” (E. M. Cioran)

A alegria da confusão total (Emil Cioran)

Alegremo-nos de que na confusão possamos alcançar a totalidade, de que possamos atualizar, em um instante, todos os planos espirituais e todas as divergências. Os estados de admirável confusão interna, que não implicam em absoluto a confusão das ideias, estão mais próximos de nosso centro subjetivo do que todas as mudanças de planos nas quais… Continue lendo A alegria da confusão total (Emil Cioran)

“La alternativa frivola a la descomposición” (Joan M. Marín)

ANALE SERIA DREPT, volumul XXVII, 2018, Universitatea “Tibiscus” din Timișoara « […] le seul choix possible: le convent ou le cabaret » (PD, 82) Title: The Frivol Alternative to Decomposition Abstract: Decomposition is one of the fundamental characteristics of existence. Everything breaks down - both on the outside and inside of the human being – which… Continue lendo “La alternativa frivola a la descomposición” (Joan M. Marín)

“O macabro e o sublime na foto-grafia de Joel-Peter Witkin” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

"Apesar de sua precariedade, estamos tão apegados a esse tempo que, para afastarnos dele, seria preciso mais do que uma alteração de nossos hábitos: teria que ocorrer uma lesão no espírito, uma rachadura no eu, por onde pudéssemos entrever o indestrutível e alcançá-lo, graça concedida apenas a alguns condenados como recompensa ao fato de haver… Continue lendo “O macabro e o sublime na foto-grafia de Joel-Peter Witkin” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)