“O corpo-escrito e o corpo-lido de (e por) Franz Kafka” (Sâmella Michelly Freitas Russo)

Revista Criação & Crítica, (28), 2020, p. 275-288. Resumo: Da leitura da papelada que Franz Kafka deixou, um peculiar corpo se revela. Premido pelo que entendeu como o seu destino literário, ele engendrou para si mesmo, por meio da escrita, uma existência poética ao transformar os seus mundos interno e externo em um corpo escrito.… Continue lendo “O corpo-escrito e o corpo-lido de (e por) Franz Kafka” (Sâmella Michelly Freitas Russo)

Escritas do desastre e outras volúpias: entrevista com Ricardo Gil Soeiro, autor de “Notas Soltas para Cioran” (Labirinto, Portugal, 2019)

Ricardo Gil Soeiro é poeta e ensaísta. Doutorado em Estudos Literários pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde é investigador do Centro de Estudos Comparatistas, desenvolve pesquisa sobre literatura comparada, teoria da literatura e estudos pós-humanistas. Organizou e traduziu o volume As Artes do Sentido, de George Steiner (Relógio D’Água, 2017), traduziu Confissões… Continue lendo Escritas do desastre e outras volúpias: entrevista com Ricardo Gil Soeiro, autor de “Notas Soltas para Cioran” (Labirinto, Portugal, 2019)

“Born Again in a Second Language” (Costica Bradatan)

Published in The New York Times, August 4, 2013 In her exploration of the Catholic religion, “Letter to a Priest,”written the year before her death in 1943, Simone Weil noticed at some point that “for any man a change of religion is as dangerous a thing as a change of language is for a writer.… Continue lendo “Born Again in a Second Language” (Costica Bradatan)

“Demiurgia verbal” (E.M. Cioran)

Emil CIORAN. “Demiurgia verbal” (Démiurgie verbale), La tentation d’éxister, in « Ouvres ». Paris: Gallimard, 1956. Tradução: Rodrigo Inácio Ribeiro Sá Menezes. Texto publicado na revista de tradução N.T. (Nota do Tradutor), no. 9, novembro de 2014. Agradecimentos especiais a Gleiton (N. T.) Link para a fonte do texto (PDF): NT9 O TEXTO: Publicado na França em 1956,… Continue lendo “Demiurgia verbal” (E.M. Cioran)