“O Niilismo, de Franco Volpi” (resenha) – Cláudia Bhrenna Falcão Castro

Cadernos do PET Filosofia - UFPI. v. 5, n. 9 (2014). 2014 (Resenha). Franco Volpi foi um filósofo italiano e professor de História da Filosofia da Universidade de Pádua. Também lecionou em universidades da Europa, Canadá e América Latina. Publicou obras como “Heidegger e Brentano” (1976), “O Renascimento da Filosofia Prática na Alemanha” (1980), “Heidegger… Continue lendo “O Niilismo, de Franco Volpi” (resenha) – Cláudia Bhrenna Falcão Castro

“A escola de Schopenhauer em seus sentidos lato e estrito: entre apóstolos, evangelistas, metafísicos, heréticos, os pais da igreja e as mulheres” – Felipe DURANTE

Sofia (UFES), vol. 6, n. 1 (2017): Dossiê Ética e Política RESUMO: Este artigo tem por objetivo apresentar o trabalho de recuperação e sistematização histórico-crítica da recepção e dos desdobramentos da filosofia schopenhaueriana na história dafilosofia. Tal empreitada foi levada a cabo pelo Centro interdipartimentale di ricerca su Arthur Schopenhauer e la sua scuola dell'Università… Continue lendo “A escola de Schopenhauer em seus sentidos lato e estrito: entre apóstolos, evangelistas, metafísicos, heréticos, os pais da igreja e as mulheres” – Felipe DURANTE

“A visão de mundo pessimista de Julius Bahnsen” – Frederick C. BEISER

Um dos mais ardentes, originais e profundos pessimistas da época do Weltschmerz foi Julius Bahnsen (1830-81). Embora a descoberta e publicação de sua autobiografia em 1905 o tenha salvado do esquecimento, e embora tenha havido um leve ressurgimento do interesse em sua psicologia nos anos 30, Bahnsen foi largamente esquecido. Se ele é lembrado, é… Continue lendo “A visão de mundo pessimista de Julius Bahnsen” – Frederick C. BEISER

Schopenhauer, pessimismo filosófico e a recepção brasileira de Cioran: Ciprian Vălcan em diálogo com Flamarion Caldeira Ramos

Entrevista originalmente publicada em ARCA – Revistã lunarã de literaturã, eseu, arte vizuale, muzicã (fondatã în februarie 1990 la Arad), anul XXV, nr. 4-5-6, 2014, e incluída no volume Cioran, un aventurier nemişcat. 30 de interviuri [Cioran, um aventureiro imóvel. 30 entrevistas] (Bucureşti, Editura ALL, 2015), com 30 entrevistas feitas por Ciprian Vălcan com de exegetas de Cioran de todo o mundo, das… Continue lendo Schopenhauer, pessimismo filosófico e a recepção brasileira de Cioran: Ciprian Vălcan em diálogo com Flamarion Caldeira Ramos

Nietzsche sobre Schopenhauer, Mainländer e o Pessimismus alemão

Schopenhauer foi, como filósofo, o primeiro ateísta confesso e inabalável que nós, alemães, tivemos: esse era o pano de fundo de sua hostilidade a Hegel. A profanidade da existência era para ele algo dado, tangível, indiscutível; ele perdia a sua compostura de filósofo e se encolerizava toda vez que alguém mostrava hesitação e fazia rodeios… Continue lendo Nietzsche sobre Schopenhauer, Mainländer e o Pessimismus alemão

“The Problem of Pessimism” – Frederick C. BEISER

1. Pessimism as Zeitgeist Beginning in the 1860s, and lasting until the end of the 19th century, the dark cloud of pessimism hung thick over Germany. This bleak and black mood spread far and wide. It was not confined to decadent aristocratic circles; it could also be found in the middle classes, among students at… Continue lendo “The Problem of Pessimism” – Frederick C. BEISER

“Cioran e la genealogia del demiurgo. Note al «Cahier de Talamanca»” (Umberto Cardinale)

ORIZZONTI CULTURALI ITALO-ROMENI, n. 1, gennaio 2015, anno V Nel Cahier de Talamanca (Mercure de France, Paris, 2000, ediz. it. Taccuino di Talamanca, Adelphi, Milano, 2011), si legge che, nell’estate del 1966, Cioran progetta un saggio sulla redenzione: «Non mi è ben chiaro quale piega debba prendere il mio saggio sulla redenzione. (Bisogna che legga Mainländer, rilegga E. von Hartmann… Continue lendo “Cioran e la genealogia del demiurgo. Note al «Cahier de Talamanca»” (Umberto Cardinale)

“Tragédia sem redenção: o pessimismo absoluto de Julius Bahnsen” (Flamarion Caldeira Ramos)

Revista Voluntas - Estudos sobre Schopenhauer, vo. 6, no. 2, 2o semestre de 2015. Resumo: Trata-se neste texto de apresentar a filosofia de Julius Bahnsen (1830-1881), cuja teoria é uma tentativa de conciliar a filosofia da vontade de Schopenhauer com a dialética de Hegel, o que resultou na elaboração de uma dialética real (Realdialektik), uma espécie… Continue lendo “Tragédia sem redenção: o pessimismo absoluto de Julius Bahnsen” (Flamarion Caldeira Ramos)