“Cioran y Dostoievski: el despertar de la conciencia y la lasitud de estar despierto” – José Luis Álvarez Lopeztello | UAMEX 🇲🇽

https://youtu.be/ujnajRLjYnE RESÚMEN: En el presente escrito se pretenden mostrar algunas afinidades espirituales de Cioran con respecto a Dostoievski. Sospecho que Cioran se convirtió en un personaje literario de su amado novelista ruso. O, para decirlo con Merejkovski, se vio obligado a vivir la vida de uno de sus héroes. Para explicar lo que quiero decir,… Continue lendo “Cioran y Dostoievski: el despertar de la conciencia y la lasitud de estar despierto” – José Luis Álvarez Lopeztello | UAMEX ðŸ‡²ðŸ‡½

What’s Behind Thailand’s Alarming Suicide Rate? | Undercover Asia

"If I like the correspondence of Dostoyevsky and Baudelaire so much, it is because it revolves mainly around money and illness, the only 'fiery' subjects. The rest hardly matters."CIORAN, Cahiers : 1957-1972 COVID-19 is not the only epidemic that has hit Thailand, as the economic distress caused by the coronavirus is leading more and more… Continue lendo What’s Behind Thailand’s Alarming Suicide Rate? | Undercover Asia

“O Cristianismo Contra o Sagrado” – Slavoj ŽIŽEK

Embora a declaração “Se Deus não existir, então tudo é permitido” seja comumente atribuída a Os irmãos Karamázov, Dostoiévski nunca a proferiu (o primeiro a atribuí-la a ele foi Sartre, em O ser e o nada). No entanto, o próprio fato de essa atribuição equivocada ter perdurado durante décadas demonstra que, ainda que factualmente falsa,… Continue lendo “O Cristianismo Contra o Sagrado” – Slavoj Å½IŽEK

Sobre Kirilov, personagem de Dostoi̩vski РAlbert CAMUS

Todos os heróis de Dostoiévski se questionam sobre o sentido da vida. Nisto são modernos: não temem o ridículo. O que distingue a sensibilidade moderna da sensibilidade clássica é que esta se nutre de problemas morais e aquela de problemas metafísicos. Nos romances de Dostoiévski, a questão é colocada com tal intensidade que só admite… Continue lendo Sobre Kirilov, personagem de Dostoiévski – Albert CAMUS

“Reflexiones sobre las ponencias en homenaje a Cioran” (Olga Lucía Betancourt)

https://www.youtube.com/watch?v=yXywGc7vNhA Fue muy fructífero el encuentro sobre Cioran. Creo que nunca terminaremos de hablar sobre él, de elucubrar y tratar de definir lo indefinible. Talvez hay que leerlo, sentirlo, sin intentar clasificarlo a propósito de sus temas, de sus obsesiones, sus fulgores y sus obscuridades. Era un ser complejo, pero transparente de sinceridad y hondura.… Continue lendo “Reflexiones sobre las ponencias en homenaje a Cioran” (Olga Lucía Betancourt)

“Nihilisme actif et nihilisme passif dans la tradition russe” (Pierre Le Vigan)

PHILITT - Philosophie, Littérature et Cinéma, 8 octobre 2017 Nietzsche a bien montré les deux visages du nihilisme. L’un est le nihilisme passif. Il dévalorise ce qui est, au profit de ce qui « devrait Â» être. C’est un nihilisme de critique du monde réel. C’est, pour faire court, le nihilisme de Schopenhauer. L’autre nihilisme est ce… Continue lendo “Nihilisme actif et nihilisme passif dans la tradition russe” (Pierre Le Vigan)

“Literatura e suicídio: alguns operadores de leitura” (Willian André)

Acta Scientiarum. Language and Culture, v. 40(2), 2018. RESUMO. O objetivo deste artigo é oferecer alguns possíveis operadores de leitura para o desenvolvimento de análises sobre a questão do suicídio na literatura. A proposta parte da constatação de que, apesar de o autoaniquilamento ser um tema recorrente em manifestações literárias das mais diversas épocas, parecemos… Continue lendo “Literatura e suicídio: alguns operadores de leitura” (Willian André)

“Da dissolução” – Marco LUCCHESI

Revista Filosofia - Ciência & Vida, n. 161, abril 2020. Texto originariamentepublicado no livro Carteiro Imaterial. Editora José Olympio, Rio de Janeiro. Lido por pensadores e escritores modernos, o filósofo romeno é conhecido por suas ideias sobre a morte, o desespero e o vazio. Mas como bem definiu Susan Sontag, o seu filosofar era “pessoal,… Continue lendo “Da dissolução” – Marco LUCCHESI

“Un traité du désespoir parfait” (Bernard Marchadier)

Catholica, no. 118, 2013 De tous les penseurs russes que les bolcheviques chassèrent d'URSS au début des années 1920, Léon Chestov (1866-1938), dont on a récemment réédité Athène et Jérusalem (Le Bruit du temps, 2011), est sans doute, avec Nicolas Berdiaev, le plus connu en France. À la différence de ce dernier, il fut en outre d’emblée… Continue lendo “Un traité du désespoir parfait” (Bernard Marchadier)

Chestov sobre Spinoza e Dostoiévski

Dostoievsky não era um historiador; não era obrigado a acreditar que tudo o que começa aqui tem de acabar cá. Lembramo-nos que ele procurava realizar o que lhe era mais caro, o seu capricho, na segunda dimensão do tempo, fora da história. Lá, julgava ele, a parede deixa de ser uma parede, «dois vezes dois… Continue lendo Chestov sobre Spinoza e Dostoiévski