El inconveniente de nacer. Un diálogo de E. Cioran con los poetas: Charles Baudelaire y S. Mallarmé – Francia Elena Goenaga

Homenaje a M .Liliana Herrera Alzate (1960-2019) “En el Eclesiastés, la existencia aparece como una extremada sinrazón que sólo el corazón gozoso atina a comprender por la vía del amor desinteresado. Al fondo de toda la maquinaria astral se vislumbra el amor a los seres y a las cosas como única y última solución”.Antonio Colinas. Tres… Continue lendo El inconveniente de nacer. Un diálogo de E. Cioran con los poetas: Charles Baudelaire y S. Mallarmé – Francia Elena Goenaga

“Estamos nos tornando uma teocracia”: entrevista com Harold BLOOM

Folha de S. Paulo, 24/09/2005 "Creio que sou religioso, mas de um modo herético. Acho que em algum lugar, além deste reino, além do nosso cosmo, haja um sonho em exílio, um princípio divino, e acho que há um fragmento disso em cada ser humano, mas este se acha enterrado tão fundo, tão oculto no… Continue lendo “Estamos nos tornando uma teocracia”: entrevista com Harold BLOOM

Guido Ceronetti por Cioran

GUIDO seria um amante de desequilíbrios disfarçado de erudito? Às vezes isso me convence, mas no fundo não penso assim. Porque, se tem uma nítida preferência pela podridão, por outro lado é igualmente atraído pelo que há de puro na sabedoria visionária ou desesperada do Antigo Testamento. Não traduziu -- admiravelmente -- Jó, o Eclesiastes,… Continue lendo Guido Ceronetti por Cioran

Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 3] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Na primeira parte do livro, “Uma juventude entre desespero e fervor político”, Fiore perfaz o itinerário de formação do jovem Cioran na Romênia da década de 30, explorando a dualidade de uma juventude dividida entre o desespero existencial e o fervor político. Não se faz política nos cumes do desespero. Schimbarea la faţă a României – libelo político… Continue lendo Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 3] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Café Filósofico: “A Morte Como Instante de Vida” – Scarlett MARTON

https://www.youtube.com/watch?v=JbXHftyakm4 Por que a morte é sempre vista como uma espécie de escândalo? Por que esse acontecimento banal provoca ao mesmo tempo horror e curiosidade? Os antigos diziam que a filosofia era uma longa meditação sobre a morte; os modernos quiseram afastá-la de suas preocupações; nós, contemporâneos, procuramos bani-la de nosso mundo. Mas a morte… Continue lendo Café Filósofico: “A Morte Como Instante de Vida” – Scarlett MARTON

“Cioran: el Horror y la Gloria” (Ubaldo León Barreto)

RIALTA, abril 2018 Hay siempre en el pensamiento de Cioran, en inesperado contrapunto al más radical nihilismo, una innegable exultación, un goce salvaje, un éxtasis perpetuo que convierte la lectura de sus textos en lo contrario de una experiencia desalentadora. Lo que convierte a Cioran en un escritor excepcional es la presencia en sus textos… Continue lendo “Cioran: el Horror y la Gloria” (Ubaldo León Barreto)

“A experiência do tédio” – Lars SVENDSEN

Arnold Gehlen afirmou que só a realidade ajuda a lutar contra o tédio. Essa não é, em absoluto, uma má sugestão, mas não é possível se apossar assim de um fragmento da realidade. O problema com o tédio, entre outras coisas, é que "perdemos" realidade. A proposta de Gehlen poderia parecer uma solução, supondo-se que… Continue lendo “A experiência do tédio” – Lars SVENDSEN

“En el fondo del abismo” – Miguel de UNAMUNO

La certeza absoluta completa, de que la muerte es un completo y definitivo e irrevocable anonadamiento de la conciencia personal, una certeza de ello como estamos ciertos de que los tres ángulos de un triángulo valen dos rectos, o la certeza absoluta, completa, de que nuestra conciencia personal se prolonga más allá de la muerte… Continue lendo “En el fondo del abismo” – Miguel de UNAMUNO

“Cioran ateo credente che spiava dio” (Gianfranco Ravasi)

Avvenire.it, 19 giugno 2015 ​Vent’anni fa, il 20 giugno 1995, moriva a Parigi lo scrittore Emil Cioran. Sulle rive della Senna era approdato a 26 anni, nel 1937, dopo aver lasciato alle spalle la sua patria, la Romania, e la sua cittadina, Rasinari, un delizioso villaggio della Transilvania. Posto su un colle circondato da monti coperti… Continue lendo “Cioran ateo credente che spiava dio” (Gianfranco Ravasi)