“Espírito de porco” (Bernardo Carvalho)

Folha de S. Paulo, "Ilustrada", 10 de fevereiro de 2001 Admirar E. M. Cioran (1911-95), autor de "Exercícios de Admiração", não é uma tarefa simples. Porque é o lado vil e demasiado humano que o pensador de origem romena, que se mudou para a França em 1937, destaca, não só nos autores sobre os quais… Continue lendo “Espírito de porco” (Bernardo Carvalho)

Morre Emil Cioran, o arauto do pessimismo

Folha de S. Paulo, caderno "Ilustrada", 21 de junho de 1995 DA REDAÇÃO; COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS O filósofo romeno, autor de 'Silogismos da Amargura' e 'Breviário de Decomposição', estava com 84 anos O filósofo romeno Emil Cioran morreu ontem aos 84 anos em um hospital de Paris, segundo informou sua editora francesa, a Gallimard. O filósofo… Continue lendo Morre Emil Cioran, o arauto do pessimismo

“Os terrores e delícias de uma alma demasiado musical: O Livro das Ilusões, de Emil Cioran” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

O Livro das Ilusões deixa transparecer uma experiência densa e dolorosa, temperada por elãs líricos e transes místicos. Um caminhar fragmentário e extático revela um jovem leitor de Nietzsche fascinado ora por Barrès, ora por Gide. José Thomaz BRUM Se leio tanto, é na esperança de um dia encontrar uma solidão maior do que a… Continue lendo “Os terrores e delícias de uma alma demasiado musical: O Livro das Ilusões, de Emil Cioran” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“A frivolidade de um apóstolo da desilusão” (Marcelo Coelho)

Caderno Mais!, Folha de São Paulo, 26 de novembro de 2000 Cioran une petulância e melancolia nos textos de "Exercícios de admiração", que analisa autores como Valéry e Beckett. Em qualquer tempo e em qualquer lugar há motivos de sobra para o pessimismo. Existem épocas, entretanto, em que essa atitude se torna especialmente charmosa e… Continue lendo “A frivolidade de um apóstolo da desilusão” (Marcelo Coelho)

“Traduções de Cioran são relançadas no Brasil” (Alexandre Soares Carneiro)

Uniletras, Ponta Grossa, v. 33, n. 1, p. 191-196, jan./jun. 2011 | PDF “Gosto de ler como lê um porteiro de edifício: identificar-me ao autor e ao livro. Qualquer outra atitude me faz pensar no dissecador de cadáveres.” A frase de Emil Cioran (Rasinari, Romênia, 1911 – Paris, França, 1995) sugere, senão um modelo de… Continue lendo “Traduções de Cioran são relançadas no Brasil” (Alexandre Soares Carneiro)

Cioran, por José Thomaz Brum

Do website da editora ROCCO Emil Cioran (1911-1995), nascido em Rasinari, uma aldeia da Transilvânia (Romênia), filho de um sacerdote ortodoxo, escreveu cinco livros em sua língua natal (o romeno). Entre eles Pe culmile desperãrii (Nos cumes do desespero) de 1934, seu primeiro ensaio, que recebeu o Prêmio dos Jovens Escritores Romenos. De sua obra… Continue lendo Cioran, por José Thomaz Brum