“«O Livro das IlusĂ”es», de Cioran, lido por Mihail Sebastian: o estranho caso do «convalescente que aspira Ă  doença»” – Rodrigo MENEZES

De suas primeiras obras, ainda mal conhecidas entre nĂłs, sublinho O livro das ilusĂ”es (Cartea amăgirilor), a que daria o subtĂ­tulo de um de seus capĂ­tulos: Mozart e a melancolia dos anjos. Considero aquelas pĂĄginas uma fantasia para cordas, como se fosse o primo consanguĂ­neo de A origem da tragĂ©dia, nas grandes linhas melĂłdicas que unem e separam as… Continue lendo “«O Livro das IlusĂ”es», de Cioran, lido por Mihail Sebastian: o estranho caso do «convalescente que aspira Ă  doença»” – Rodrigo MENEZES

“Una filosofĂ­a de la CaĂ­da” (M. Liliana Herrera A.)

In: HERRERA A., M. Liliana; ABAD T., Alfredo A. (orgs.), Cioran en perspectivas. Pereira: Universidad TecnolĂłgica de Pereira, 2009, p. 204-217. De las consideraciones lingĂŒĂ­sticas y poĂ©ticas sobre la obra de Cioran, nos desplazamos ahora a aquellas de Ă­ndole filosĂłfica. Algunos autores acertadamente han afirmado que el pensamiento de Cioran puede entenderse como una filosofĂ­a de… Continue lendo “Una filosofĂ­a de la CaĂ­da” (M. Liliana Herrera A.)

Perfeccionismo, “ObsessĂŁo do Essencial” e a condição fragmentĂĄria (Cioran)

Nos Cahiers (p. 73), estas 2 anotaçÔes, uma seguida da outra: Chercher l'ĂȘtre avec des mots!- Tel est notre donquichottisme, tel est le dĂ©lire de notre entreprise essentielle. [Buscar o ser com palavras! -- tal Ă© o nosso donquixotismo, tal Ă© o delĂ­rio de nossa empresa essencial.] Si jamais mortel a Ă©tĂ© tourmentĂ©, suppliciĂ© par… Continue lendo Perfeccionismo, “ObsessĂŁo do Essencial” e a condição fragmentĂĄria (Cioran)

“Um pessimismo (mui) pouco trĂĄgico: Cioran lido por ClĂ©ment Rosset” – Rodrigo MENEZES

Trata-se de contrapor e fazer dialogar duas filosofias, dois modo de pensar (o homem, a existĂȘncia, a vida e a morte, o tempo) que tĂȘm muito em comum, mas cujas conclusĂ”es podem ser radicalmente divergentes: a filosofia trĂĄgica, afirmativa e aprobatĂłria de ClĂ©ment Rosset (tendo como corolĂĄrio a alegria como "force majeure"), na linha de… Continue lendo “Um pessimismo (mui) pouco trĂĄgico: Cioran lido por ClĂ©ment Rosset” – Rodrigo MENEZES

Morre Clément Rosset, filósofo da Alegria Trågica, amigo de Cioran -Nicolas TRUONG

LE MONDE, 29 de março de 2018 Rosset articulava sua filosofia em torno de duas ideias: a do trĂĄgico e a do duplo. Ele morreu em 28 de março, aos 78 anos. O filĂłsofo ClĂ©ment Rosset faleceu em Paris, em 28 de março. Nascido em 12 de outubro de 1939, em Carteret (Manche), autor de… Continue lendo Morre ClĂ©ment Rosset, filĂłsofo da Alegria TrĂĄgica, amigo de Cioran -Nicolas TRUONG

“Post-scriptum: o descontentamento de Cioran” – ClĂ©ment ROSSET

- Nada tens a declarar?- Sim, senhor, tenho a declarar... que estou longe de estar satisfeito!Christophe, A ideia fixa do sĂĄbio Cosimus O que chamo de o descontentamento de Cioran, na falta de um vocĂĄbulo melhor que poderia ser "in-contentamento", se tal palavra existisse, Ă© alheio a qualquer ressentimento, a qualquer razĂŁo de querer mal a… Continue lendo “Post-scriptum: o descontentamento de Cioran” – ClĂ©ment ROSSET