“Demiurgia verbal” (E.M. Cioran)

Emil CIORAN. “Demiurgia verbal” (Démiurgie verbale), La tentation d’éxister, in « Ouvres ». Paris: Gallimard, 1956. Tradução: Rodrigo Inácio Ribeiro Sá Menezes. Texto publicado na revista de tradução N.T. (Nota do Tradutor), no. 9, novembro de 2014. Agradecimentos especiais a Gleiton (N. T.) Link para a fonte do texto (PDF): NT9 O TEXTO: Publicado na França em 1956,… Continue lendo “Demiurgia verbal” (E.M. Cioran)

“Urgência do pior” – E.M. Cioran

Emil CIORAN. “Urgência do pior” [Urgence du pire], Écartèlement. Paris: Gallimard, 1979. Tradução: Luiz Cláudio Gonçalves e Rodrigo Inácio Ribeiro Sá Menezes. In: (n.t.) Nota do Tradutor, nr. 9, novembro de 2014. Link para a fonte do texto (PDF): NT9 O TEXTO: Publicado na França em 1979, Écartèlement (“Esquartejamento”) é um dos últimos livros de E.… Continue lendo “Urgência do pior” – E.M. Cioran

“Emil Cioran e a escritura de si” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Em seu artigo “O ensaio como forma”, Adorno diz que “ainda hoje, elogiar alguém como écrivain é o suficiente para excluir do âmbito acadêmico aquele que está sendo elogiado”.[2] Este parece ser o caso de Emil Cioran, tão frequentemente classificado como um escritor, pura e simplesmente, o que tende a perder de vista o valor… Continue lendo “Emil Cioran e a escritura de si” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“A frivolidade de um apóstolo da desilusão” (Marcelo Coelho)

Caderno Mais!, Folha de São Paulo, 26 de novembro de 2000 Cioran une petulância e melancolia nos textos de "Exercícios de admiração", que analisa autores como Valéry e Beckett. Em qualquer tempo e em qualquer lugar há motivos de sobra para o pessimismo. Existem épocas, entretanto, em que essa atitude se torna especialmente charmosa e… Continue lendo “A frivolidade de um apóstolo da desilusão” (Marcelo Coelho)